Quem são as crianças índigos
Ninguém pode com a vida das crianças de hoje! Não vejo a hora de me aposentar! Se soubesse não teria filhos! Não sei como educar os meus! Também não adianta jogar a toalha. Não sei mais o que fazer! Pois, é impossível desistir: filhos são para sempre. A primeira impressão ao pararmos para pensar sobre o assunto, é que as crianças e os jovens estão cada vez mais problemáticos. Engano nosso, pois podemos encontrar essas mesmas dúvidas: O que será dessa juventude? Quase com as mesmas palavras em Sócrates, Platão e outros bem anteriores a eles. Em todos os tempos, sempre houve dificuldades nas relações entre as gerações. Que hoje o problema é mais complexo é inegável. No entanto, a resposta para explicar as dificuldades crescentes de relacionamento entre adultos, crianças e jovens na vida contemporânea é simples: poucos se prepararam para este momento, que é de instabilidade e de mudanças rápidas. E, é difícil encarar a instabilidade com bom humor, pois a falta de controle sobre os fatos, os acontecimentos e as perspectivas acende o medo, que alimenta a ansiedade, e as pessoas quando perdem o controle sobre o medo e a ansiedade cometem todo tipo de desatinos; dentre eles tentar repassar a educação dos filhos para a escola. Como vivemos uma acelerada fase de transição, caminhamos a passos largos para um mundo de regeneração. Por ser ela uma delicada e cirúrgica mudança de padrão vibratório que pode afetar toda a galáxia, essa mudança na Terra e seus habitantes desperta o interesse de todos os que trabalham em prol da paz e da harmonia no universo. Portanto, tem gente nova no pedaço.Quando dizemos que algumas crianças são maluquinhas, pois sabem quem são, o que fazem aqui e dizem que não são deste mundo; pior, não aceitam nossas regras, nossos paradigmas e paradoxos, ninguém pode com a vida delas. Dentre essa turma de novos seres reformadores e transformadores em potencial estão as “crianças índigo”, aquelas que detonam com as antigas estruturas da família e da escola. Elas são uma realidade, estão por aí em todas as famílias e escolas. Como educá-las? (talvez seja melhor dizer como enquadrá-las na normalidade).A questão é: o que ensinar a elas? Lógico que não vamos falar apenas de crianças índigo, pois a educação delas não é nada diferente da que as normais devem receber; acima de tudo, toda criança necessita de atenção, cuidados, respeito: amor. Apenas alguns cuidados devem ser redobrados, pois a responsabilidade em encaminhar para a vida uma criança com “tamanho potencial cognitivo” é muito maior. O quê fazer para nos adequarmos? Só queremos o melhor possível para nossos filhos. É lógico que desejemos e planejemos para eles o melhor: saúde, paz, prosperidade, alegria. Tentamos educá-los para que sejam os melhores, os mais saudáveis, os mais prósperos, os mais felizes. No entanto, isso, é uma ilusão, uma fantasia, pois não temos clareza do que seja: felicidade, saúde, paz, prosperidade, harmonia. Nessa busca de darmos o melhor, todo cuidado é pouco para não projetarmos neles nossos desejos e expectativas não realizadas: não tentemos nos livrar de nossas frustrações através deles. Pois agindo assim; desejamos para eles o que ignoramos ou não conseguimos experimentar. É evidente que esse tipo de educação não pode dar certo. Ela passa a ser uma teoria, uma fantasia, desmentida e antagonizada pela realidade de cada um. Idealizamos para o futuro deles conquistas que ainda não fazem parte da rotina da nossa realidade, pois fomos e somos treinados a viver num mundo de ilusões, aparências e valores que flutuam ao sabor do desejo e dos interesses do momento. Significa que estamos mais ou menos perdidos. Em especial, no contexto atual, onde predomina o descartável até nas relações familiares que tem pouca profundidade. Limitam-se a uma convivência superficial na qual as palavras não costumam combinar com as atitudes. E, como não poderia deixar de ser, a cada dia que passa aumenta o número de famílias que sentem dificuldades em educar até as crianças normais quanto mais as que apresentam o perfil das índigo. É bom que os pais se preparem para receber os filhos com consciência para bem ajudar na sua educação. Não se trata da educação ideal, pois não há filhos, pais ou mães ideais. Existe apenas a realidade de cada um. E, é em cima da nossa que devemos trabalhar para nos adequarmos ao momento que estamos vivendo. O método informal de ir levando a vida para ver no que dá, já provou sua ineficácia. Hoje, para atingir um padrão de qualidade melhor, é preciso que tenhamos metas a serem alcançadas, e que busquemos os recursos necessários para atingi-las e que as renovemos de tempos em tempos.Essa providência é interessante em especial na formação da criança índigo, pois ela não aceita imposições nem regras que não sejam cumpridas por todos igualmente.É importante aprender a arte de compartilhar; e não apenas a de ditar regras ou impor desejos e conceitos.Como médico de famílias pretendemos nesta série de artigos compartilhar com os leitores interessados em educação novas formas de abordagem sobre as crianças de hoje. Começando com “as crianças índigo”.Muita paz.
(Segunda parte)Há algumas décadas vários grupos vindos de muitos lugares e dimensões tiveram seu DNA modificado e estão nascendo espalhados por toda parte, numa velocidade crescente. Dentre esses grupos, estão as crianças índigo, assim chamadas pela irradiação azulada de sua aura. Suas características de pensar, sentir e agir revelam um comportamento que as diferenciam muito das normais. Embora não sejam gênios nem seres iluminados; apenas trazem consigo certas habilidades e um tremendo potencial para desenvolver aprendizagem.Algumas características das crianças índigo - Nancy Ann Tappe, uma estudiosa americana que identifica a missão planetária das pessoas através da cor de suas auras, foi a primeira a referir-se a esse tipo de crianças como índigos, pois via ao seu redor a cor azulada. Várias pessoas estudam essas crianças tentando definir uma tipologia psicológica e comportamental básica, de modo a servir de guia para orientar pais e adultos que lidam com elas. A cada dia novas são agregadas, o que enriquece o processo. Felizmente ainda não há “autoridades no assunto” (uma das coisas que os índigos detestam, pois eles identificam muito bem e rápido quem deseja apenas aparecer dos que realmente querem contribuir), o que torna a troca de experiências e de vivências mais interessante e promissora. Mesmo o leitor que se identifique como índigo ou que tenha ao seu redor alguma pessoa com essas características pode participar de alguma comunidade de bate-papo sobre o assunto.Nesta nossa conversa, usamos como referência o livro “Crianças índigo” de Lee Carrol e Jan Tober editado pela Butterfly Editora - SP e “Educando crianças índigo” de Egídio Vecchio publicado pela mesma editora e neste bloco, na intenção de posicionar o amigo leitor sobre o assunto, apenas transcreveremos literalmente os conceitos.Segundo os autores de “Crianças índigo” Lee Carrol e Jan Tober, as características mais comuns das crianças índigo:- Elas nascem, sentem-se (e agem) como nobres.- Acreditam “merecer estar neste mundo” e se surpreendem quando as outras pessoas não pensam da mesma maneira.- Não tem problemas de auto-estima. Costumam dizer com freqüência aos pais “quem são”.- Tem dificuldades em lidar com autoridade absoluta (sem explicação ou possibilidade de questionamento).- Recusam-se a desempenhar determinadas tarefas. Esperar em fila, por exemplo, é algo difícil para elas.- Frustram-se com sistemas ou tarefas que seguem rotinas ou rituais repetitivos em que não possam usar a criatividade.- Costumam identificar maneiras eficazes de fazer as coisas tanto em casa quanto na escola, o que as torna verdadeiras “destruidoras de sistemas” (não se adaptam a qualquer tipo de convenção).- Parecem não se relacionar bem com pessoa alguma que não seja igual a elas. Se não encontram ninguém com quem possam compartilhar suas idéias e opiniões fecham-se e sentem-se incompreendidas. A escola normalmente é uma experiência difícil para elas em termos sociais. Não respondem a técnicas de disciplina associada á culpa (“espere só até seu pai chegar em casa para ver o que você fez”).- Não tem vergonha ou problemas em expressar suas necessidades.Segundo a The National Foundation for Children ( Fundação Nacional de Crianças com Habilidades Especiais) uma organização sem fins lucrativos cujo principal objetivo é identificar e ajudar crianças especiais. Muitas das índigos estão sendo prejudicadas pelo sistema público de educação e classificadas como TDAHs.A lista de características dessas crianças fornecidas pela Fundação pode ser útil aos pais:- Demonstra sensibilidade acima da média.- Tem excesso de energia.- Entendia-se com facilidade e parece ter dificuldades de concentração.- Necessita da presença de adultos emocionalmente estáveis e seguros ao seu redor.- Resiste a qualquer tipo de autoridade que não seja exercida de maneira democrática.- Tem métodos próprios de aprendizado, especialmente no que se refere a leitura e matemática.- Frustra-se facilmente quando suas grandes idéias não podem ser colocadas em prática por falta de recursos ou de compreensão por parte das pessoas.- Aprende pela própria experiência, recusando-se a seguir metodologia repetitiva ou passiva.- Dispersa-se facilmente, a não ser que esteja envolvido em alguma tarefa que lhe desperte grande interesse.- É muito emotivo e teme a perda ou morte das pessoas a quem ama.- Traumatiza-se com seus erros e pode desenvolver bloqueios permanentes de aprendizado.
(terceira parte) - Para nos auxiliar na tarefa de identificar os índigos e de nos ajudar a educá-los melhor, Nancy Ann Tappe os classifica segundo a missão planetária de cada um e define quatro biótipos:HUMANISTAS - são do tipo que trabalha com as massas. Serão os médicos, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos de amanhã. Hiperativos e extremamente sociáveis, conversam com todos, são sempre muito simpáticos e tem opinião própria. Podem agir de maneira estranha, pois sendo hiperativos acabam ás vezes batendo contra uma parede, por exemplo, por esquecer de parar. Não conseguem brincar com um brinquedo apenas. Têm de tirar todos dos armários, nem que seja só para ficar olhando para eles. São do tipo que precisa ser sempre lembrado de seus deveres, como organizar seu quarto, pois são capazes de iniciar a limpeza, mas, ao verem um livro, sentam-se para ler, ficam distraídos e se esquecem do que estavam fazendo. Aliás os humanistas são leitores vorazes. Ontem eu estava em um avião e um índigo de três anos estava fazendo barulho ao meu lado até que sua mãe lhe deu o folheto de regras de segurança de vôo para ler. Ele parou, sentou-se, abriu o folheto e começou a olhar as figuras como se estivesse lendo o texto com muita atenção. Ficou ali, quieto durante uns cinco minutos. Obviamente não conseguia ler, mas parecia mesmo estar. É o típico índigo humanista.CONCEITUAIS - Interessam-se mais por projetos do que por pessoas. Serão os engenheiros, arquitetos, designers, astronautas, pilotos e oficiais militares do futuro. São normalmente crianças de porte grande e atlético. Tendem a controlar situações e pessoas, especialmente suas mães, se forem meninos e seus pais se forem meninas. E quando conseguem, podem ter grandes problemas. Esse tipo de índigo tem propensão ao vício, especialmente drogas durante a adolescência. Os pais precisam monitorar de perto o comportamento desse tipo de criança, especialmente quando parecem estar tentando esconder alguma coisa. Quando dizem “não quero que entrem em meu quarto” é porque há algo errado.ARTÍSTICOS - Costumam ser mais sensíveis e mais acanhados em estatura do que os outros tipos. São muito criativos e serão provavelmente professores ou artistas. Tudo o que fazem envolve criatividade. Se estudam medicina, por exemplo, podem acabar sendo cirurgiões ou pesquisadores. Quando decidem estudar teatro, tornam-se excelentes atores. Entre os quatro e os dez anos de idade, costumam se interessar pelos mais diferentes tipos de arte, mas apenas por cinco ou dez minutos, deixando - os de lado para procurar outros. Costumo aconselhar as mães desse tipo de índigo que gosta de música a nunca comprar instrumentos para eles, mas sim alugar. Eles podem tocar cinco ou seis tipos diferentes, mas somente na adolescência irão se decidir e se especializar em um deles.INTERDIMENSIONAIS - São fisicamente mais desenvolvidos que os outros índigos e já aos dois anos respondem a tudo dizendo: “Eu sei e posso fazer sozinho. Deixe-me em paz”. Trarão novas filosofias e religiões ao mundo. Podem ser briguentos por causa de seu tamanho e por não se encaixarem na sociedade com os outros tipos...
(quarta parte)- Egídio Vecchio (outro de nossos pontos de referência) ampliou em seus estudos preocupado em distinguir o que era considerado “normal para os índigos” com características doentias que tragam ao nascer ou que adquiriram através da convivência com os adultos, refere-se no seu livro a três outros biótipos identificados por M. Monachesi e B. Limoncelli, que na verdade, segundo ele, não o são. “Constituem apenas as patologias que o índigo poderá enfrentar quando não encontrar apoio para desenvolver-se, como tal, em sua família, em seu grupo social, ou escolar. Mesmo assim, segundo nossa experiência, são facilmente recuperáveis se nos empenharmos em ajudá-los, com muito respeito, amor e paciência, a sanar suas dificuldades”.Esses três biótipos são:
O CATIVO - Se adapta bem ao sistema como seu mecanismo de defesa. Busca sempre a companhia de alguém, cumpre seu script ditado pelos pais e pela sociedade.
O SIMULADOR - Apresenta uma forma encoberta de adaptação ao sistema para ser aceito, não acredita na máscara que criou, sente-se atraído pelo alternativo, mas esconde essa atração. Em essência é rebelde, apresenta baixa estima, necessita constantemente de aprovação de todos os que o rodeiam, é um líder circunstancial, posto que “não dá a cara” e evita ser visto como uma pessoa diferente.
O “estrangeiro” apresenta grande sensibilidade psíquica, evita conscientemente criar raízes, sentindo não pertencer á Terra. Revela tendências místicas muito mutantes, até encontrar seu caminho. Seus contatos com o Além são freqüentes, iniciados geralmente na infância. Tem capacidade para captar o sentido do universo, da vida e da própria missão. São, geralmente líderes espirituais.Acima de saber se nossos filhos tendem a portar-se dentro da faixa normal de comportamento ou de um padrão índigo ou outros tipos de postura e de aptidões, está a necessidade de identificar quem é essa pessoa? O mapa astral de crianças, pode nos auxiliar na educação. Lógico que a influência das energias do Astral não produzem uma ação definitiva... A astrologia pode fornecer diversos tipos de informações como o tipo de educação mais adequada – tendências para se relacionar com outras pessoas, comportamento diante de pressões, traços de personalidade, tendências de religiosidade, características ligadas á sua saúde física e psicológica. Exemplos: se temos um menino de Gêmeos tipo tagarela e brincalhão, não queiram os pais induzí-lo a entrar em profissões da área de exatas, pois suas características apontam para a comunicação.Não se pode pedir a uma criança de Áries, com características de agressividade e briguenta que se torne boazinha. O lado esportivo do Ariano deve ser estimulado para descarregar e modelar suas energias de agressividade.
Crianças de signos mais lentos são frequentemente rotulados de lerdos ou preguiçosos, se os pais tivessem essa noção seriam capazes de respeitar seu ritmo. Outra dica: a triplicidade energética que separa os signos em cardinais, fixos e mutáveis. Os cardinais são: Áries, Câncer, Libra e Capricórnio. Os nascidos sob seus comandos apreciam inovações e têm espírito empreendedor. Vão bem em escolas experimentais.Os fixos: Aquário, Touro, Leão e Escorpião. São conservadores e tradicionalistas. Rendem mais em escolas com sistemas de ensino tradicionais.Os mutáveis: Peixes, Gêmeos, Virgem e Sagitário estão ligados á transformação e adaptam-se melhor ás escolas religiosas ou com traços espiritualistas.Que papel o mapa astral pode desempenhar na educação? Apenas fornecer subsídios para que se conheça o perfil das tendências da personalidade e do comportamento da criança, que podem ou não se concretizar - apenas isso.Como no restante da seqüência educativa - em cada etapa, o bom senso é indispensável. Neste quesito: mapa astral - as informações já obtidas sobre o perfil da criança devem ser repassadas a ela com cuidado e numa linguagem que entenda - pois não devem assumir a forma de críticas. É básico que o adulto conheça seu próprio padrão de tendências pessoais que foram reforçadas pelas influências cósmicas - para que torne-se capaz de avaliar a criança – além disso – e – mais importante do que tudo - para que saiba com clareza como ele é visto por ela, a criança.
Algumas características dos Signos nas crianças.
Áries – Impetuoso, birrento, agressivo, cansa-se rapidamente.
Touro – Comilão, preguiçoso, conservador, não gosta de mudanças.
Gêmeos – Tagarela, curioso, brincalhão, mentiroso.
Câncer – Sensível, caseiro, mandão, não quer tornar-se adulto.
Leão – Criativo, cativante, sincero, orgulhoso.Virgem – Perfeccionista, disciplinado, crítico, defensor da natureza.
Libra – Amigável, vaidoso, encantador, detesta críticas.
Escorpião – Intuitivo, adora segredos, xereta, sente atração pelo perigo.
Sagitário – Esperto, ativo, independente, adora viajar.
Capricórnio – Responsável, teimoso, determinado, precoce.
Aquário – Cooperativo, adora novidades e tecnologia, líder natural, precisa estar cercado de amigos.
Peixes – Sonhador, carente, sensível, artista nato.Caso seja possível e interessante mais adiante podemos analisar as melhores formas de educar as crianças índigo.Muita Paz.
CRIANÇAS ÍNDIGO ADOECEM DE FORMA DIFERENTE DAS NORMAIS? - Meu filho vive doente! O meu não saí dos antibióticos! Essa criança parece que não sara nunca! O meu quase não adoece, mas em compensação...Nestes vinte e oito anos de trabalho como médico de famílias tivemos oportunidade de atender clientes de várias gerações. Quando se fala em geração logo vem á nossa mente a divisão entre pais e filhos ou a separação em décadas, porém no ritmo atual, as crianças que nascem de um ano para o outro já manifestam diferentes comportamentos e tendências.Um fato nos chama a atenção - Ouvem-se muitos comentários afirmando que antigamente as crianças eram mais saudáveis. Será que realmente as de hoje adoecem mais do que as das gerações anteriores? Essa dúvida de tantas pessoas nos despertou a curiosidade e resolvemos estudar antigos prontuários comparando-os aos das atuais crianças. Nessa comparação entre doenças infantis de ontem e de hoje, algumas suspeitas de aumento de ocorrências puderam ser confirmadas; outras, não são verdadeiras; apenas, há mais facilidade para diagnósticos e tratamentos. É inegável que o sistema de saúde atual favorece para boa parte da população a ida ao médico; desse modo, situações e sintomas que antes passavam desapercebidos hoje são focados como problemas e medicados. Como exemplo: o constante escorrer do nariz de antigamente era tratado com chás; hoje é diagnosticado como rinite e medicado com vários tipos de remédios. Outro detalhe é que nos condicionamos a associar o uso da tecnologia com resultados definitivos de cura. Quando criamos muitas expectativas, verdadeiras ou não; há o perigo da frustração, pois sempre há uma diferença entre o que se espera e a realidade. Neste caso. A expectativa: a partir do momento que os cuidados com a saúde infantil aumentaram com o pré-natal, a puericultura, a vacinação em massa e o acesso ao médico pediatra ficou mais fácil, seria lógico esperar crianças cada dia mais saudáveis e que não dessem tanto “trabalho” aos pais, em se tratando de doenças.A frustração - de forma genérica, realmente boa parte das de hoje adoecem mais e mais seguidamente do que antes; e naquela época havia menos recursos disponíveis. O que não deu certo? Dentre outras coisas, o “nosso sistema de crenças” - acreditamos que as doenças possam ser curadas num passe de mágica pela tecnologia de diagnósticos e remédios; e que basta o avanço nessa área para criar mais saúde e melhor qualidade de vida.Deslumbrados com a modernidade e o estilo de vida voltado para o consumo, nos descuidamos no respeito às leis mais básicas que regulam a vida no planeta.Destruímos nosso habitat (o planeta) numa velocidade e intensidade como nunca se viu. Poluímos terra, água, ar e o nosso organismo está exposto a tantos produtos químicos que já começamos a comprometer nossa sobrevivência. Além disso, distraídos e encantados com a modernidade, em nossas conjecturas não contávamos com aumento violento da ansiedade e do medo, emoções que vem embutidas nas informações tão contraditórias quanto excessivas. Especialmente nos últimos cinco anos tudo mudou muito rápido, até as pessoas, as doenças e a própria cura.Vivemos ciclos de satisfação/insatisfação em tudo, e nesse caso, a incompatibilidade entre as expectativas e a realidade dos resultados práticos quando se trata de saúde, doença e cura nos desgasta, principalmente na doença da criança. Cada um sofre de acordo com as suas circunstâncias: Ao médico cabe a preocupação e a responsabilidade de acertar sempre; pois está recebendo para executar essa tarefa. A família fica com a parte do estresse, do medo de ocorrências mais graves e do temor da perda. A criança sofre com as dores, o mal estar, e todos os outros inconvenientes sintomas da doença.Feito o diagnóstico, receita-se o remédio e prescreve-se uma série de cuidados, e, se a doença ou os sintomas desaparecem rápido todo mundo fica feliz e aliviado; o problema é que, daí a algum tempo (cada vez mais curto), repete-se tudo de novo. O que nos deixa mais insatisfeitos é que essa situação parece que não acaba nunca e, o pior é que, não se trata de competência profissional ou de falta dela; de remédio forte ou fraco; de muitos ou poucos recursos de diagnóstico; senão seria muito fácil e simples resolve-la. O problema está na forma como vemos a moléstia e na maneira de nos relacionarmos com ela.Na busca de minimizar as recorrências das doenças de nossos pacientes passamos a nos dedicar a analisar onde se encontram as falhas na busca da cura definitiva e encontramos algumas. Dentre elas, qualquer intervenção externa ao indivíduo leva apenas a uma cura temporária, à supressão dos sintomas ou à troca do órgão de choque da doença.As expectativas com relação aos nossos bate papos são modestas. Nosso desejo é que, ao final os leitores saibam diferenciar uma situação crônica de outra aguda. E consigam distinguir uma doença aguda das crises de uma moléstia crônica; e mais importante, que deixem de acreditar em curas mágicas.Esperamos que uma das clássicas frases:“Meu filho tem um resfriado que não sara nunca”, ao término da leitura possa ser substituída por: “meu filho tem freqüentes crises de rinite ou sinusite que é uma doença respiratória crônica de fundo alérgico que exige esforço e cuidados para ser curada”.Um fato vem nos despertando a atenção já a alguns anos, “crianças diferentes da maioria”, ás vezes aparecia um cliente com esse perfil, lá de vez em quando outro, mas nos últimos cinco anos e, acelerando, cada vez se tornam mais numerosas. Nas mais antigas, a queixa principal dos pais era o fato da criança estar fora dos padrões de normalidade (peso e altura, principalmente o peso); mas havia um fato intrigante: elas não ficavam doentes como os irmãos normais. Outra queixa dos pais dessas crianças era o “problema” da alimentação – essa criança não come nada! não sei como pára em pé! - a sorte é que raramente fica doente! deve ter uma imunidade muito boa! - ah, se ela comesse como o outro seria um touro indomável! Outro conjunto de queixas envolvia o sono – essa criança não quer dormir, luta contra sono! - não agüento mais! O comportamento delas era uma fonte de sofrimento para os pais – essa criança tem um gênio muito forte! só faz o que quer! não adianta bater! Depois é que descobri que essas eram as crianças índigo, chegando em número cada vez maior. Conforme veremos no decorrer dos próximos bate papos, elas tem uma forma peculiar de adoecer e de se curar. O que será comentado em cada tópico a ser desenvolvido.No primeiro bloco: As causas da doença crônica fazemos um apanhado dos principais fatores que participam da construção da doença.No segundo bloco: Razões principais da falta de sucesso na prevenção e tratamento comentamos os possíveis descuidos tanto de pacientes e seus familiares quanto dos profissionais da saúde.No terceiro bloco: Estudo das soluções analisamos algumas possibilidades simples e de baixo custo para resolver ou aliviar o problema.
As crianças índigo existem realmente, não há como negar. Faço essa afirmação baseada na minha prática profissional, nos estudos e pesquisas que estou desenvolvendo e também no meu contato com professores, testemunhas muito próximas dessa realidade. Ao descrever o padrão de comportamento dos índigos aos professores, eles imediatamente identificam entre seus alunos aqueles que se enquadram nessa condição, até porque a convivência diária nas salas de aulas permite essa avaliação.A existência dos índigos, essas crianças que apresentam um comportamento diferenciado, ainda não classificado pela psicologia, não é do conhecimento da maioria dos professores. Há necessidade de um trabalho de divulgação nesse sentido, o qual eu acredito irá abrir, ainda mais, novas possibilidades de entendimento. Quanto à existência dessas crianças, sua constatação não é tão recente: grupos informais trocam informações e experiências na Internet já há alguns anos.No meio espírita, Ana Gaspar, fundadora e conselheira do Centro Espírita Nosso Lar e das Casas André Luiz, em São Paulo, referiu-se às crianças índigo em palestra proferida nessa instituição, durante a qual abordou, com ênfase, o aspecto orgânico, em especial o DNA, das crianças índigo.Na cidade de Porto Alegre (RS), o doutor Egídio Vecchio – autor dos livros “Índigos, as crianças da nova era” e “Índigos, fantasias e segredos” – desenvolve, há oito anos, um trabalho de estudo, pesquisa e orientação aos índigos, pais e professores, na Associação Pró-Índigo e no Portal do Índigo. Nesse momento, seu trabalho está especialmente voltado para a educação do índigo, que exige um tratamento diferenciado, ainda em vias de desenvolvimento.Não há como não vislumbrar no horizonte espiritual os contornos dessa nova era que está se delineando, o mundo de regeneração. As crianças dessa nova era – índigos, ou como queiram chamá-los – são parte importante desse mundo novo e para isso foram preparadas na espiritualidade. No livro “Momentos de Harmonia” (Bahia: Editora Leal), o Espírito Joanna de Angelis, psicografada por Divaldo Pereira Franco refere-se a elas: “(...) dá-se neste momento a renovação do planeta, graças à qualidade dos espíritos que começam a habitá-lo, enriquecidos de títulos de enobrecimento e de interesse fraternal”. A citação, a qual reproduzo, é do nosso companheiro de seara espírita, o escritor Alkindar de Oliveira, sempre atualizado e participante.A doutora Ercília Zilli, presidente da Associação Brasileira dos Psicólogos Espíritas (ABRAPE) declarou recentemente: “Como espírita, acredito que estejamos no limiar de uma nova era, a qual chamamos de regeneração. Para que haja regeneração, é necessário que a evolução dos espíritos que ainda aqui estagiam aconteça e que outros, mais preparados, reencarnem na Terra. Creio que é nessa premissa onde se encaixam os espíritos que estão reencarnando e sendo denominados de índigos. Para que haja renovação, é fundamental que as coisas sejam feitas de uma maneira nova”. O livro “Crianças índigo” (São Paulo: Butterfly Editora), dos norte-americanos Lee Carroll e Jan Tober é, naturalmente, um ponto de partida, não uma obra definitiva, embora apresente informações e depoimentos consistentes. Acredito que na esteira dessa publicação, outras obras aprofundem esses estudos, é só uma questão de tempo.Cabe à imprensa espírita abrir espaço para o debate dessa questão, que nos interessa de perto, movimentando opiniões e disponibilizando estudos e estatísticas – iniciativa pioneira da nossa Revista Espírita Além da Vida – e não contestá-lo de cátedra, a qual, aliás, não têm condições de ocupar. O papel da imprensa, acredito, é justamente esse, ampliar o alcance das informações, remetê-las ao leitor. A imprensa espírita que pretendemos atuante, deve aprofundar-se em suas investigações e não simplesmente proferir opiniões para as quais não dão respaldo. Essa colocação deve valer não só para a questão das crianças índigo, mas também para outros temas que merecem, igualmente, da nossa parte, considerações fundamentadas na consistência da praxis e do conhecimento, distante dos preconceitos e das paixões.
Como Educar os Índigos
com grande satisfação que vem a público, através da editora Butterfly o livro “Educando crianças índigo”, de autoria do eminente psicólogo e psicopedagogo Dr. Egídio Vecchio.Pouco material de pesquisa sobre esse tema tem chegado ao nosso conhecimento, além de fontes como a internet e o livro “Crianças Índigo” (São Paulo: Butterfly Editora), de Lee Carrol e Jan Tober; porém, agora, grande incentivo temos para desenvolver melhor o estudo de assunto tão importante, a partir da obra do Dr. Egídio, que vem trabalhando há alguns anos com índigos no Portal do Índigo (RS).Iniciei o prefácio do livro afirmando que "A natureza da criança tem mudado muito nas últimas décadas" e em conseqüência, todos os que estão envolvidos com elas, pais, professores e profissionais das mais diversas áreas, necessitam analisar suas próprias posturas para educarem/conviverem melhor com essas crianças cujo comportamento ainda não foi classificado pela psicologia.Trata-se de uma obra séria e de cunho científico.O autor aborda esta questão com muita seriedade e responsabilidade, desenvolvendo, a partir da sua prática, teorias e orientações que merecem respeito, crédito e estudo.Expõe de maneira bem didática sua metodologia:- inicia pela reflexão quanto aos papéis que competem à escola e à família;- desenvolve sua teoria sobre a questão fisiológica;- esclarece quem são as crianças índigo;- lista 134 características dos índigos (baseada em seu trabalho com eles)- avaliação do índigo;- os índigos em relação às inteligências múltiplas;- biotipologia;- analisa correntes pedagógicas como a Waldorf e Montessori;- apresenta-nos a pedagogia de valores baseada na paidosofia;- sugere técnicas para o desenvolvimento desta pedagogia;- inclui vários questionários que visam identificar potencialidades/ necessidades dos índigos; condutas parentais positivas/negativas, etc.A questão fisiológica, uma das fundamentais, elaborada pelo pesquisador, refere-se ao DNA:“O DNA capacitado do índigo é um dos maiores desafios para a ciência pesquisar”.“A expressão que adotamos DNA capacitado, significa simplesmente que esse DNA apresenta um potencial a ser desenvolvido. O índigo não é, portanto, um ser superior, mas uma criatura que dispõe de um grande potencial que pais e educadores devem ajudar a desenvolver”.“O índigo constitui, pois, um novo tipo de criança que vem ao mundo com um DNA diferente, com predisposições cromossômicas para manifestar comportamento diferente e superior a tudo o que conhecemos como próprio do ser humano”.“O índigo não é um doente inadaptado, psicológica ou socialmente. Essas crianças chegam com uma saúde psíquica jamais vista”.O autor parte do pressuposto de que “Mudar o código genético do qual depende a natureza dos humanos é possível”.Sobre essas crianças ele ainda afirma:“Suas células são diferentes, o código genético é diferente; e a psique é diferente porque sua biologia também é diferente. Sua condição antropológica é diferente, a energia é diferente, a freqüência vibracional é diferente”.Outra questão tão importante quanto a anterior refere-se à pedagogia de valores que é baseada na paidosofia.Você provavelmente nunca ouviu falar em paidosofia, ou já?Pois bem, o emérito doutor explica-nos de maneira muito simples e de fácil compreensão o significado dessa abordagem, sobre a qual mencionaremos só o mais importante:“A paidosofia ensina que o objeto da educação é a conduta humana em sua inter-relação".“Na educação paidosófica o índigo aprende a utilizar sua Inteligência emocional para lidar com os próprios valores, conhecimentos e acontecimentos, com também aprende a lidar com os conhecimentos, valores e fatos referentes a condutas dos outros. Isto, para os paidosóficos, é educar”.A partir daí, desenvolve-se a pedagogia de valores que tem como principal valor a justiça, derivando dele outros vinte e sete valores complementares, como por ex: honestidade, verdade, liberdade, amor, poder, etc.Além de explicar o que é cada valor, o autor sugere formas para se trabalhar com eles, porém existe flexibilidade para que se possa criar outras maneiras que melhor se adeqüem às necessidades.Estes itens que aqui citei são apenas alguns pontos desse maravilhoso trabalho que não está fechado, segundo o próprio autor deixa evidente. É uma pesquisa genuinamente brasileira, elaborada a partir da prática do Dr. Egídio.É importante que estejamos atentos para sabermos tratar com bom senso e respeito essa questão, sem valorização excessiva ou então banalização. Em relação a isso, o autor faz questão de desmistificar “fantasias divulgadas sobre a natureza e o comportamento dos índigos, para as quais não existe nenhum fundamento”.Ler, estudar, avaliar as teorias desenvolvidas neste livro, é apenas o começo do conhecimento que ainda será adquirido sobre a natureza destes seres. Estamos todos de certa maneira envolvidos; então vamos aproveitar esta oportunidade e aprendermos a partir deles, contribuindo com a nossa parte de amor, assim como o próprio autor disse tê-lo escrito.
A Ritalina Não Resolve !!
Aumenta em São Paulo a demanda de Ritalina (nome comercial do metilfenidato), medicamento utilizado para controlar as crianças: um milhão de caixas foram consumidas no Brasil em 2005. “A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas. Tudo, pois, se processará exteriormente, como sói acontecer, com a única, mas capital diferença de que uma parte dos Espíritos que encarnavam na Terra aí não mais tornarão a encarnar. Em cada criança que nascer, em vez de um espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um espírito mais adiantado e propenso ao bem.”, capítulo 18 de "A Gênese" (Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira", de Allan Kardec. A marcha do progresso tem sido acelerada. Como falta ao homem o equilíbrio necessário para incorporar tantas transformações ao seu modo de viver, observamos, em paralelo a esse crescimento da tecnologia, o desrespeito à natureza e ao próximo. No Ocidente, onde o conhecimento da vida espiritual ainda não é disseminado, isso aconteceu de forma mais acentuada, provocando tantos desequilíbrios sociais. Neste início de século, estamos diante de grandes transformações que se fazem sentir e que abalam convicções solidamente arraigadas. Não obstante a largueza de recursos tecnológicos, a farta disponibilidade de dados e informações, a vasta bibliografia científica e o preconceito muitas vezes ainda fala mais alto. Cada vez que ocorre um determinado fenômeno que desafia os padrões estabelecidos, exigindo pesquisa e análise criteriosa, na maioria das vezes, a questão se não descamba para o terreno do maravilhoso, do sobrenatural, ao sabor de multidões de místicos que se alimentam de fantasias, é rechaçada por quem se apresta a tirar conclusões apressadas, desconsiderando a necessidade de aprofundar sua apreciação. Existem aqueles que, de outra forma, recusam-se mesmo a considerar a realidade que está a um palmo dos seus olhos. Fazem vista grossa àquilo que não se enquadra nos seus conhecimentos acadêmicos ou está fora do alcance de sua cultura. Esse é, justamente, o caso das crianças índigo. As notícias que a mídia estampa, além de confirmar essas colocações, causam-nos grande preocupação e estão, aos poucos, mobilizando pais, professores e profissionais da área da saúde conscientes da importância de entendemos o que está, de fato, acontecendo. O jornal O Estado de S.Paulo em sua edição de 2 de outubro último lançou uma denúncia: “Desafio: controlar a droga antiagitação” (veja o box). Segundo a reportagem, que ouviu o depoimento da psicanalista e professora da Universidade de São Paulo (USP) Kátia Forli Bautheney, 70% dessas crianças não precisariam tomar o remédio. A mãe (M. T. F.) de um garoto acusa as autoridades médicas: “Estão usando esse medicamento como se fosse água”. Seu filho, depois de um mês de “tratamento” com Ritalina parou de tomar a medicação, vítima de fortes dores de cabeça e náusea. Muitas dessas crianças, diagnosticadas como portadoras do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) são na verdade crianças índigo, ou seja, seres diferentes, cujo comportamento não se enquadra nos padrões conhecidos. À parte considerações religiosas e místicas, o chamado índigo não é um ser “iluminado”. Possui inteligência e sensibilidade aguçada. São espíritos em evolução, ainda em débito com a contabilidade divina, mas apresentam características próprias de seres que avançaram mais do que nós. Como qualquer um de nós, estão à mercê do meio-ambiente onde reencarnam. Sendo assim, não prescindem do amor de seus pais, do aconchego do lar, do equilíbrio familiar. Sua adaptação entre nós, seu aprimoramento moral depende desse ponto de partida: um lar equilibrado. É claro que todas as crianças necessitam viver bem em família para se desenvolver e progredir. No caso dos índigos essa necessidade é ainda mais acentuada: para desenvolverem suas qualidades, os recursos psíquicos de que dispõem, necessitam de aceitação, apoio e disciplina. Em nosso trabalho clínico observamos o comportamento, as características e necessidades dessas criaturas que pudemos identificar como índigos. O livro “Crianças índigo”, de Lee Carroll e Jan Tober, e “Educando crianças índigo”, de Egidio Vecchio, ambos editados pela Butterfly Editora, são de grande utilidade prática em nosso trabalho. Se Lee Carroll e Jan Tober fazem uma grande reportagem sobre os índigos, Egídio Vecchio se presta a identificá-los, compreendê-los, amá-los e educá-los. Seu livro também apresenta questionários e pré-avaliações que facilitam a assistência aos índigos, o que não podemos deixar de destacar. Se a incidência de nascimento de índigos é maior hoje do que em outros tempos, por contingência das necessidades planetárias de transformação, sua presença foi notada há décadas. Um desses casos, que passou por nosso consultório, foi o de M. V., 34 anos. Em busca de uma terapia que o ajudasse a superar problemas de ordem afetiva, procurou-nos por indicação. Em seus relatos, afirmou que sempre foi capaz de perceber o que as pessoas verdadeiramente sentiam, mas não recebeu nenhum estímulo a desenvolver essa percepção. Seu pai, já desencarnado, não enxergou o valor do filho, seu empenho em sentir-se amado. Em virtude dessa rejeição e de outros problemas paralelos, derrapou para o mundo das drogas. Passou por muitas dificuldades, mas despertou, em si mesmo, a vontade de recuperar-se. Internou-se numa clínica e venceu a dependência química. Descreveu esse período com extremo bom humor e humildade. Lá conheceu muitas pessoas que o ajudaram e tornaram-se seus bons amigos. Desempenhou muitas tarefas e, em razão de sua facilidade para se expressar, foi convidado a falar de suas experiências, sua luta contra o vício. Hoje, distante dessa época, trabalha por conta própria, fala inglês fluentemente. Faz suas próprias regras e horários, não suporta a rotina. Sua maior dificuldade é justamente trabalhar, mentalmente, com as informações de que dispõe sobre os sentimentos de outras pessoas. Involuntariamente, sente o que está por trás das aparências e das atitudes daqueles que o cercam. Essa é uma das características marcantes dos índigos. No caso de M. V., nota-se que não foi preparado para viver suas potencialidades, que nem sequer foram explicadas ou mesmo reconhecidas por aqueles que o educaram. Esse descompasso, do qual esse exemplo é uma amostra, se amplia sobremaneira em outros casos, os quais tivemos a oportunidade de registrar. Generalizando, muitas pessoas rebatem: “Isso pode acontecer com qualquer um” ou “É mais um caso de mediunidade que não foi desenvolvida”. Dependendo delas, se forem profissionais da área da saúde, tratarão desses pacientes com medicamentos paliativos do tipo da Ritalina. Esse é o erro que muitos estão cometendo. E quanto aos efeitos colaterais? O diferencial observável no índigo é que muito cedo se percebe sua dinâmica de personalidade: seu senso de bondade, igualdade, fraternidade, cooperativismo, caridade, e, acima de tudo, a consciência de que é ele mesmo quem deve corrigir seus erros. É muito comum notar que adolescentes índigos, solicitados a escrever histórias, revelam no conteúdo de seus relatos a preocupação com esses valores – intrínsecos à sua personalidade – alheios à maioria dos jovens nessa faixa etária. Estamos apenas no começo. Muito há ainda por fazer. Poderíamos relatar inúmeros outros exemplos se tivéssemos espaço para tanto. O que é mais importante nesse momento, no entanto, é entendermos que estamos vivendo uma nova era, um novo momento da nossa consciência planetária. Precisamos dar suporte a esses espíritos que estão reencarnando porque faz parte do nosso aprendizado comum. Aqueles que afirmam que os índigos são fruto da nossa imaginação não sabem o que dizem. No crescer dessa realidade, no avançar dos tempos, mudarão de opinião diante das constatações que estamos à beira de alcançar. Preocupam-nos apenas essas crianças que se apagam, melancólicas, entorpecidas por medicamentos, para se incorporar à triste sociedade de consumo que têm nos shopping centers o altar de sua adoração. Os tempos são chegados. Façamos o nosso papel de pais, de educadores. Vamos nos dedicar, de corpo e alma a esses pequeninos, lembrando-nos das palavras de Jesus: “Todo aquele que não receber o reino de Deus como uma criança, nele não entrará”. Educar com amor é entender a diversidade e conviver com ela, talvez o maior desafio do nosso século.
Estão usando a Ritalina como se fosse águaMais de 1 milhão de caixas de Ritalina foram consumidas no Brasil em 2005. Um aumento de 25% em relação ao ano anterior. A quantidade assusta a psicanalista e professora da Universidade de São Paulo (USP) Kátia Forli Bautheney. Para ela, em muitos casos as crianças são apenas reflexo da família. ‘Temos de nos preocupar se a criança tem os sintomas ou é uma criança sintoma’, diz.Ela conta que 70% das crianças com diagnóstico de TDAH que atende não precisariam tomar o remédio. Com M.F., de 14 anos, não foi diferente. Após ter o problema identificado na escola e com um mês de tratamento, parou de tomar o remédio por conta dos efeitos colaterais que causou. Nesse período, o garoto teve dores de cabeça diárias e seguidos casos de náusea.A solução veio com uma consulta a uma psicopedagoga e com a mudança de escola. ‘Estão usando esse medicamento como se fosse água’, diz a mãe do garoto, M.T.F.”(Trecho transcrito da reportagem “Desafio: controlar a droga antiagitação”, publicada na edição de 2 de outubro de 2006 no jornal O Estado de S.Paulo).
Diferenças entre criança índigo e criança hiperativa
Primeira parte de uma conferência de Nina Linares Centro Universitário de Estudos Nucleares – México, D.F. 18-Set-2003
Há já três anos que participei num congresso internacional na Argentina com este tema, o tema das Crianças Índigo ou Crianças das Estrelas. O que é que se passou durante todo este tempo, especialmente de há três anos para cá? Aconteceu que a informação disparou e multi-plicou-se. A oferta que temos agora sobre as crianças índigo pode dizer-se que triplicou, em comparação com o que existia há três anos. E onde se notam estas alterações a nível informativo, o que é que temos feito, como é que se está a gerir este tema? Viu-se que a informação tanto dos pais como de terapeutas, das escolas e dos meios de comunicação, mostrou um grande interesse, de modo que possamos ter cada vez mais clareza e compreensão a respeito destas crianças.
Antes de mais, a experiência que eu tenho, a minha experiência pessoal – e é nela que vou basear a minha conferência – assenta em três anos de docência em escolas especializadas no tratamento, educação e cuidados a crianças psicóticas, crianças com deficiência mental, atraso de desenvolvimento e sindroma de Down, e por outro lado, a minha experiência como terapeuta de diferentes técnicas alternativas, através das quais desde o ano de 95, comecei a dar-me conta de que assistiam aos cursos que eu organizava (como por exemplo, cursos de Reiki para crianças), uma qualidade especial de crianças que eu apelidava como “os meus pequenos mestres”... Os que leram o meu livro sobre crianças índigo sabem como explico esta circunstância... Nas minhas actividades, cada vez chegam mais pais, professores, professoras, psicólogos e psicólogas que fazem confusão entre, por exemplo: Todas as crianças hiperactivas são índigos?... Na verdade, não. Todas as crianças que temos à nossa volta são índigos? Não. Também aparece o tema dos pais: os pais estão desorientados. A grande sorte que temos é que a maioria dos pais se informa. Mas, apesar da informação, pais, avós, educadores, etc., todo o mundo relacionado com o tema infantil se informa, mas por muita informação que se tenha, há muito pouca informação esclarecedora, e muita confusão a respeito do tema das crianças índigo.
A expectativa dos pais será sempre a de que, qualquer profissional, qualquer pessoa credível para eles, lhes diga: “O seu filho é especial”... Isto é o que todos nós gostaríamos de ouvir dizer dos nossos filhos, mas, infelizmente, não é assim.
Na minha experiência profissional, chegam muitos pais que têm um filho esquisito, um filho psicótico ou com um filho com necessidade de ser tratado a nível psicológico, um terapeuta vibracional, um terapeuta holístico ou inclusive, um endocrinologista, por ter funções hormonais lentas, e inclusive psicomotores, e empenham-se em aplicar-lhes a etiqueta índigo... Não é assim. Nem todas as crianças esquisitas são índigos, e nem todos os índigos são esquisitos... Há evidentemente um maior nível de informação, tanto nas escolas como em certos pais e profissionais das técnicas holísticas, mas ainda assim a confusão continua presente, e para além disso eu não quero ser pessimista de modo nenhum: eu estou apenas a traçar um percurso nesta exposição, para que saibamos em que ponto estamos no que se refere às crianças índigo, onde nos situamos neste momento.
Como todos os temas infantis, este tema sempre suscitará oportunismos. Vou-me encontrando em diferentes países, tal como em Espanha, aqui no México, claro, na Venezuela, na Argentina, com profissionais da saúde e do ensino que vêem no tema índigo, uma oportunidade de dividendos, uma oportunidade de prestígio. Agora acontece que toda a gente é um entendido em crianças índigo, toda a gente sabe de índigos, toda a gente tem filhos índigo, toda a gente tem em casa um ou dois ou doze crianças índigo, e não é assim... Não se está a tratar deste tema, com a seriedade que merece.
O que é ser uma criança índigo? Acredito que todos vós estejais informados, mas pode ser que não, e não tenho que dar isso como facto adquirido. Uma criança índigo, é uma criança que tem e que expressa a frequência índigo. E o que é a frequência índigo?É a vibração do chacra frontal. E o que é um chacra? Segundo a medicina tradicional chinesa, que é a medicina milenar, mais séria, mais verdadeira e com mais resultados de mudanças que existe – a medicina oriental – segundo a medicina oriental, o nosso corpo é formado por energia eléctrica e energia magnética. Temos e vivemos constantemente dentro de um campo electromagnético formado por 72.000 possibilidades de conexão, de possibilidades, de canais que interactuam, formando a nossa rede energética. O lugar onde coincide todo este entrançado energético ou aura, é sobre a linha média imaginária do nosso corpo, configurando aquilo que se chama os vórtices energéticos ou chacras.O sistema de chacras é o sistema de vórtices energéticos no qual se baseia a acupuntura, a digitopuntura, a cinesiologia, etc. Temos sete vórtices energéticos. Se cada um se traduzisse em comprimento de onda em relação a uma cor, daria uma cor determinada dentro do espectro, da mesma gama que o nosso arco-íris. Porque é que não se vêem? Porque não vemos as nossas auras e os nossos chacras? Não vemos porque são formados pela partícula mais pequenina que existe: o electrão... que não é visível para o olhar comum. Ou seja: não tem a massa física suficiente para ser visto. Portanto, não podemos ver os chacras, a menos que tenhamos visão áurica ou sejamos videntes. Se traduzíssemos em cor
o chacra frontal, que unifica as qualidades do hemisfério cerebral direito e do hemisfério cerebral esquerdo, veríamos que tem a cor índigo, azul-cobalto... As chamadas crianças índigo nascem já com este chacra, com este vórtice energético, acrescido das qualidades de ambos os hemisférios cerebrais mais desenvolvidas que o normal.
Todos nós, seres humanos temos a possibilidade de desenvolver o nosso chacra índigo, o nosso chacra frontal. O que é ter desenvolvido o chacra frontal,o chacra índigo? É viver de uma maneira diferente da maneira material, da maneira mental, da maneira intelectual, da maneira materialista de ser, sentir e relacionar-se com os outros e com a vida. E porquê? Porque a nossa capacidade cerebral abarca não só o nosso hemisfério esquerdo racional, intelectual, mas também abarca o nosso hemisfério direito, com todo o seu potencial e qualidades atemporais, intuitivas, psicomágicas,conscientes da realidade que há para além do que os nossos olhos vêem ou as nossas mãos tocam, ou os nossos sentidos podem perceber. Estas capacidades preferentemente unificadas, estão potencialmente ao alcance de todo o ser humano, de forma latente, mas para se desenvolverem, segundo se tenha ou não inquietação espiritual. E quando defino “espiritual”, não tenho nenhuma intenção de que seja entendido com conotações religiosas ou místicas. Refiro-me a ser consciente Consciente de que aqui podem haver presenças angélicas, guias, etc. Questões que a mente racional repudia, mas que são verdade ainda que não acreditemos nelas, e que a criança índigo, o adolescente índigo ou o adulto índigo têem tão integradas, como nós temos integrado em nós que o solo existe, o vemos e tocamos. Para eles é completamente normal e natural saber da existência de outros planos, de outros planetas, saber-se em contacto com seres da natureza como as fadas... Ver e sentir os anjos, saber que a morte é apenas uma maneira de nascer para outra realidade, etc. etc. E este tipo de informação, para eles tão natural, mete medo a alguns pais e tratam de a abafar. Noutros casos, como quando nós éramos pequenos e falávamos de anjos, de fadas e de outras vidas ( a maioria de nós, e de que já não nos lembramos), isto é, quando permitíamos que as nossas potencialidades do hemisfério direito se expressassem, motivadas também e principalmente pelos contos, as lendas... - o mundo infantil como é chamado, não é verdade? – os nossos pais não tinham o nível de informação nem o nível de consciência que têm agora as pessoas que têm filhos, pelo que, em vez de se informarem, o que faziam era “normalizarem-nos” com muitas normas. De qualquer modo, não ficamos todos muito normais, posto que os nossos filhos são índigos: os nossos filhos escolheram-nos... (risos).
Quer dizer, nós não nos assustamos nem tentamos normalizá-los, impondo-lhes normas. Tentamos informar-nos, tentamos averiguar o que há mais para além dum diagnóstico médico que diz : “o seu filho é hipercinético, o seu filho tem um sindroma de Déficit de Atenção, o seu filho não encaixa, o seu filho é um filho-problema”... Conformamo-nos com isso e damos Ritalina ao miúdo e razão à professora? Que fazer? Continuamos a informar-nos e por isso estais aqui hoje, por isso tomais como algo prioritário ver programas de T.V. ou comprar livros que falem deste assunto, prestais atenção quando há uma conferência ou quando há alguém que fale disto. E dentro deste tema, quem mais deve sentir a sua seriedade é cada um de nós, cada pai, cada educadora, cada educador, cada psicólogo, cada médico, porque dando medicação chamada “droga legal” aos nossos filhos, se são índigo, só conseguiremos atrofiar-lhes as suas capacidades glandulares de secreção hormonal,tanto do hipotálamo como da hipófise e da
pituitária. Quer dizer, as glândulas que estão no cérebro, a glândulas que servem para tudo aquilo que está relacionado não só como intelecto, mas também com a criatividade, a intuição e a sabedoria do coração.
Entre a confusão que mencionei e o oportunismo de especialistas que tiram da manga o saberem tudo acerca de crianças índigo, e que ainda nos confundem mais, o que podemos fazer? Em primeiro lugar não nos sentirmos em nenhum momento tão desamparados nem tão desorientados. Se és pai, sabes. Se és educador, sabes. Se és professor, sabes. Não é casualidade teres crianças índigo na tua sala de aula. Não é casualidade que ao teu consultório cheguem crianças índigo. Não é casualidade que um, dois ou três índigos te tenham escolhido como mãe ou pai. Tu sabes. Embora não acredites, há coisas que são verdade e esta é uma delas. Se tens perto de ti crianças índigo, é porque no teu coração, no teu hemisfério direito e no teu chacra índigo frontal sabes donde tirar essa sabedoria. , porque é evidente que estamos demasiado acostumados aos métodos, às normas, aos manuais, às receitas milagrosas, e nesta questão índigo há que trabalhar. Há que trabalhar primeiro para saber escolher... para saber escolher a escola, o profissional de saúde, para saber decidir se medicas ou não medicas o teu filho. Para saber o que devemos fazer. O nível de oferta nas escolas, de momento, é precário. As escolas estão normalmente massificadas. Uma criança índigo necessita de atenção. É preciso saber avaliar e valorizar uma criança índigo hiperactiva, para saber como distinguir a hiperactividade e a frequência índigo.
A criança índigo é um dos precursores, um dos mestres, uma das pessoas, um dos curadores que vêem alterar esta realidade. Esta realidade, não pode de maneira nenhuma continuar pelo caminho materialista, normalizado e saturado de tecnologia que leva. É precisa a criatividadeÉ preciso saber aproveitar cada vez mais do tempo livre que a tecnologia nos deixa. Quem é que nos vai ensinar? Os índigo, porque a frequência índigo, a frequência do chacra frontal é a que unifica o prático com o criativo. Porque esta sociedade e esta realidade, se não começarem a ser criativas com o seu tempo livre, e com os meios de que dispõem, se não começarem a relacionar-se com o próximo a partir do coração, vão explodir! Tanta tecnologia e tanto tempo livre em sociedades altamente culturizadas, altamente tecnológicas, como por exemplo a Suiça e a Suécia, resultaram num grande número de suicídios de crianças, de adolescentes e de adultos. Porquê? Porque há muito tempo, muito dinheiro, muita tecnologia, e não se sabe o que se há de fazer deles, porque não há educação criativa! Que casualidade, não é verdade?
Às crianças índigo, a única motivação com que as podemos ajudar, a única via para que despertem e desenvolvam toda a potencialidade que têm em si mesmos, é através da criatividade. Eles não se sentem motivados, nem lhes interessa em absoluto que na sua escola haja um programa de aprendizagem que vá do primeiro ao último mês do ano escolar, nem com a aprendizagem dos adjetivos, das proposições e da tabuada do um ao nove, para dar um exemplo, e têm que se adaptar a cumprir esse programa, que é ditado por quem? Pelo sistema educativo existente para o nosso melhor bem, e evidentemente dos nossos filhos também. Mas a criança índigo não se adapta ao método: necessita de um método que se adapte a ela. E a não ser que tenhamos a sorte de metê-lo numa escola Montessori, ou numa escola Waldorf, ou numa escola especial que não esteja massificada, na qual as pessoas que formam parte dessa escola tenham necessidade de expressar a sua vocação, amorosa e apaixonadamente, e não usem a sua profissão apenas como um meio de gerar dividendos no fim do mês... Porque quer na docência, quer na medicina oficial, há muita gente que podemos definir como “funcionários”, pois não é a mesma coisa um professor que ame as crianças e ame a sua vocação, e um funcionário que estudou uma carreira fácil, curta, agradável, com aliciantes, com bastante períodos de férias, paga pelos pais, e é tudo. Esse é um funcionário, esse não suporta as crianças, e se tem crianças índigo na sua aula,não está hoje aqui. Está a fazer uma massagem, ou um curso de inglês ou de dança, ou num bar a tomar café, porque sabe que o seu período de trabalho é remunerado, e quando acaba, “ótimo, pois estão a chegar os papais e as mamães para levarem os monstriinhos”... Em troca, as pessoas que estão aqui e que têm como vocação o amor às crianças e o amor ao ensino, sabem que têm índigos nas suas salas...Que fazemos com eles, que fazemos? Temos que recorrer ao engenho para continuar dentro do sistema, porque o sistema é um colosso tremendo e não podemos lutar contra ele, mas aumentando a criatividade e fazendo o possívei por implicar os pais no processo. Os pais devem ficar conscientes de que o seu filho é um ser especial como toda a criança, mas se além disso é um índigo, é uma responsabilidade ter um filho destes.
Um filho índigo é o futuro profissional em que estaremos todos nós, porque todos os âmbitos da sociedade de amanhã, serão formados pelas crianças de agora. Que em cada um dos profissionais do nosso futuro, haja um índigo que tenha podido expressar as suas qualidades ou potencialidades, que tenha podido expressar-se a partir da criatividade, e que tenha podido descobrir o que mais o apaixona na vida, para que seja um profissional totalmente curador. Porque a criança índigo é um terapeuta: veio para curar esta sociedade, como se disse anteriormente. Se uma criança índigo se apaixona por fazer pães, bolos, biscoitos, qualquer profissão que eleja, seja mecânico, seja médico, seja advogado, seja arquiteto, seja terapeuta holístico, seja cineasta, seja escritor, se fizer aquilo que o apaixona ( e só pode descobrir se se lhe permitir ser criativo com a sua aprendizagem), se descobrir o que o apaixona, dedique-se ao que se dedicar na vida, teremos e receberemos um amor, um nível de consciência que neste momento não temos, como devíamos e merecemos ter. A maioria dos profissionais da nossa sociedade, de qualquer sector, trabalha por dinheiro. A maioria, não todos. Quando podemos unir remuneração, profissão e vocação, é um presente do céu. E quem ama a sua profissão sabe isso. É isso que se pretende com as crianças índigo. Que a todos os níveis, quando forem adultos, em qualquer sector da sociedade em que trabalhem, onde se realizem profissionalmente, o façam através daquilo que os apaixona, e que não lhes tenha sido imposto. Mas para isso, precisam desde o início de se sentir amados, apoiados, compreendidos, e com um sistema de ensino e de aprendizagem que se adapte a eles, e não ao contrário.
Nós somos a ponte. De momento, vamos a ver que soluções temos, porque as utopias quase nunca dão resultados. O que é que podemos fazer aqui e agora, nós, os pais das crianças índigo? Primeiro, podemos pôr a mão no coração, ser sinceros conosco mesmos e saber se temos uma criança índigo ou hiperactiva, que não é a mesma coisa. Saber a partir do nosso coração e não da nossa expectativa de “ter um filho especial” (todos os filhos são especiais, absolutamente todos, sejam índigo ou não, mas temos que ser muito consequentes com nós mesmos). É preciso definir com a mão sobre o coração, até que ponto queremos comprometer-nos com o apoio e a ajuda ao nosso filho índigo, ou ao nosso possível filho índigo, porque todas as crianças hiperactivas são potencialmente índigo, embora haja diferenças, como veremos adiante. É preciso tratar normalmente o tema índigo, não exorbitar, não exagerar. Eu estou cada vez mais farta de ouvir papás e mamãs que dizem: ”porque o meu filho é índigo...” como se estivessem a falar de um Messias, dum avatar, dum iluminado... Pobre criança! Por necessidade de protagonismo dos seus pais, pela necessidade de justificar qualquer comportamento irregular, atribuem-no a ser índigo. Não, não é assim. Vamos agora ver com a mão posta sobre
o coração quais são as características e comportamentos duma criança índigo e duma hiperactiva.
Agora, na suposição de que vocês já estejam informados, já sabem, já o verificaram a partir do coração, e não a partir da razão, já sabem que têm em casa um filho índigo, ou na escola ou na consulta, o que podemos fazer? Se, como já disse a criança não se motiva, não se concentra, não se interessa, não é competitivo, não responde a chantagem, o que podemos fazer para que encaixe nesta sociedade? Antes de mais, eles não vieram para se encaixar nesta sociedade, mas sim para mudar esta sociedade. O que é que nós podemos fazer? Podemos, como dizia antes, levá-lo para uma escola Waldorf ou Montessori, ou escolher uma escola que não esteja massificada, na qual sejam quando muito 8 meninos e meninas por classe, e onde sejam tratados de maneira pessoal e humana e com atenção, nada de massificações. Podemos fazer isto? Óptimo. Não podemos fazê-lo porque a nossa economia no-lo impede ou porque vivemos num lugar onde não há estas alternativas? Procuremos outra opção. Conhecemos psicólogos ou psicólogas, conhecemos professores que sabem da existência de terapias alternativas, que sabem o que é a frequência índigo e acreditam na eficácia 100% comprovada das terapias vibracionais? Então juntemo-nos várias mães, vários pais de crianças índigo, e teremos o poder e a força para criar a nossa própria escolinha com os nossos próprios filhos, com oito, dez, doze por classe, tendo um psicólogo, um educador ou educadora, um professor ou professora, e já podemos.
A união faz a força. Temos aqui uma alternativa ao que nos oferecem as escolas massificadas, ou as escolas oficiais. Não é que porque as nossas crianças sejam especiais: elas são especializadas.São especializadas em aprender e em mostrar todo um potencial maravilhoso, sempre e quando são tratadas como elas requerem, o mesmo é dizer, duma maneira não massificada, mas criativa, incentivada com amor e, é claro – tal como direi até à exaustão – com criatividade, porque senão, não terão interesse por coisa nenhuma. Podemos fazer isto? Óptimo. Outra solução: vivemos isolados, não conhecemos outros pais, não sabemos o que fazer, não sabemos como juntar-nos, não conhecemos psicólogos - e os que conhecemos são muito materialistas, muito estritos, não sabem o que é um chacra nem isso lhes interessa, não sabem
o que é a frequência índigo, só entendem que há crianças hiperactivas com Déficit de Atenção que é preciso medicar, etc.? Não, não é viável esta proposta... Então, outra proposta: Criatividade. Se não tens outro remédio senão levar o teu filho ou a tua filha índigo para uma escola oficial ou para uma escola massificada, o que é que tu lhe podes oferecer? Vais permitir que um professor, ou um psicólogo ou um médico que não entendem nada de outras realidades, e que estão convencidos de que o ser humano só vive com 3% das suas capacidades cerebrais, vais permitir que o teu filho ou filha continue sujeito a uma avaliação da sua auto-estima e do seu rendimento escolar completamente nefasta, ou vais tomar as rédeas do assunto? O que é que lhe podes oferecer? Quais são as tuas capacidades económicas? Qual é o teu tempo livre? Sente. Pensa. Consegues participar com o teu filho, em casa, depois das aulas, em algo criativo, espontâneo, tal como moldar argila, modelar, desenhar, fazer sobremesas? Os índigo adoram participar contigo, com o pai ou com a mãe. Saber que quando chegam a casa os espera algo criativo com aqueles que mais os amam e os apoiam, serve-lhes de aliciante para se interessarem mais nas suas escolas, quer massificados, quer oficiais. Isto é um facto. Não estou a falar de utopias: já levo três anos de observação, indo e vindo... Indo, levando informação, e quando volto, colhendo resultados maravilhosos. Portanto, falo com conhecimento de causa.
Outras alternativas. Que mais lhes podes oferecer? Podes pagar para a criança frequentar aulas de pintura, de dança, de ballet, de cerâmica e coisas assim? Podes? É um incentivo. Eles são totalmente criativos, e têm muitíssima energia. Drenar essa energia com Ritalina ou outras drogas, fará com que convertamos a nossa criança índigo num vegetal, e só vai funcionar, como veremos, se ele for um hiperactivo. Se for índigo, já há estatísticas de suicídio em crianças e adolescentes, porque se lhes atrofia a sua missão de vida e o seu potencial energético, a criatividade, a paixão. Não é que sejam hiperactivos, é que são tão apaixonados, e têem tanta energia, que precisam de a escoar. Se os drogamos, podemos fazer-lhes um dano enorme, muito grande. Portanto, toma as rédeas do assunto, não esperes que venha alguém dizer-te o que deves fazer e como deves tratá-lo. Se ele te escolheu como pai, mãe, professor, professora ou terapeuta, é porque tu, em maior ou menor grau, és índigo. Não te deixes fascinar por nada nem por ninguém. Sente. Sente. Ressoa cá dentro? Não ressoa? Não te deixes fascinar nem ponhas o teu poder nas mãos de alguém que tenha escrito um livro, ou mesmo dez livros, que tenha um título de medicina, e que até há uns meses não sabia nada de chacras e agora já dá conferências sobre o tema dos índigos, ou começa a escrever livros. Sejamos criativamente sensatos. Sintamos. Não permitas que ninguém te faça crer que tens um inimigo em casa, ou um boicotador, ou um psicótico que necessita de medicação para ser controlado. Não é verdade. NÃO É VERDADE!
Se tens um índigo próximo de ti, repito: tu és índigo em maior ou menor grau. Em maior ou menor grau, tu tens seguramente, a partir do nível da alma e do nível do coração, um compromisso pactuado noutro patamar de realidade, noutro patamar de consciência. Os índigos vieram alterar esta realidade a partir da consciência, a partir do amor. Portanto, aceitemos o nosso compromisso de estar aqui e agora. Que interessa se és professora, se os tens já na tua classe, se és director de escola, se és médico convencional, e estás aqui? Tens um compromisso índigo com toda a certeza.
Como podes permitir que essas crianças índigo que tens perto de ti, se expressem? Torno a repetir: fazendo todo o possível para que os seus pais se comprometam e se responsabilizem pelo potencial dessa criança, pelas suas qualidades, que é a única coisa que podes fazer de momento. Ter reuniões, avaliar constantemente (periodicamente, claro) a sua evolução, de que forma estas crianças índigo, à margem do estabelecido e do método, podem desenvolver o seu interesse pelo mesmo método, com as alternativas que temos de momento: Apoio, amor, auto-estima, criatividade, actividades participativas, saber escutar,saber comunicar com ele ou ela, acompanhá-lo, explicar, etc. E não há mais, pouco mais. Não há receitas, não há milagres: há trabalho. Mas esse trabalho é muito gratificante...
Se tens uma criança índigo perto de ti, já sabes que desde o berço ela te olhava com uma maturidade emocional que não era normal. Já sabes que o castigo, a chantagem, a violência física ou psicológica não serve para elas. Já sabes que os castigos ou o “porque eu digo” não serve para elas, já sabes tudo isso. E sabes que ela é especial. Não permitas que ninguém saiba mais sobre ela do que tu. Não permitas. Não ponhas o teu poder nas mãos das pessoas que te aconselham a dar-lhes Ritalina ou outras drogas. Não permitas. Faz o que estiver ao teu alcance: Se te podes permitir isso, leva-o para uma escola Waldorf ou Montessori, porque geralmente o sistema deste tipo de escolas (a perfeição não existe, evidentemente) trata as crianças uma por uma, trata com integração total no que é aprendizagem, respeito na convivência com os outros reinos animal, vegetal, mineral, e inclui na aprendizagem a sensibilidade artística, as artes plásticas, tudo isto com tempo, sem expectativas e segundo o ritmo de cada criança, sem pressões nem fricções nem competições. Fala-se a partir do respeito e da ética. Não há conotações religiosas que emaranhem as suas cabecitas. Ninguém morreu em cruzes, ninguém tem que fugir de ninguém... Não se incrementam nem se fomentam as lutas sociais, mas todo o contrário. Verás crianças nestas escolas de todas as raças, cores, e idades, que aprendem a conviver e a fazer pão. Aprendem a cuidar das plantas e dos animais... Assim são as escolas Waldorf e Montessori em geral. Claro que há excepções, mas as que eu conheço são geralmente assim.
Primeira solução. Sim, é verdade que estas escolas são caras. Não nos podemos permitir esta solução? Pomo-la de lado. Segunda solução: trata de seres tu mesmo quem encontra a solução dentro das possibilidades realizáveis, viáveis, coerentes e mágicas (porque não?) que se dêem através da sincronicidade. Há uma lei que se chama “Sincronicidade”, baseada no pedi e ser-vos-á dado. Começa já, faz o teu pedido ao Universo. Porque quando alguém deseja algo pelo bem de muitos, a vida apoia-o sempre. Há excepções, quando existe uma contra-ordem: quando pedes alguma coisa e não te crês merecedor ou merecedora de o receber, tu anulas o pedido. Mas se tu pedes mesmo, tu recebes. Pede já para que se dêem as eventualidades através das quais tu conheças outros pais nas mesmas circunstâncias que tu. E que além disso possas conhecer professoras e professores, psicólogos, educadores, educadoras, que conheçam este tema tal como tu, e que tenham o nível de consciência e de compromisso que tu tens, e também que vejam como perfeitamente viável fazer uma escolita que comece por 8 ou 10 crianças, que esteja é claro, guiada pelo actual método de ensino educativo, mas adaptado às características e necessidades de cada grupo de crianças índigo. A partir do coração, não do elitismo. Não comecemos agora a ser “racistas espirituais”, tipo “aqui é uma escola índigo e não entra ninguém que não seja índigo” ... Repito: o potencial índigo é latente. Uma criança, um adulto, um adolescente, pode aumentar, desenvolver e potenciar as qualidades dos hemisférios esquerdo e direito ao longo de toda a sua vida. Não coloquemos etiquetas, porque os índigos só têm uma etiqueta: nada de etiquetas! Não há dois índigos iguais, não há etiquetas para os índigos. Mesmo que se escrevam vinte novos livros sobre índigos por mês, repito: não há etiquetas, não há classificações, porque potencialmente cada criança índigo é criativa, mística, interdimensional, clarividente e tecnológica. Ora bem: uma criança de África ou uma criança dum bairro marginal do México, não poderá demonstrar que a tecnologia é um dos seus fortes, porque nunca viu um computador na sua vida. Não poderá mostrar o seu grande potencial artístico, porque também não tem uma tela nem tintas à mão para pintar, nem nunca as viu na sua vida. Não poderá demonstrar as suas atitudes místicas ou talvez sim, quando a sua avozinha é devota da Virgem de Guadalupe e a criança fala com Ela, por exemplo... Quero dizer: não podemos pôr etiquetas às nossas crianças índigo, porque potencialmente, e se se derem as condições adequadas, elas desenvolverão todas as capacidades do hemisfério direito, que são um grande potencial para o artístico, para o tecnológico, para o intuitivo, para o terapêutico, para o interdimensional, isto se tiverem um ambiente propício. Mas se não tiverem, não acontece. Há índigos exclusivamente focalizados na arte, ou na tecnologia, ou
índigos focalizados exclusivamente na mediunidade, ou ainda focalizados em ter um poder curador nas suas mãos.
Falo das suas mãos porquê? Porque estão sempre quentinhas, e todo o calor alivia. Quando te magoas, o que fazes? Pões a mão por cima. Quando alguém se magoa, o que fazes? Pôr-lhe a mão. E isto é mais que uma ordem, é uma sabedoria do hemisfério direito conectado com o teu coração, que te diz que podes curar. Portanto, nós todos, em maior ou menor grau, somos índigo.
E para terminar com as soluções: se não conhecemos pais índigo ou se não temos forma de encontrar uma professora, um professor, uma psicóloga ou alguém que acredite no nosso projecto de ter os nossos filhos numa escola para índigos, onde se lhes dê o método do Ministério da Educação e para além disso actividades lúdicas, criativas, participativas... se esta solução também não é viável, então procura ver que nível de qualidade de tempo livre é que dispões (porque é claro que a maior parte das mães e dos pais trabalha), porque com o índigo, não se trata da quantidade, mas da qualidade de tempo. Procura ver a qualidade do tempo que tens, acredita nele ou nela, sente o ser maravilhoso que ele é, e vai perguntando a ti mesma que tipo de actividades podes realizar em conjunto com ele ou ela. Se ele te escolheu, é porque tu estás consciente de que tens um mestre em casa, mas que é ainda um menino ou uma menina. Tens que o ajudar a despertar o seu potencial, e a saber que é um mestre no futuro. Aqui e agora é uma criança ainda, e há que impor-lhe limites, há que educá-la, há que valorizá-la, estimulá-la, etc.
Tradução para português de Placídia Espinha (Portugal)
Crianças Indigo:
Muito importante para quem tem criança pequena em casa:
As Crianças Índigo Este tema é fascinante será tratado em nosso site como de suma importância.É informação essencial para pais, educadores, psicólogos, pedagogos e todas as pessoas interessadas num futuro melhor para nossas crianças e para toda a humanidade.A seguir você poderá ter uma boa introdução ao assunto das Crianças Indigo seguida de resumo extremamente bem feito do livro "The Indigo Children" escrito por Lee Carroll e Jan Tober publicado pela primeira vez em Maio/1999 e já traduzido para o espanhol (mas ainda não foi traduzido para o português),
Como diz Drunvalo Melchizedek: "As crianças vão liderar o caminho."Boa pesquisa!
"As Crianças Índigo"
Texto traduzido e adaptado por Dailton Menezes, junho 2001, que gentilmente nos cedeu o direito de publicação aqui no nosso site da Flor da Vida/Brasil.A partir da década de 80, elas começaram a chegar, mais e mais. São crianças espetaculares. Elas estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e de classes sociais. São como catalisadores para desencadear as reações necessárias para as transformações. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente no tocante ao uso de potencialidades dos hemisférios esquerdo (menos) e direito (mais). Isso quer dizer que elas vão além do plano intelectual, sendo que no plano comportamental está o foco do seu brilho. Elas exigem do ambiente em volta delas certas características que não são comuns ou autênticas nas sociedades atuais. Elas nos ajudarão a destituir dois paradigmas da humanidade:
1. Elas nos ajudarão a diminuir o distanciamento entre o PENSAR e o AGIR. Hoje na nossa sociedade todos sabem o que é certo ou errado. No entanto, nós freqüentemente agimos diferentemente do que pensamos. Dessa maneira, estas crianças vão nos induzir a diminuir este distanciamento gerando assim uma sociedade mais autêntica, transparente, verdadeira, com maior confiança nos inter-relacionamentos.
2. Elas também nos ajudarão a mudar o foco do EU para o PRÓXIMO, inicialmente a partir do restabelecimento da autenticidade e confiança da humanidade, que são pré-requisitos para que possamos respeitar e considerar mais o PRÓXIMO do que a nós mesmos. Como conseqüência, teremos a diminuição do Egoísmo, da Inveja, das Exclusões, resultando em maior solidariedade e partilha.Você pode estar se perguntando: Como estas crianças vão fazer tal transformação? Através do questionamento e transformação de todas as entidades rígidas que as circundam. Começando pela Família, que hoje baseia-se na imposição de regras, sem tempo de dedicação, sem autenticidade, sem explicações, sem informação, sem escolha e sem negociação. Estas crianças simplesmente não respondem a estas estruturas rígidas porque para elas é imprescindível haver opções, relações verdadeiras e muita negociação. Elas não aceitam serem enganadas porque elas têm uma "intuição" para perceber as verdadeiras intenções e não têm medo. Portanto, intimidá-las não traz resultado, porque elas sempre encontrarão uma maneira de obter a verdade. Elas percebem as verdadeiras intenções e as fraquezas dos adultos.A segunda entidade vulnerável à ação dos Índigos é a Escola. Hoje o modelo de ensino é sempre imposto sem muita interação, sem escutar e sem a participação dos estudantes. Simplesmente este modelo é incompatível com os Índigos, sendo portanto o pior conflito, muitas vezes superior ao existente com a Família, principalmente pela falta de vínculos afetivos ou amor. Como elas possuem um estrutura mental diferente, elas resolvem problemas conhecidos de uma maneira diferente, além de encontrar formas diferentes de raciocínio que abalam o modelo atual de ensino. Assim, através do questionamento, elas influenciarão todas as demais entidades, tais como:, Mercado de Trabalho, Cidadania, Relações Interpessoais, Relações Amorosas e Instituições Espirituais, pois elas são essencialmente dirigidas pelo hemisfério direito. Infelizmente, a missão dos Índigos é muito difícil, pois sofrerá rejeição de algumas entidades da nossa sociedade. Antes dos anos 80, os Índigos morriam muito cedo porque a freqüência de energia do planeta não era favorável a eles. Depois da nova freqüência e com um montante maior de crianças, eles começaram a causar transformações maravilhosas no nosso planeta e em breve, após uma geração, nós perceberemos claramente as modificações.O assunto sobre Crianças Índigo é fascinante e relativamente novo no campo da pesquisa. Existem poucas obras sobre o assunto. Apresentaremos aqui um resumo do Livro "The Indigo Children" escrito por Lee Carroll e Jan Tober que teve sua primeira publicação em Maio/1999 e já foi traduzido para o espanhol (mas ainda não foi traduzido para o português), obedecendo a seguinte organização:------------------------------------------------------------------------Jan Tober e Lee Carroll já apresentaram milhares de seminários em todo o mundo sobre ativação e melhoramento da auto-estima humana. Lee já escreveu 7 livros de auto-ajuda e elevação da consciência espiritual nos últimos 10 anos, inclusive com tradução para diferentes línguas. Jan é autora de numerosos artigos, fitas e CD´s relacionados com auto-ajuda. Jan e Lee têm sido convidados a apresentarem sua mensagem de esperança e amor nas Nações Unidas.Depois de muito contato com diferentes sociedades ao longo do mundo, eles começaram a perceber que existiam padrões e dúvidas comuns por parte de pais no tratamento com essas crianças. Adicionalmente, não existia literatura especializada sobre o tema, sendo que eles observaram o seguinte:
• Este não é um fenômeno norte-americano. Eles o testemunharam em três continentes diferentes.
• Este fenômeno parece ir além das barreiras culturais envolvendo múltiplas línguas.
• Este assunto escapou à atenção da mídia devido ao fato de ser muito estranho para ser considerado no paradigma da psicologia humana, que considera a humanidade como um modelo estático e imutável . Como uma regra, a sociedade tende a acreditar na evolução mas somente na forma passada. O pensamento de que nós deveríamos estar vendo um novo nível de consciência humana vagarosamente chegando no nosso planeta agora, manifestado nas nossas crianças, vai além do pensamento conservativo estabelecido.
• Este fenômeno está aumentando. Mais relatórios continuam a vir à tona.
• Há muito tempo os profissionais começaram a observar este fenômeno.
• Existem algumas respostas emergentes para os desafios. Objetivo do LivroEste livro foi escrito para os pais. É uma relatório inicial, longe de ser um relatório conclusivo sobre o assunto. É apresentado para ajudar a você e a família, dando informações para aplicação prática nas questões diárias. Este livro foi montado principalmente através do encorajamento e até pedidos insistentes de centenas de pais e professores que os autores encontraram ao longo do mundo.Forma de Apresentação do AssuntoO livro faz uma compilação de trabalhos de vários outros autores PhD´s através de artigos que representam a experiência em pesquisa ou resultante de terapias de diversos profissionais.O que é uma Criança Índigo?Uma Criança Índigo é aquela que apresenta um novo e incomum conjunto de atributos psicológicos e mostra um padrão de comportamento geralmente não documentado ainda. Este padrão tem fatores comuns e únicos que sugerem que aqueles que interagem com elas (pais em particular) mudam seu tratamento e orientação com objetivo de obter o equilíbrio. Ignorar esses novos padrões é potencialmente criar desequilíbrio e frustração na mente desta preciosa nova vida.Existem vários tipos de Índigos, mas na lista a seguir nós podemos dar alguns dos padrões de comportamento mais comuns:
• Elas vêm ao mundo com um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma.
• Elas têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresas quando os outros não compartilham isso. • Auto-valorização não é uma grande característica. Elas freqüentemente contam aos pais quem elas são.
• Elas têm dificuldades com autoridade absoluta sem explicações e escolha.
• Elas simplesmente não farão certas coisas; por exemplo, esperarem quietas é difícil para elas.
• Elas se tornam frustradas com sistemas ritualmente orientados e que não necessitam de pensamento criativo.
• Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer como questionadores de sistema (inconformistas com qualquer sistema).
• Elas parecem anti-sociais a menos que estejam com outras do mesmo tipo. Se não existem outras crianças com o nível de consciência semelhante em volta, elas freqüentemente se tornam introvertidas, sentindo-se como se ninguém as entendesse. A escola é freqüentemente difícil para elas do ponto de vista social.
• Elas não responderão à pressão por culpa do tipo: "Espere até seu pai chegar e descobrir o que você fez".
• Elas não são tímidas em fazer você perceber o que elas precisam.O termo "Crianças Índigo" vem da cor da aura dessas crianças. Existe uma amiga dos autores, que conheceram em meados dos anos 70, cujo nome é Nancy Ann Tappe. Nancy foi a autora do livro chamado "Entendendo Sua Vida Através da Cor" (Understanding Your Life Through Color). Neste livro estão as primeiras informações sobre o que ela titulou de Crianças Índigo.Como ela vê as cores? Quão preciso é isso? Nancy tem sido diagnosticada com uma situação em que dois dos seus sistemas neurológicos cruzam e isso cria uma situação em que ela, literalmente, pode ver a aura humana. Ela é como uma câmera de Kirlian, ou seja, ela vê campos eletromagnéticos, as cores e as freqüências. Ela é uma pessoa fabulosa, uma maravilhosa conselheira, metafísica e professora.Ela percebeu muito cedo que existia uma cor da aura associada com alguns recém-nascidos. Ela estava trabalhando no seu PhD. Nancy tem dito desde 1980 que cerca de 80% das crianças nascidas são índigo. E, a partir de 1995, nós temos um índice maior ainda, tanto que requer uma análise para saber o que está acontecendo. Nós estamos vendo uma nova geração de Mestres vindo para nosso planeta e elas são também chamadas de "Crianças Estrela", "Crianças Azuis" e através do trabalho de Nancy, elas são chamadas, a partir de nossa perspectiva, de "Crianças Índigo". Elas são nossa esperança para o futuro. Elas são nossa esperança para o presente. E isso, esotericamente falando, é o que está realmente acontecendo.Tipos de Crianças ÍndigoExistem quatro tipos diferentes de Índigos e cada um tem uma proposta:
1. Humanista: Primeiro, existe o Índigo Humanista que vai trabalhar com as massas. Eles serão os futuros doutores, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos. Vão servir as massas e são hiperativos. São extremamente sociais. Conversam com todo mundo e fazem amizade facilmente. São desastrados do ponto de vista motor e hiperativo, como dito anteriormente, e de vez em quando, eles vão dar com a cara nos muros, pois esquecem de pisar no freio. Eles não sabem brincar com apenas um brinquedo. Ao invés disso, trazem todos para fora e os espalham. Às vezes, não tocam na maioria destes. São do tipo que têm que ser permanentemente lembrados pois freqüentemente se esquecem das ordens simples e se distraem. Por exemplo, você pede para eles arrumarem o quarto. Eles começam a arrumar e de repente encontram um livro e começam a ler porque são leitores ferozes. Certa vez, eu estava em um vôo onde estava uma criança de cerca de 3 anos que estava aprontando. Sua mãe deu-lhe o panfleto de segurança do avião e ele o abriu todo com todas as figuras. Ele permaneceu sentado, muito sério como se estivesse lendo, muito sério e intenso na concentração. Ele estudou o folheto por uns cinco minutos e eu sabia que ele não poderia ler mas ele pensava que ele estava. Este é o típico Índigo Humanista.
2. Conceitual: Os Índigos Conceituais estão mais para projetos do que para pessoas. Serão os futuros engenheiros, arquitetos, projetistas, astronautas, pilotos e oficiais militares. Eles não são desajeitados, ao contrário, são bem atléticos como crianças. Eles têm um ar de controle e a pessoa que eles tentam controlar na maioria das vezes é a mãe se são meninos. As meninas tentam controlar os pais. Se eles são impedidos de fazer isso, existe um grande problema. Este tipo de Índigo tem tendência para outras inclinações, especialmente as drogas na puberdade. Os pais precisam observar bem o padrão de comportamento dessas crianças quando elas começarem a esconder ou a dizer coisas tais como, "Não chegue perto do meu quarto": é exatamente quando os pais precisam se aproximar mais.
3. Artista: Este tipo de Índigo é muito mais sensível e freqüentemente menor em tamanho, embora isso não seja uma regra geral. Eles são mais fortemente ligados às artes. Eles são criativos e serão os futuros professores e artistas. Em qualquer campo que eles se dediquem será sempre pelo lado criativo. Se eles entrarem na medicina, eles se tornarão cirurgiões ou pesquisadores. Quando eles entrarem nas artes, eles serão o ator dos atores. Entre 4 a 10 anos eles podem pegar até 15 diferentes artes criativas - fazer uma por cinco minutos e encostar. Portanto, se diz às mães de artistas e músicos, "Não compre instrumentos, mas alugue". O Índigo Artista pode trabalhar com até 5 instrumentos diferentes e então, quando eles entrarem na puberdade, escolherão um campo e se empenharão para se tornarem artistas nessa especialização.
4. Interdimensional: O Índigo Interdimensional é muito maior do que os demais Índigos, do ponto de vista de estatura. Entre 1 e 2 anos de idade você não pode dizer nada para eles. Eles dizem: "Eu já sei. Eu posso fazer isso. Deixe-me sozinho". Eles serão os que trarão novas filosofias e espiritualidade para o mundo. Podem ser mais valentões porque são muito maiores e também porque não se encaixam no padrão dos outros três tipos.
Dicas para reconhecer os Índigos
Os autores listam as seguintes características para ajudar a identificar se sua criança é um Índigo:
• Tem alta sensibilidade
• Tem excessivo montante de energia
• Distrai-se facilmente ou tem baixo poder de concentração
• Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela
• Resiste à autoridade se não for democraticamente orientada
• Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e matemática
• Podem se tornar frustrados facilmente porque têm grandes idéias, mas uma falta de recursos ou pessoas para assistirem pode comprometer o objetivo final
• Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou serem simplesmente ouvintes. • Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse
• São muito compassivas; têm muitos medos tais como a morte e a perda dos amados
• Se elas experimentarem muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente. Algumas Frases extraídas do Livro"Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.""Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos os que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo.""O termo Crianças Índigo refere-se aos emissários especiais enviado do Céu pelo Pai-Mãe-Criador, suportando um profundo intento.""Muitas pessoas têm dificuldades no relacionamento com esses emissários porque eles aproximam-se com crenças pré-concebidas e regras que as crianças não compartilham.""Crianças são tudo que elas precisam ser; elas são elas mesmas. Vamos deixá-las sozinhas para que elas possam ser exatamente o que elas são."Problemas que os Índigos podem experimentarExistem atributos positivos com as Crianças Índigo, mas existem também três complicações que o autor já testemunhou tanto profissionalmente como na vida particular:
• Elas demandam mais atenção e sentem que a vida é muito preciosa para deixar escapar. Elas querem que as coisas aconteçam e freqüentemente forçam situações para realizarem o desejado. Os pais facilmente caem em armadilhas de fazer para a criança ao invés de desempenhar um papel na modelagem ou no compartilhamento. Uma vez que aconteça os pais serão apenas fantoches. • Estes emissários podem tornar-se emocionalmente irritados por pessoas que não entendam o fenômeno Índigo. Eles não podem compreender porque as pessoas operam em modalidades não baseadas no amor. Porém, elas são extremamente resistentes e hábeis para ajudar crianças carentes, embora esta ajuda seja freqüentemente rejeitada. Quando jovens, eles podem ter problemas de ajustamento com outras crianças.
• As Crianças Índigo são freqüentemente tituladas como tendo ADD (Attention Deficit Disorder) ou alguma forma de hiperatividade. Em muitos casos são tratados com química quando deveriam ser tratados de forma diferente. O que podemos fazer?Estas crianças estão aqui para nos ajudar na transformação do mundo. Portanto, nós precisamos aprender com elas, principalmente escutando-as e observando-as. Não obstante, estamos relacionando algumas regras básicas que precisamos observar para não tolhermos o brilho dessas crianças:
• Trate os Índigos com respeito. Honre sua existência na família.
• Ajude-os a criar suas próprias soluções disciplinadas.
• Dê a eles escolha em tudo.
• Nunca os diminua, nunca.
• Sempre explique o por quê de você dar instruções. Escute essas explicações por você mesmo. Não parece estúpida a expressão "porque eu disse que deve ser assim"? Se você concorda com a estupidez de expressões assim, então reconsidere suas instruções e as mude. Eles o respeitarão por isso e esperarão. Mas se você der a eles ordens autoritárias e ditatoriais sem bondade e razões sólidas, essas crianças o derrotarão. Elas simplesmente não vão obedecer e o que é pior, elas vão dar uma lista de motivos que desclassificam suas intenções. Algumas vezes suas razões podem ser simples, como por exemplo, "porque isso vai me ajudar hoje pois estou realmente cansado". A honestidade vencerá como nunca antes. Eles vão pensar sobre isso e acatarão.
• Faça deles um parceiro no relacionamento. Pense bastante sobre este aspecto.
• Quando crianças, explique tudo que você estiver fazendo para eles. Eles podem não entender, no entanto, eles perceberão sua consciência e honra por eles. Esta é uma tremenda dica antes deles aprenderem a falar.
• Se problemas sérios desenvolverem, teste-os antes de iniciar tratamento baseado em drogas.
• Provenha segurança no seu suporte a eles. Evite crítica negativa. Sempre deixe-os saber que você os apoiará em todos os momentos. Eles crescerão de encontro com suas verbalizações e irão surpreendê-lo durante o processo. Então, celebrem juntos. Não os faça simplesmente realizar, mas permita que eles façam com encorajamento.
• Não os diga quem eles são, ou o que eles vão ser no futuro. Eles sabem melhor que você. Deixe que eles decidam suas áreas de interesse. Não os force a entrar em algum ofício familiar ou em algum tipo de negócio porque isso é que a família vem desempenhando por gerações. Estas crianças absolutamente não serão seguidores. Dicas no relacionamento com Índigos
• Os Índigos são abertos e honestos, isso não é uma vulnerabilidade mas a maior força. Se você não for aberto e honesto com eles, mesmo assim eles serão com você, no entanto, eles não o respeitarão.
• Marasmo pode trazer arrogância para os Índigos, portanto não os deixe cair no marasmo. Se eles agem de forma arrogante, isso significa que eles precisam de novos desafios e novos limites. Alimente seus cérebros mantendo-os ocupados da melhor forma possível.
• Pais, professores e orientadores devem estar aptos para definir e manter limites claros, ainda que suficientemente flexíveis para mudar e ajustar esses limites quando necessário, baseados no crescimento emocional e mental, pois os Índigos crescem rápido. Ser firme mas justo é necessário para a segurança deles e para nossa.
• A mensagem dada e transmitida pelos adultos deve ser mais prazerosa do que dolorosa, e mais baseada no amor do que no medo.
• Mantenha a criança informada e envolvida.
• Evite mal-entendidos simplesmente dando explicações.
• Não perca a paciência com sua criança.
• Evite dar ordem (verbos no imperativo). Ao invés de ordens verbais, utilize o toque para chamar a atenção deles. Eles são muito sensíveis ao tato (toque no ombro, aperto de mão, abraço, etc).
• Mantenha sua palavra.
• Negocie com cada situação.
• Não esconda nada e não use linguagem abusiva.
• Deixe sua emoção mostrar amor e não ódio.
• Se uma repreensão é dada, crie situações de dar um tempo ou folga.
• Discuta a situação geradora da repreensão após seu término.
• Depois de tudo, sempre reúna com a criança e reveja se houve um aprendizado e crescimento após a repreensão.
• Importante, lembre-se que punição não funcionará com essas crianças. Punição é diferente de repreensão. Punição é baseada na culpa enquanto que repreensão é baseada num crescimento ou melhoramento.Cuidados com os métodos educacionais nas escolas.Na educação ou na escolha de escola devemos ter em mente que nós temos que ensinar as crianças como pensar e não o que pensar. Nossa regra não é passar o conhecimento, mas, ao invés, a sabedoria. Sabedoria é o conhecimento aplicado. Quando nós somente damos conhecimento para as crianças, nós estamos dizendo a elas o que pensar, o que elas supostamente devem saber e o que nós queremos que elas acreditem que seja verdade.Quando nós damos às crianças sabedoria, no entanto, nós não dizemos a elas o que pensar ou o que é verdade. Ao invés disso, nós dizemos a elas como obter sua própria verdade. Naturalmente, nós não podemos ignorar o conhecimento quando ensinamos sabedoria, porque sem conhecimento não existe sabedoria. Um certo montante de conhecimento deve ser passado de uma geração para a próxima, mas nós devemos deixar as crianças descobrirem por elas mesmas. O conhecimento é freqüentemente perdido, mas a sabedoria nunca é esquecida.Os velhos padrões de energia são baseados na crença fundamental que as crianças são vasos vazios que devem ser preenchidos com conhecimento pelos experts, os professores. Os professores usam técnicas de envergonhar e comparar os estudantes com a idéia que isso trará motivação. Nesta atmosfera, qualquer criança que não se encaixa neste modelo será considerada como tendo problema.O problema com este sistema é que as crianças aprendem a encontrar suas necessidades por atenção e reconhecimento de uma forma negativa.Aspectos Espirituais dos ÍndigosOs novos meninos índigos, eu me refiro a eles como os Pequeninos, chegaram aqui para nos dar um novo entendimento da humanidade. Eles são presentes para os pais, para o planeta e para o universo. Quando honramos os Pequeninos como presentes, nós vemos a sabedoria divina que eles trazem para ajudar a crescer a vibração do Planeta Terra.O passo mais importante para entender e comunicar com essas novas crianças é mudar nossa forma de pensar a respeito delas. Derrubando nossos paradigmas para honrar os Pequeninos como presentes ao invés de problemas, você abrirá as portas para entender a sabedoria deles e a sua própria. Os Pequeninos honrarão seu intento e um caminho para o entendimento aparecerá.O crescente uso de medicações psicotrópicas reflete nosso desconforto mundial com a mudança. Nós estamos no limiar de deixar o velho mundo, baseado em competição, ciúme e inveja, e entrar numa nova era fundamentada em cooperação, amor e conhecimento de nossa unicidade. A velha energia está deixando caminho para a nova energia. As crianças que recentemente estão encarnando são diferentes das gerações anteriores. Elas são chamadas de "Crianças da Luz", "Crianças do Milênio" e "Crianças Índigo" por uma boa razão. Estas crianças são altamente conscientes, sensíveis e com psíquico perfeito. Elas também têm tolerância zero para desonestidade e falta de autenticidade. Elas sabem quando alguém está mentindo instantaneamente. Imagine quão difícil é para estas crianças estarem em um sistema educacional que tem muita falta de autenticidade, tais como: "Vamos fingir que nós gostamos de estar aqui. Não vamos discutir quão infelizes nós todos somos para sermos forçados a vir a este lugar para aprender/ensinar coisas que não temos certeza da aplicação prática em nossa vida real". Em casa, os adultos freqüentemente tratam suas crianças com desonestidade. Por exemplo, os pais escondem coisas dos seus filhos. Essas intuitivas crianças sabem quando alguma coisa está errada. Elas perguntam ao Pai ou a Mãe para confirmação destes sentimentos. Se os pais negam a verdade, isso pode conduzir essas crianças à frustração. Elas não sabem como conciliar a disparidade entre o que elas sentem por dentro (verdade) com o que os adultos dizem (inverdade).As Crianças Índigo encarnaram neste tempo por uma razão muito sagrada: para introduzir uma nova sociedade baseada em honestidade, cooperação e amor. Quando elas atingirem a fase adulta, nosso mundo será vastamente diferente do que é hoje. Nós não mais teremos violência e competição. Nós recordaremos da nossa habilidade para manifestar nossas necessidades, portanto não haverá necessidade de competir com os outros. Desde que nossas habilidades telepáticas naturais serão restabelecidas, mentir será impossível. E porque todo mundo perceberá a unicidade que existe entre todos os seres viventes, a solicitude será a base da sociedade. Nós incorremos em um grande débito de karma se interferimos na missão divina dessas crianças. Será extremamente importante que ajudemos a conduzir essas crianças para o sucesso espiritual. Para fazer isso, precisamos ser muito honestos com elas. Quando uma criança perguntar-lhe alguma coisa, mesmo que isso o faça sentir desconfortável, diga a eles a verdade. Eu freqüentemente rezo pedindo sabedoria para falar com minhas próprias crianças, para que possa falar a verdade de uma maneira amável. Se você se sente desconfortável ao falar a verdade para sua criança, deixe que ela saiba disso. Você não precisa virar confidente, mas é importante honestamente compartilhar seus sentimentos com ela. Dessa maneira, você se tornará uma modelador positivo que mostra às crianças como honrar suas emoções.Nós estamos aprendendo da metafísica e suas fontes que estas novas crianças vindas para o planeta são de longe mais conscientes espiritualmente. Isto não significa que todos os Índigos vão crescer no ministério e como gigantes espirituais. Isso realmente significa que eles chegaram com um diferente nível de consciência, maior do que o nosso. De acordo com a maioria das fontes espirituais, estas crianças não somente estavam sendo esperadas mas elas são prova de uma evolução da consciência humana, além da velha energia das gerações anteriores. Elas são pacificadoras, almas velhas e sábias e uma suprema esperança de coisas melhores neste planeta. Elas estão interessadas em fazer as coisas cheias de paz em casa entre os pais. Elas importam de longe além das normas esperadas para as crianças e estão transbordando sabedoria que nos faz ficar sem fala. Seus instintos humanitários vêm já prontos e mostram as características delas desde o início. Elas são portanto um novo passo evolucionário na humanidade.Questões relacionadas à SaúdeExistem duas disfunções claramente associadas aos Índigos: ADD (Attention Deficit Disorder) Desordem de Déficit de Atenção e ADHD (Attention Deficit Hyperactive Disorder) Desordem Hiperativa de Déficit de Atenção. Os Índigos são freqüente e erroneamente diagnosticados como ADHD ou ADD porque se recusam a obedecer. Quando assistimos ao filme de Clint Eastwood, nós aplaudimos a rebeldia dele. No entanto, quando o mesmo espírito está evidente nas crianças, nós damos drogas a elas (Ritalin é a droga mundialmente usada).
Diante disso, é importante enfatizar os seguintes pontos:
1. Nem todos os Índigos são ADD ou ADHD.
2. Nem todas as crianças com ADD ou ADHD são Índigos.Algumas pesquisas, como a encontrada em [mediconsult.com], estimam que existem de 3 a 5 milhões de crianças ADHD. Se adicionarmos aquelas com deficiência de aprendizado, o quadro pode chegar a 10 milhões de crianças ou mais. Sendo assim, a entidade NIMH (National Institute of Mental Health) - Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, passou a considerar ADHD como uma prioridade nacional com liberação de muita verba para pesquisa. Entre várias pesquisas, destacaremos a chamada CRP:Polaridade Reversa Crônica (CRP)Keith R. Smith descobriu a polaridade reversa crônica (CRP) como um remédio para a síndrome da fadiga crônica há anos atrás por acidente. Desde então, ele tem percebido que muitos dos sintomas de ADHD em crianças são idênticos ao CRP em adultos. Quando ele começou a testar crianças com ADHD suas suspeitas foram confirmadas. Quase todas as crianças com ADHD que estiveram em seu consultório apresentaram polaridade reversa crônica. Uma vez que ele adicionou remédio herbáceo para esta condição como pré-requisito para um plano nutricional, coisas maravilhosas começaram a acontecer para as crianças. Elas começaram a responder ao tratamento e melhoraram. A maioria delas se tornaram "boas".Todo sistema e processo no corpo físico é baseado em eletricidade. Em nossos processos mentais, o sistema imunológico e o coração são todos parte de um vasto sistema que utiliza eletricidade. O corpo humano é um sistema elétrico que se auto-contém e se auto-gera. A qualquer momento em que a eletricidade está em operação, campos magnéticos são criados, sendo que campos magnéticos possuem polaridade: isto é, possuem pólo norte e pólo sul. Se você submeter um ímã ao stress, ele reverterá a polaridade, ou seja, em essência, os pólos norte e sul serão trocados.Desde que o corpo humano é baseado em eletricidade e tem um campo magnético sutil, certas condições tais como stress poderão reverter os pólos como num ímã. Isso pode ser temporário e é tratado como tal por vários profissionais de medicina alternativa/holística. Na prática, ele descobriu que a polaridade reversa pode durar muito e pode ser difícil de curar sem um entendimento perfeito de uma variedade de condições.Ele foi levado a descobrir que a polaridade reversa freqüentemente se torna crônica e parece ser o maior fator na causa de: síndrome da fadiga crônica, depressão, ansiedade, doenças do sistema imunológico, câncer, ADHD e muitas outras disfunções que não parecem se curar com tratamentos padrões. Sintomas variados criam confusão de como tratar o problema, que geralmente passa desapercebido, até o aparecimento de um sintoma mais pronunciado.
O Sistema Elétrico do CorpoA condição de polaridade reversa enfraquece a força elétrica do corpo. Stress prolongado é a maior causa disso. Como a carga elétrica do corpo enfraquece, sintomas ocorrem como sinais de aviso. Se a carga do corpo cair abaixo de 42 hertz, o sistema imunológico não pode resistir a doenças. Nos estágios iniciais de CRP, os sinais de aviso do corpo podem incluir dor nas costas, músculos rígidos, ou dor de cabeça; se nós não dermos atenção a estes sintomas e não pararmos para recarregar nossa força elétrica, os sintomas podem piorar para fadiga extrema, depressão, ansiedade, enxaqueca, dormência e dor crônica em áreas fracas.Com a polaridade revertida, o sistema de auto-preservação torna-se inativo. Os sinais elétricos usuais para o sistema imunológico parecem destruir ao invés de proteger. Alguns principais sintomas de CRP tem um paralelo exato com os sintomas de ADHD; por exemplo, memória recente fraca e problema de concentração.De acordo com diagnóstico da Associação de Psiquiatria Americana, o diagnóstico de ADD e ADHD requer 9 sintomas de falta de atenção e 9 de hiperatividade/impulsividade, que podem desenvolver antes dos 7 anos e persistir por no mínimo 6 meses e que sejam suficientemente severos para interferir nas atividades sociais e escolares normais:Falta de Atenção
1. Prestam pouca atenção aos detalhes e cometem erros sem se importarem
2. Têm dificuldades de prestar atenção
3. Não escutam as pessoas
4. Não possuem continuidade nas tarefas sem terminá-las
5. Têm dificuldades de organização
6. Evitam atividades com um substancial esforço mental ou concentração
7. Freqüentemente perdem coisas necessárias na escola e em outras atividades diárias
8. Ficam distraídos facilmente
9. Freqüentemente se esquecem de atividades rotineiras. Hiperatividade/Impulsividade
1. Freqüentemente irrequietos e retorcendo
2. Freqüentemente abandonam o assento quando deveriam permanecer assentados
3. Sempre correndo e subindo em lugares impróprios
4. Têm dificuldades em se encaixar em jogos mais moderados ou em outras atividades
5. Estão sempre em movimento como se tivessem um motor
6. Falam demais
7. Soltam respostas prematuramente
8. Têm dificuldades em aguardar a vez
9. Freqüentemente interrompem e atrapalham os outros.Segundo Keith R. Smith, a polaridade reversa crônica é contagiosa, não causada por germes mas pela proximidade. Se você colocar uma bateria carregada próxima a uma descarregada, a bateria carregada perderá carga. Da mesma forma, crianças circundadas por pais estressados (CRP), ou no útero de tais mães, podem ter sua polaridade revertida inconscientemente pelos pais. Isso freqüentemente ocorre antes do nascimento e continuam à medida que a criança desenvolve sem intervenção para quebrar o ciclo. Ele prevê que pesquisadores vão provar que isso cria desequilíbrio químico no cérebro e desordem nervosa desencadeando os sintomas já mencionados.ResumoNa pesquisa sobre as Crianças Índigo, alguma coisa se tornou quase aparente para nós: mesmo embora estas crianças formem um grupo relativamente novo, sua sabedoria sem idade está nos mostrando um nova e mais amável maneira de estar, não só com elas mas com cada um de nós.(Traduzido, adaptado e gentilmente cedido por Dailton Menezes, junho 2001.)Alguns Links para o Assuntohttp://www.kryon.com/http://www.indigochild.com/"Through the Eyes of a Child" - conjunto de 2 fitas de video de Drunvalo Melchizedek (somente em inglês). Ou, se você for aluno da FOL/Brasil e morar em São Paulo, consulte-nos para se associar e poder acessar o arquivo de vídeos de nossa videoteca.
O Contrato entre Pais e FilhosAntes de uma alma encarnar na Terra ela seleciona um local e a família que preencherá as suas necessidades espirituais de crescimento e evolução. Vocês podem estar certos que as vossas crianças os selecionaram por uma razão que as conduzirá ao crescimento delas assim como também ao vosso, pois estes contratos de alma são sempre de natureza mútua.Os pais se responsabilizam por criar a alma que chega a seu corpo jovem assim como protegê-la e dar-lhe tudo o que necessita para sobreviver no plano material. Os pais também se responsabilizam por ajudar no desenvolvimento de quaisquer habilidades e talentos que possam fazer parte da missão espiritual da criança neste planeta. A criança, por sua vez, responsabiliza-se em ajudar os pais a elevarem a sua consciência através da convivência com uma alma de vibração superior e de mais profunda sabedoria. Este é o caminho natural da evolução, onde a alma da criança está sempre numa espiral superior de evolução e podendo, portanto, auxiliar os pais a também evoluírem. Mas os pais necessitam estar conscientes desta dádiva. Tantos pais adormecidos vêem suas crianças como seres vulneráveis, que necessitam ser controladas e moldadas, que são incapazes de ver a sabedoria e a dádiva que vem com cada criança. Na futura Nova Terra, cada criança que nascer será reconhecida por sua sabedoria como alma. E os pais estarão conscientes de seu contrato com a criança, e buscarão cumpri-lo juntamente com suas obrigações materiais para o bem estar físico da criança. Criança ÍndigoOs pais que aceitam apoiar e criar uma criança da vibração Índigo concordaram em ser os zeladores de uma alma que traz uma nova forma de energia para o Planeta. Crianças Índigo são almas pioneiras e seus pais acordaram em juntarem-se a eles para serem os pioneiros de novas formas de vida familiar e comunitária. A missão da alma da criança é questionar e desafiar velhas formas e criar o caminho para a manifestação de novas formas. Uma criança Índigo é também sensível, amorosa, talentosa e intuitiva. Os pais responsabilizam-se em encontrar formas de estimular esta sensível e bela energia e ajudar no desenvolvimento dos dons e talentos da criança até ao ponto que puderem. A criança, por sua vez, se compromete a ser a instrutora de novos caminhos. Mas para fazer isto precisa desafiar e questionar os velhos caminhos. A criança Índigo faz isto de duas maneiras. Primeiramente, ele ou ela questiona ou desafia todos os sistemas de crenças e “regras” que vocês ou qualquer outra pessoa tente impor a elas. Desta forma elas lhes mostrarão o que funciona para elas e o que não, e dependerá de vocês, como pais, ouvirem e aprenderem, e não tentarem impor a vossa vontade a elas. O segundo método de ensinamento é a criança prover um “espelho” para os pais. A criança aceita os padrões disfuncionais que os pais estão a fazer prevalecer nas suas vidas. Estes padrões têm geralmente a ver com a baixa auto-estima e a não aceitação do eu. É por isto que tantos Índigos entram em padrões auto-destrutivos de abuso de drogas e promiscuidade sexual. Eles estão refletindo de volta à suas famílias e comunidades os padrões auto-destrutivos que eles aprenderam. É também por isto que muitos pais de Indigos lutam com os padrões de comportamento aparentemente destrutivos dos adolescentes Índigos. Os pais precisam compreender que necessitam examinar os seus próprios padrões destrutivos e começar a vivenciar padrões mais amorosos e revigorantes que auxiliem a si e à suas crianças. Quantos pais preenchem suas mentes e corpos com pensamentos e substâncias tóxicas e gastam seu tempo com trabalhos que não gostam, anulando os seus verdadeiros sentimentos? A vossa criança Índigo o alertará disto e será o vosso guia para libertá-los destas formas de ser aprendidas e herdadas. Elas vos ajudarão a despertarem para quem e o que vocês são e para o que vocês são capazes quando são verdadeiros consigo mesmo.
Crianças Cristal
A criança da vibração Cristal traz um tipo diferente de contrato com os pais. Pode-se dizer que onde as Índigo são a equipe de demolição, as Cristal são os construtores. É por isto que Índigos e Cristais encarnam com tanta freqüência na mesma família. Isto permite que sejam removidas as velhas estruturas e as novas sejam construídas. Mas uma criança Cristal é um ser de vibração muito alta e a missão de sua alma inclui trabalhar na Rede Planetária Cristal e manter a energia para facilitar a mudança global. Assim sendo, o contrato com a criança Cristal é ainda mais desafiador para os pais que precisam compreender que esta pequena criança é também uma alma sábia e poderosa cujo trabalho se estende além dos estreitos perímetros da família. É por isto que as crianças Cristal estão frequentemente estressadas e super-energizadas. Elas estão trabalhando com as energias daqueles à sua volta, não apenas ao nível familiar, mas também ao amplo nível comunitário. O desafio é dos pais em compreenderem a natureza do trabalho do ser e alma da criança Cristal e tentarem apoiá-los de acordo. Em retorno, a criança Cristal auxiliará no crescimento espiritual dos pais. A criança Cristal é capaz de “atrair” para a vida dos pais as pessoas e eventos que os pais necessitam para seu desenvolvimento. Isto é porque a consciência da criança Cristal frequentemente se estende de forma muito ampla e pode localizar e atrair aqueles seres que poderão ser mais benéficos naquele momento para a família. Portanto, pais de crianças Cristal frequentemente se encontram numa trilha de acelerado crescimento e desenvolvimento que é a dádiva de sua criança. O crescimento espiritual irá auxiliar mais frequentemente a criar um nível superior de consciência dentro da família e também a criar novas formas de interação familiar e respeito. O ensinamento mais poderoso aqui é o da “Igualdade do ser”. A criança Cristal presenteia a família com energias poderosas, amorosas e criativas. É o “equivalente” dos pais e precisa ser tratada com exatamente o mesmo amor, respeito e honra. No futuro, as crianças serão consideradas como iguais e com “direitos” iguais na família e não apenas como dependentes. As crianças serão consultadas nos assuntos familiares que as afete e lhes serão dadas opções e escolhas. Este é o ensinamento delas e seu contrato com vocês, como pais – honra, respeito, apoio e amor, que é mutuo e mutuamente benéfico. Arcanjo Miguel através de Célia Fenn http://www.starchild.co.za/portuguese/channel14por.html#two
As Crianças índigoUm novo conceito, um passo para nossa evolução. Um fenômeno cada vez mais crescente está ocorrendo em todas as partes do mundo. Crianças índigo é uma tendência que aumenta a cada dia. Não se sabe quando começaram a chegar, mas foram constatados alguns casos nos anos 70, mas o planeta não tinha estrutura e condições para agregar os índigos que foram massacrados pela sociedade bem solidificada nos seus limites Porém cerca de 90% das crianças que nasceram nos anos 80 foi constatado como índigos, e eles vêm nos ensinar muitas lições. Crianças com características jamais catalogadas estão aparecendo, com capacidades além da compreensão que marcam um momento de profundas mudanças na humanidade, sejam elas sociais, educacionais, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e de classes sociais. O termo Criança índigo vem da cor de suas auras, de um tom azul, inédito em nosso mundo até então. Essas crianças são diferentes. Seus cérebros atuam de maneira diferente nos hemisférios direito (mais) e esquerdo (menos) fazendo com que elas vão além do plano intelectual e criem verdadeiras revoluções nos planos comportamentais, além de serem pessoas que “pensam com o coração”. Essas crianças sabem quem elas são, e uma de suas características mais marcantes é o modo com o qual atuam: onde pensamento, emoção e ação atuam juntos sem maiores interferências da dualidade da terceira dimensão. Elas já nascem verdadeiros mestres e esperam que as pessoas ao redor sejam mestres de suas vidas também, e irão pressionar até que isso seja uma verdade. Um dos maiores desafios que essas crianças têm como missão é resgatar e corrigir a nossa incapacidade de “fazer acontecer” aquilo que temos como ideal. A grande maioria das pessoas tem idéia do que é preciso ser feito, onde estão as faltas e os erros, e ao mesmo tempo, ou não se movem ou evitam se chocarem contra esses desafios. Os índigos não, eles observam, e no instante que se sentem chamados para corrigir estes erros, tomam aquilo como uma cruzada, e com suas mentes e corações unidos, eles tendem a corrigir as falhas. Eles nos ajudarão nesse aspecto, onde até então não conseguimos agir de maneira coerente com o que almejamos e temos com ideal. Além disso, todas as regras burocráticas tendem a cair com eles, pois as regras limitadoras do passado não se aditam ao perfil dessas crianças, que não gostam de filas, não gostam de seguir regras apenas por seguir, e de ordens absolutas sem maiores razões do tipo” ele ta mandando então vamos fazer não é?” Não. Nada disso tende a se manter como vem se mantendo, e essas crianças serão as futuras e no futuro veremos mudanças, e revoluções comportamentais por conta delas .Eles também têm um forte foco de partilha e solidariedade naturais, e onde era o foco do “eu” passa ser o de “nós”; onde o respeito mútuo será evidenciado e uma sociedade mais próxima de uma unidade estará surgindo a partir daí. Isso criará mudanças comportamentais importantes e se chocará com todo tipo de egoísmo e exclusão As ações dos índigos causam polêmica e repercussão. Sua atuação é sentida na escola, no lar e todas as instituições que exerçam controle e regras que servem para um outro padrão mais dominável. Mas como estas crianças conseguirão fazer todas essas mudanças, e como podemos ter a pretensão de esperar um mundo melhor com crianças diferentes? O primeiro alvo será a família, que entrará em ebulição conforme o comportamento não se adapte aos padrões sinceros e autênticos dessas crianças. Há uma geração atrás era comum vermos famílias onde as crianças eram obrigadas a acatar as regras de seus pais, e o respeito era confundido com medo e culpa, fazendo o indivíduo se dobrar para estes padrões. Aqui entra um dos principais problemas: quem acaba se dobrando são os pais, pela imunidade a culpa dessas crianças, e pelo fato de respeitarem a autenticidade e a razão. Tudo deve ser explicado, conversado, deve haver uma razão coerente para negar, ou limitar a criança de seus atos, que para elas é correto. Aqui fica um ponto importante: Repressões insólitas “justificadas” apenas pelo fato dos pais comandarem as regras, trarão problemas, e se por demais repreendidos. Essas crianças tendem, na medida em que não encontram mais forças de serem o que realmente são, tenderão a atrofiar suas capacidades mentais, extra-sensoriais e comportamentais, e o que era dinâmico e surpreendente, passará sim a ser um grande problema. Os índigos são imunes à culpa, e a menos que seja muito bem explicado o motivo da interferência dos pais ou educadores, eles não darão ouvidos e não acatarão ordens castrantes ou limitadoras. Em exemplo disso veja só como muitos de nós fomos educados: Joãozinho pare!Desça daí!” “Mariazinha pare de mexer nas plantas, eu estou te avisando...” Ordens desse tipo não possuem bases de argumento algum para fazê-los compreender , respeitar e seguir. Por isso são repreendidos, pois desacatam autoridades banais! Escute: bem infantil a idéia de “faça isso, pois eu estou mandando!” não é? Pois bem... os índigos também acham e não admitem isso. Agora algo do tipo... “Maria, porque você está mexendo nas plantas? Olha querida... cuidado para você não fazer sujeira e cuidado para não ferir as plantas ta ok?”&;Escute; bem mais adulto, e bem mais fundamentado e isso poderá ser mais respeitado. Diálogo... Desde muito novos (afirma-se que mesmo aos 2 anos alguns casos já causam este tipo de problema) A escola estará sujeita a mudanças; pois como as crianças índigo são mais sensíveis a vínculos afetivos, o modelo antigo impessoal, quadrado e limitativo, estarão ameaçados; seus dirigentes deverão fazer alguma coisa no momento em que verem que não é um que não se adequou ao sistema, mas o sistema que não se adapta mais aos padrões das crianças de hoje. A comum falta de interatividade, passividade, e rotina mecânica e racional das salas de aula não condizem com as capacidades de adaptação e aprendizado dinâmico que essas crianças possuem, uma vez que não encontrando a saída de um problema, possuem a imaginação e criatividade de encontrarem outros caminhos inéditos e curiosos, fazendo seus professores aprenderem com eles. No momento em que começam a falar eles já começam a questionar, e os pais devem estar atentos às repostas, pois seus filhos índigos entenderão quando estão, e quando não estão sendo levados a sério. Uma característica importante é que estas crianças nutrem respeito pelas pessoas sinceras e verdadeiras. Noções de respeito sobre a idade, posição social e tudo o mais que estamos acostumados, tendem a se conflitar com a nova moçada que só respeita o respeitável. É muito triste quando uma dessas crianças perde a confiança em alguém. Pessoas falsas ou com personalidade ludibriosa costumam ser desmascaradas, na presença destas crianças que fazem interrogatórios como se pudessem ver o intimo de cada um (e verdadeiramente podem!) Olham as pessoas nos olhos e ali, munidas de percepção extra-sensorial, já sabem quem esta mentindo ou escondendo alguma coisa; isto ajudará em muito a humanidade a ser mais autêntica, e na hora de se cumprimentarem não será necessário dizer “olá esta tudo bem?”. Mesmo quando nenéns ainda, são surpreendentes. Por mais que possa parecer que não entendem uma só palavra, devemos levar em consideração que sua linguagem e percepção estão além da terceira dimensão, limitada, dual e racional, estão além, na quarta dimensão ou dimensões ainda maiores, e palavras ditas com o coração são compreendidas por elas, quando choram podemos conversar com elas.... “A mamãe esta trocando sua fralda para você ficar mais a vontade e cheirosa e não para ficar mais irritada e poderá dormir prazerosamente bem como merece!!!!!!! (isto dito com o coração repleto de sinceridade e intenção, com a certeza de que a criança está entendendo tudo, pois realmente está). Características comuns apresentadas por uma criança índigo:
-Elas nascem, sentem-se (e agem) como nobres;
-Acreditam merecer estar nesse mundo e se surpreendem quando as outras pessoas não pensam da mesma maneira;
-Tem dificuldades em lidar com autoridades absolutas (sem explicação ou possibilidade de questionamento);
-Recusam-se a desempenhar determinadas tarefas. Esperar em uma fila, por exemplo, é algo difícil para elas;
-Frustram-se com sistemas ou tarefas que seguem rotinas rituais repetitivos e que não possam usar criatividade;
-Costumam identificar maneiras mais eficazes de fazer as coisas, tanto em casa quanto na escola, o que as torna verdadeiras “destruidoras de sistemas” (não se adaptam a qualquer tipo de convenção);
-Parecem não se relacionar bem com pessoa alguma que não seja igual a elas. Se não encontrarem ninguém com quem possam compartilhar suas idéias e opiniões fecham-se e sentem-se incompreendidas. A escola normalmente é uma experiência difícil para elas em termos sociais; -Não respondem a técnicas de disciplina associadas à culpa (“espere só até a hora em que seu pai chegar e ver o que você fez”); -Não tem vergonha ou problemas em expressar suas necessidades.
• Tem alta sensibilidade;
• Tem excessivo montante de energia;
• Distrai-se facilmente ou tem baixo poder de concentração;
• Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela;
• Resiste à autoridade se não for democraticamente orientada;
• Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e matemática;
• Podem se tornar frustrados facilmente porque têm grandes idéias, mas uma falta de recursos ou pessoas para assistirem pode comprometer o objetivo final; • Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou serem simplesmente ouvintes;
• Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse;
• São muito compassivas; têm muitos medos tais como a morte e a perda dos amados;
• Se elas experimentarem muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente; Veremos agora uma pequena relação dos tipos índigo constatado: (O texto abaixo refere-se aos tipos de índigo e foi 100% extraído do livro “Crianças Índigo” de Lee Carrol e Jan Tober Ed. Butterfly)
1-HUMANISTAS: São do tipo que trabalham com as massas. Serão os médicos, advogados, vendedores, professores, executivos, e políticos, de amanhã. Hiperativos e extremamente sociáveis, conversam com todos com todos, são sempre muito simpáticos e tem opinião própria. Podem agir de maneira estranha, pois sendo hiperativos acabam às vezes batendo contra uma parede, por exemplo, por se esquecer de parar. Não conseguem brincar com um brinquedo apenas. Têm de tirar todos do armário, nem que seja só para ficar olhando para eles. São do tipo que precisam ser constantemente lembrados de seus deveres; como organizar seu quarto, por exemplo, pois são capazes de iniciar a limpeza, mas, ao verem um livro, sentam-se para ler, ficam completamente distraídos e se esquecem do que estavam fazendo. Aliás, os humanistas são leitores vorazes. Ontem eu estava em um avião e um índigo de três anos estava fazendo barulho ao meu lado até que sua mãe lhe deu um folheto de regras de segurança de vôo para ler. Ele parou, sentou-se, abriu o folheto e começou a olhar as figuras com ar muito sério como se estivesse lendo o texto com muita atenção. Ficou ali, quieto durante uns cinco minutos. Obviamente não conseguia ler, mas parecia mesmo estar. Este é o típico índigo humanista.
2- CONCEITUAIS: Interessam-se mais por projetos do que por pessoas. Serão os engenheiros, arquitetos, designers, astronautas, pilotos e oficiais militares do futuro. São normalmente crianças de porte grande e atlético. Tendem a controlar situações e pessoas, especialmente suas mães, se forem meninos e seus pais, se forem meninas. E quando conseguem podem ter grandes problemas. Esse tipo de índigo tem propensão ao vício, especialmente as drogas durante a adolescência. Os pais precisam monitorar de perto o comportamento desse tipo de criança, especialmente quando parecem estar tentando esconder alguma coisa. Quando dizem ”não quero que entrem no meu quarto” é porque há algo errado.
3-ARTÍSTICOS: Costumam ser mais sensíveis e mais acanhados em estatura do que os outros tipos. São muito criativos e serão provavelmente professores e artistas. Tudo o que fazem envolve criatividade. Se estudarem medicina, por exemplo, podem virar cirurgiões ou pesquisadores. Quando decidem estudar teatro, tendem a se tornar excelentes atores. Entre os quatro e dez anos de idade, costumam se interessar pelos mais diferentes tipos de arte, mas por apenas cinco ou dez minutos, deixando-os de lado e para procurar outros. Costumo aconselhar as mães desse tipo de índigo que gosta de musica a nunca comprar instrumentos para eles, mas sim alugar. Eles podem tocar cinco ou seis instrumentos diferentes, mas somente na adolescência irão se decidir a se especializarem em um deles. 4- INTERDIMENSIONAIS: são fisicamente mais desenvolvidos, que os outros índigos e já aos dois anos respondem a tudo dizendo: ”Eu sei e posso fazer sozinho. Deixe-me em paz”. Trarão novas filosofias e religiões ao mundo. Podem ser briguentos por causa do seu tamanho e por não se encaixarem na sociedade como os outros tipos. Por fim gostaria de acrescentar para os pais, educadores, pessoas que de alguma forma atuam com crianças e adolescentes: Temos muito a aprender com essas crianças, no máximo poderemos orientar como nosso mundo é... Pois o resto, elas próprias nos orientarão como deveremos agir e recriar um novo mundo!
Ninguém pode com a vida das crianças de hoje! Não vejo a hora de me aposentar! Se soubesse não teria filhos! Não sei como educar os meus! Também não adianta jogar a toalha. Não sei mais o que fazer! Pois, é impossível desistir: filhos são para sempre. A primeira impressão ao pararmos para pensar sobre o assunto, é que as crianças e os jovens estão cada vez mais problemáticos. Engano nosso, pois podemos encontrar essas mesmas dúvidas: O que será dessa juventude? Quase com as mesmas palavras em Sócrates, Platão e outros bem anteriores a eles. Em todos os tempos, sempre houve dificuldades nas relações entre as gerações. Que hoje o problema é mais complexo é inegável. No entanto, a resposta para explicar as dificuldades crescentes de relacionamento entre adultos, crianças e jovens na vida contemporânea é simples: poucos se prepararam para este momento, que é de instabilidade e de mudanças rápidas. E, é difícil encarar a instabilidade com bom humor, pois a falta de controle sobre os fatos, os acontecimentos e as perspectivas acende o medo, que alimenta a ansiedade, e as pessoas quando perdem o controle sobre o medo e a ansiedade cometem todo tipo de desatinos; dentre eles tentar repassar a educação dos filhos para a escola. Como vivemos uma acelerada fase de transição, caminhamos a passos largos para um mundo de regeneração. Por ser ela uma delicada e cirúrgica mudança de padrão vibratório que pode afetar toda a galáxia, essa mudança na Terra e seus habitantes desperta o interesse de todos os que trabalham em prol da paz e da harmonia no universo. Portanto, tem gente nova no pedaço.Quando dizemos que algumas crianças são maluquinhas, pois sabem quem são, o que fazem aqui e dizem que não são deste mundo; pior, não aceitam nossas regras, nossos paradigmas e paradoxos, ninguém pode com a vida delas. Dentre essa turma de novos seres reformadores e transformadores em potencial estão as “crianças índigo”, aquelas que detonam com as antigas estruturas da família e da escola. Elas são uma realidade, estão por aí em todas as famílias e escolas. Como educá-las? (talvez seja melhor dizer como enquadrá-las na normalidade).A questão é: o que ensinar a elas? Lógico que não vamos falar apenas de crianças índigo, pois a educação delas não é nada diferente da que as normais devem receber; acima de tudo, toda criança necessita de atenção, cuidados, respeito: amor. Apenas alguns cuidados devem ser redobrados, pois a responsabilidade em encaminhar para a vida uma criança com “tamanho potencial cognitivo” é muito maior. O quê fazer para nos adequarmos? Só queremos o melhor possível para nossos filhos. É lógico que desejemos e planejemos para eles o melhor: saúde, paz, prosperidade, alegria. Tentamos educá-los para que sejam os melhores, os mais saudáveis, os mais prósperos, os mais felizes. No entanto, isso, é uma ilusão, uma fantasia, pois não temos clareza do que seja: felicidade, saúde, paz, prosperidade, harmonia. Nessa busca de darmos o melhor, todo cuidado é pouco para não projetarmos neles nossos desejos e expectativas não realizadas: não tentemos nos livrar de nossas frustrações através deles. Pois agindo assim; desejamos para eles o que ignoramos ou não conseguimos experimentar. É evidente que esse tipo de educação não pode dar certo. Ela passa a ser uma teoria, uma fantasia, desmentida e antagonizada pela realidade de cada um. Idealizamos para o futuro deles conquistas que ainda não fazem parte da rotina da nossa realidade, pois fomos e somos treinados a viver num mundo de ilusões, aparências e valores que flutuam ao sabor do desejo e dos interesses do momento. Significa que estamos mais ou menos perdidos. Em especial, no contexto atual, onde predomina o descartável até nas relações familiares que tem pouca profundidade. Limitam-se a uma convivência superficial na qual as palavras não costumam combinar com as atitudes. E, como não poderia deixar de ser, a cada dia que passa aumenta o número de famílias que sentem dificuldades em educar até as crianças normais quanto mais as que apresentam o perfil das índigo. É bom que os pais se preparem para receber os filhos com consciência para bem ajudar na sua educação. Não se trata da educação ideal, pois não há filhos, pais ou mães ideais. Existe apenas a realidade de cada um. E, é em cima da nossa que devemos trabalhar para nos adequarmos ao momento que estamos vivendo. O método informal de ir levando a vida para ver no que dá, já provou sua ineficácia. Hoje, para atingir um padrão de qualidade melhor, é preciso que tenhamos metas a serem alcançadas, e que busquemos os recursos necessários para atingi-las e que as renovemos de tempos em tempos.Essa providência é interessante em especial na formação da criança índigo, pois ela não aceita imposições nem regras que não sejam cumpridas por todos igualmente.É importante aprender a arte de compartilhar; e não apenas a de ditar regras ou impor desejos e conceitos.Como médico de famílias pretendemos nesta série de artigos compartilhar com os leitores interessados em educação novas formas de abordagem sobre as crianças de hoje. Começando com “as crianças índigo”.Muita paz.
(Segunda parte)Há algumas décadas vários grupos vindos de muitos lugares e dimensões tiveram seu DNA modificado e estão nascendo espalhados por toda parte, numa velocidade crescente. Dentre esses grupos, estão as crianças índigo, assim chamadas pela irradiação azulada de sua aura. Suas características de pensar, sentir e agir revelam um comportamento que as diferenciam muito das normais. Embora não sejam gênios nem seres iluminados; apenas trazem consigo certas habilidades e um tremendo potencial para desenvolver aprendizagem.Algumas características das crianças índigo - Nancy Ann Tappe, uma estudiosa americana que identifica a missão planetária das pessoas através da cor de suas auras, foi a primeira a referir-se a esse tipo de crianças como índigos, pois via ao seu redor a cor azulada. Várias pessoas estudam essas crianças tentando definir uma tipologia psicológica e comportamental básica, de modo a servir de guia para orientar pais e adultos que lidam com elas. A cada dia novas são agregadas, o que enriquece o processo. Felizmente ainda não há “autoridades no assunto” (uma das coisas que os índigos detestam, pois eles identificam muito bem e rápido quem deseja apenas aparecer dos que realmente querem contribuir), o que torna a troca de experiências e de vivências mais interessante e promissora. Mesmo o leitor que se identifique como índigo ou que tenha ao seu redor alguma pessoa com essas características pode participar de alguma comunidade de bate-papo sobre o assunto.Nesta nossa conversa, usamos como referência o livro “Crianças índigo” de Lee Carrol e Jan Tober editado pela Butterfly Editora - SP e “Educando crianças índigo” de Egídio Vecchio publicado pela mesma editora e neste bloco, na intenção de posicionar o amigo leitor sobre o assunto, apenas transcreveremos literalmente os conceitos.Segundo os autores de “Crianças índigo” Lee Carrol e Jan Tober, as características mais comuns das crianças índigo:- Elas nascem, sentem-se (e agem) como nobres.- Acreditam “merecer estar neste mundo” e se surpreendem quando as outras pessoas não pensam da mesma maneira.- Não tem problemas de auto-estima. Costumam dizer com freqüência aos pais “quem são”.- Tem dificuldades em lidar com autoridade absoluta (sem explicação ou possibilidade de questionamento).- Recusam-se a desempenhar determinadas tarefas. Esperar em fila, por exemplo, é algo difícil para elas.- Frustram-se com sistemas ou tarefas que seguem rotinas ou rituais repetitivos em que não possam usar a criatividade.- Costumam identificar maneiras eficazes de fazer as coisas tanto em casa quanto na escola, o que as torna verdadeiras “destruidoras de sistemas” (não se adaptam a qualquer tipo de convenção).- Parecem não se relacionar bem com pessoa alguma que não seja igual a elas. Se não encontram ninguém com quem possam compartilhar suas idéias e opiniões fecham-se e sentem-se incompreendidas. A escola normalmente é uma experiência difícil para elas em termos sociais. Não respondem a técnicas de disciplina associada á culpa (“espere só até seu pai chegar em casa para ver o que você fez”).- Não tem vergonha ou problemas em expressar suas necessidades.Segundo a The National Foundation for Children ( Fundação Nacional de Crianças com Habilidades Especiais) uma organização sem fins lucrativos cujo principal objetivo é identificar e ajudar crianças especiais. Muitas das índigos estão sendo prejudicadas pelo sistema público de educação e classificadas como TDAHs.A lista de características dessas crianças fornecidas pela Fundação pode ser útil aos pais:- Demonstra sensibilidade acima da média.- Tem excesso de energia.- Entendia-se com facilidade e parece ter dificuldades de concentração.- Necessita da presença de adultos emocionalmente estáveis e seguros ao seu redor.- Resiste a qualquer tipo de autoridade que não seja exercida de maneira democrática.- Tem métodos próprios de aprendizado, especialmente no que se refere a leitura e matemática.- Frustra-se facilmente quando suas grandes idéias não podem ser colocadas em prática por falta de recursos ou de compreensão por parte das pessoas.- Aprende pela própria experiência, recusando-se a seguir metodologia repetitiva ou passiva.- Dispersa-se facilmente, a não ser que esteja envolvido em alguma tarefa que lhe desperte grande interesse.- É muito emotivo e teme a perda ou morte das pessoas a quem ama.- Traumatiza-se com seus erros e pode desenvolver bloqueios permanentes de aprendizado.
(terceira parte) - Para nos auxiliar na tarefa de identificar os índigos e de nos ajudar a educá-los melhor, Nancy Ann Tappe os classifica segundo a missão planetária de cada um e define quatro biótipos:HUMANISTAS - são do tipo que trabalha com as massas. Serão os médicos, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos de amanhã. Hiperativos e extremamente sociáveis, conversam com todos, são sempre muito simpáticos e tem opinião própria. Podem agir de maneira estranha, pois sendo hiperativos acabam ás vezes batendo contra uma parede, por exemplo, por esquecer de parar. Não conseguem brincar com um brinquedo apenas. Têm de tirar todos dos armários, nem que seja só para ficar olhando para eles. São do tipo que precisa ser sempre lembrado de seus deveres, como organizar seu quarto, pois são capazes de iniciar a limpeza, mas, ao verem um livro, sentam-se para ler, ficam distraídos e se esquecem do que estavam fazendo. Aliás os humanistas são leitores vorazes. Ontem eu estava em um avião e um índigo de três anos estava fazendo barulho ao meu lado até que sua mãe lhe deu o folheto de regras de segurança de vôo para ler. Ele parou, sentou-se, abriu o folheto e começou a olhar as figuras como se estivesse lendo o texto com muita atenção. Ficou ali, quieto durante uns cinco minutos. Obviamente não conseguia ler, mas parecia mesmo estar. É o típico índigo humanista.CONCEITUAIS - Interessam-se mais por projetos do que por pessoas. Serão os engenheiros, arquitetos, designers, astronautas, pilotos e oficiais militares do futuro. São normalmente crianças de porte grande e atlético. Tendem a controlar situações e pessoas, especialmente suas mães, se forem meninos e seus pais se forem meninas. E quando conseguem, podem ter grandes problemas. Esse tipo de índigo tem propensão ao vício, especialmente drogas durante a adolescência. Os pais precisam monitorar de perto o comportamento desse tipo de criança, especialmente quando parecem estar tentando esconder alguma coisa. Quando dizem “não quero que entrem em meu quarto” é porque há algo errado.ARTÍSTICOS - Costumam ser mais sensíveis e mais acanhados em estatura do que os outros tipos. São muito criativos e serão provavelmente professores ou artistas. Tudo o que fazem envolve criatividade. Se estudam medicina, por exemplo, podem acabar sendo cirurgiões ou pesquisadores. Quando decidem estudar teatro, tornam-se excelentes atores. Entre os quatro e os dez anos de idade, costumam se interessar pelos mais diferentes tipos de arte, mas apenas por cinco ou dez minutos, deixando - os de lado para procurar outros. Costumo aconselhar as mães desse tipo de índigo que gosta de música a nunca comprar instrumentos para eles, mas sim alugar. Eles podem tocar cinco ou seis tipos diferentes, mas somente na adolescência irão se decidir e se especializar em um deles.INTERDIMENSIONAIS - São fisicamente mais desenvolvidos que os outros índigos e já aos dois anos respondem a tudo dizendo: “Eu sei e posso fazer sozinho. Deixe-me em paz”. Trarão novas filosofias e religiões ao mundo. Podem ser briguentos por causa de seu tamanho e por não se encaixarem na sociedade com os outros tipos...
(quarta parte)- Egídio Vecchio (outro de nossos pontos de referência) ampliou em seus estudos preocupado em distinguir o que era considerado “normal para os índigos” com características doentias que tragam ao nascer ou que adquiriram através da convivência com os adultos, refere-se no seu livro a três outros biótipos identificados por M. Monachesi e B. Limoncelli, que na verdade, segundo ele, não o são. “Constituem apenas as patologias que o índigo poderá enfrentar quando não encontrar apoio para desenvolver-se, como tal, em sua família, em seu grupo social, ou escolar. Mesmo assim, segundo nossa experiência, são facilmente recuperáveis se nos empenharmos em ajudá-los, com muito respeito, amor e paciência, a sanar suas dificuldades”.Esses três biótipos são:
O CATIVO - Se adapta bem ao sistema como seu mecanismo de defesa. Busca sempre a companhia de alguém, cumpre seu script ditado pelos pais e pela sociedade.
O SIMULADOR - Apresenta uma forma encoberta de adaptação ao sistema para ser aceito, não acredita na máscara que criou, sente-se atraído pelo alternativo, mas esconde essa atração. Em essência é rebelde, apresenta baixa estima, necessita constantemente de aprovação de todos os que o rodeiam, é um líder circunstancial, posto que “não dá a cara” e evita ser visto como uma pessoa diferente.
O “estrangeiro” apresenta grande sensibilidade psíquica, evita conscientemente criar raízes, sentindo não pertencer á Terra. Revela tendências místicas muito mutantes, até encontrar seu caminho. Seus contatos com o Além são freqüentes, iniciados geralmente na infância. Tem capacidade para captar o sentido do universo, da vida e da própria missão. São, geralmente líderes espirituais.Acima de saber se nossos filhos tendem a portar-se dentro da faixa normal de comportamento ou de um padrão índigo ou outros tipos de postura e de aptidões, está a necessidade de identificar quem é essa pessoa? O mapa astral de crianças, pode nos auxiliar na educação. Lógico que a influência das energias do Astral não produzem uma ação definitiva... A astrologia pode fornecer diversos tipos de informações como o tipo de educação mais adequada – tendências para se relacionar com outras pessoas, comportamento diante de pressões, traços de personalidade, tendências de religiosidade, características ligadas á sua saúde física e psicológica. Exemplos: se temos um menino de Gêmeos tipo tagarela e brincalhão, não queiram os pais induzí-lo a entrar em profissões da área de exatas, pois suas características apontam para a comunicação.Não se pode pedir a uma criança de Áries, com características de agressividade e briguenta que se torne boazinha. O lado esportivo do Ariano deve ser estimulado para descarregar e modelar suas energias de agressividade.
Crianças de signos mais lentos são frequentemente rotulados de lerdos ou preguiçosos, se os pais tivessem essa noção seriam capazes de respeitar seu ritmo. Outra dica: a triplicidade energética que separa os signos em cardinais, fixos e mutáveis. Os cardinais são: Áries, Câncer, Libra e Capricórnio. Os nascidos sob seus comandos apreciam inovações e têm espírito empreendedor. Vão bem em escolas experimentais.Os fixos: Aquário, Touro, Leão e Escorpião. São conservadores e tradicionalistas. Rendem mais em escolas com sistemas de ensino tradicionais.Os mutáveis: Peixes, Gêmeos, Virgem e Sagitário estão ligados á transformação e adaptam-se melhor ás escolas religiosas ou com traços espiritualistas.Que papel o mapa astral pode desempenhar na educação? Apenas fornecer subsídios para que se conheça o perfil das tendências da personalidade e do comportamento da criança, que podem ou não se concretizar - apenas isso.Como no restante da seqüência educativa - em cada etapa, o bom senso é indispensável. Neste quesito: mapa astral - as informações já obtidas sobre o perfil da criança devem ser repassadas a ela com cuidado e numa linguagem que entenda - pois não devem assumir a forma de críticas. É básico que o adulto conheça seu próprio padrão de tendências pessoais que foram reforçadas pelas influências cósmicas - para que torne-se capaz de avaliar a criança – além disso – e – mais importante do que tudo - para que saiba com clareza como ele é visto por ela, a criança.
Algumas características dos Signos nas crianças.
Áries – Impetuoso, birrento, agressivo, cansa-se rapidamente.
Touro – Comilão, preguiçoso, conservador, não gosta de mudanças.
Gêmeos – Tagarela, curioso, brincalhão, mentiroso.
Câncer – Sensível, caseiro, mandão, não quer tornar-se adulto.
Leão – Criativo, cativante, sincero, orgulhoso.Virgem – Perfeccionista, disciplinado, crítico, defensor da natureza.
Libra – Amigável, vaidoso, encantador, detesta críticas.
Escorpião – Intuitivo, adora segredos, xereta, sente atração pelo perigo.
Sagitário – Esperto, ativo, independente, adora viajar.
Capricórnio – Responsável, teimoso, determinado, precoce.
Aquário – Cooperativo, adora novidades e tecnologia, líder natural, precisa estar cercado de amigos.
Peixes – Sonhador, carente, sensível, artista nato.Caso seja possível e interessante mais adiante podemos analisar as melhores formas de educar as crianças índigo.Muita Paz.
CRIANÇAS ÍNDIGO ADOECEM DE FORMA DIFERENTE DAS NORMAIS? - Meu filho vive doente! O meu não saí dos antibióticos! Essa criança parece que não sara nunca! O meu quase não adoece, mas em compensação...Nestes vinte e oito anos de trabalho como médico de famílias tivemos oportunidade de atender clientes de várias gerações. Quando se fala em geração logo vem á nossa mente a divisão entre pais e filhos ou a separação em décadas, porém no ritmo atual, as crianças que nascem de um ano para o outro já manifestam diferentes comportamentos e tendências.Um fato nos chama a atenção - Ouvem-se muitos comentários afirmando que antigamente as crianças eram mais saudáveis. Será que realmente as de hoje adoecem mais do que as das gerações anteriores? Essa dúvida de tantas pessoas nos despertou a curiosidade e resolvemos estudar antigos prontuários comparando-os aos das atuais crianças. Nessa comparação entre doenças infantis de ontem e de hoje, algumas suspeitas de aumento de ocorrências puderam ser confirmadas; outras, não são verdadeiras; apenas, há mais facilidade para diagnósticos e tratamentos. É inegável que o sistema de saúde atual favorece para boa parte da população a ida ao médico; desse modo, situações e sintomas que antes passavam desapercebidos hoje são focados como problemas e medicados. Como exemplo: o constante escorrer do nariz de antigamente era tratado com chás; hoje é diagnosticado como rinite e medicado com vários tipos de remédios. Outro detalhe é que nos condicionamos a associar o uso da tecnologia com resultados definitivos de cura. Quando criamos muitas expectativas, verdadeiras ou não; há o perigo da frustração, pois sempre há uma diferença entre o que se espera e a realidade. Neste caso. A expectativa: a partir do momento que os cuidados com a saúde infantil aumentaram com o pré-natal, a puericultura, a vacinação em massa e o acesso ao médico pediatra ficou mais fácil, seria lógico esperar crianças cada dia mais saudáveis e que não dessem tanto “trabalho” aos pais, em se tratando de doenças.A frustração - de forma genérica, realmente boa parte das de hoje adoecem mais e mais seguidamente do que antes; e naquela época havia menos recursos disponíveis. O que não deu certo? Dentre outras coisas, o “nosso sistema de crenças” - acreditamos que as doenças possam ser curadas num passe de mágica pela tecnologia de diagnósticos e remédios; e que basta o avanço nessa área para criar mais saúde e melhor qualidade de vida.Deslumbrados com a modernidade e o estilo de vida voltado para o consumo, nos descuidamos no respeito às leis mais básicas que regulam a vida no planeta.Destruímos nosso habitat (o planeta) numa velocidade e intensidade como nunca se viu. Poluímos terra, água, ar e o nosso organismo está exposto a tantos produtos químicos que já começamos a comprometer nossa sobrevivência. Além disso, distraídos e encantados com a modernidade, em nossas conjecturas não contávamos com aumento violento da ansiedade e do medo, emoções que vem embutidas nas informações tão contraditórias quanto excessivas. Especialmente nos últimos cinco anos tudo mudou muito rápido, até as pessoas, as doenças e a própria cura.Vivemos ciclos de satisfação/insatisfação em tudo, e nesse caso, a incompatibilidade entre as expectativas e a realidade dos resultados práticos quando se trata de saúde, doença e cura nos desgasta, principalmente na doença da criança. Cada um sofre de acordo com as suas circunstâncias: Ao médico cabe a preocupação e a responsabilidade de acertar sempre; pois está recebendo para executar essa tarefa. A família fica com a parte do estresse, do medo de ocorrências mais graves e do temor da perda. A criança sofre com as dores, o mal estar, e todos os outros inconvenientes sintomas da doença.Feito o diagnóstico, receita-se o remédio e prescreve-se uma série de cuidados, e, se a doença ou os sintomas desaparecem rápido todo mundo fica feliz e aliviado; o problema é que, daí a algum tempo (cada vez mais curto), repete-se tudo de novo. O que nos deixa mais insatisfeitos é que essa situação parece que não acaba nunca e, o pior é que, não se trata de competência profissional ou de falta dela; de remédio forte ou fraco; de muitos ou poucos recursos de diagnóstico; senão seria muito fácil e simples resolve-la. O problema está na forma como vemos a moléstia e na maneira de nos relacionarmos com ela.Na busca de minimizar as recorrências das doenças de nossos pacientes passamos a nos dedicar a analisar onde se encontram as falhas na busca da cura definitiva e encontramos algumas. Dentre elas, qualquer intervenção externa ao indivíduo leva apenas a uma cura temporária, à supressão dos sintomas ou à troca do órgão de choque da doença.As expectativas com relação aos nossos bate papos são modestas. Nosso desejo é que, ao final os leitores saibam diferenciar uma situação crônica de outra aguda. E consigam distinguir uma doença aguda das crises de uma moléstia crônica; e mais importante, que deixem de acreditar em curas mágicas.Esperamos que uma das clássicas frases:“Meu filho tem um resfriado que não sara nunca”, ao término da leitura possa ser substituída por: “meu filho tem freqüentes crises de rinite ou sinusite que é uma doença respiratória crônica de fundo alérgico que exige esforço e cuidados para ser curada”.Um fato vem nos despertando a atenção já a alguns anos, “crianças diferentes da maioria”, ás vezes aparecia um cliente com esse perfil, lá de vez em quando outro, mas nos últimos cinco anos e, acelerando, cada vez se tornam mais numerosas. Nas mais antigas, a queixa principal dos pais era o fato da criança estar fora dos padrões de normalidade (peso e altura, principalmente o peso); mas havia um fato intrigante: elas não ficavam doentes como os irmãos normais. Outra queixa dos pais dessas crianças era o “problema” da alimentação – essa criança não come nada! não sei como pára em pé! - a sorte é que raramente fica doente! deve ter uma imunidade muito boa! - ah, se ela comesse como o outro seria um touro indomável! Outro conjunto de queixas envolvia o sono – essa criança não quer dormir, luta contra sono! - não agüento mais! O comportamento delas era uma fonte de sofrimento para os pais – essa criança tem um gênio muito forte! só faz o que quer! não adianta bater! Depois é que descobri que essas eram as crianças índigo, chegando em número cada vez maior. Conforme veremos no decorrer dos próximos bate papos, elas tem uma forma peculiar de adoecer e de se curar. O que será comentado em cada tópico a ser desenvolvido.No primeiro bloco: As causas da doença crônica fazemos um apanhado dos principais fatores que participam da construção da doença.No segundo bloco: Razões principais da falta de sucesso na prevenção e tratamento comentamos os possíveis descuidos tanto de pacientes e seus familiares quanto dos profissionais da saúde.No terceiro bloco: Estudo das soluções analisamos algumas possibilidades simples e de baixo custo para resolver ou aliviar o problema.
As crianças índigo existem realmente, não há como negar. Faço essa afirmação baseada na minha prática profissional, nos estudos e pesquisas que estou desenvolvendo e também no meu contato com professores, testemunhas muito próximas dessa realidade. Ao descrever o padrão de comportamento dos índigos aos professores, eles imediatamente identificam entre seus alunos aqueles que se enquadram nessa condição, até porque a convivência diária nas salas de aulas permite essa avaliação.A existência dos índigos, essas crianças que apresentam um comportamento diferenciado, ainda não classificado pela psicologia, não é do conhecimento da maioria dos professores. Há necessidade de um trabalho de divulgação nesse sentido, o qual eu acredito irá abrir, ainda mais, novas possibilidades de entendimento. Quanto à existência dessas crianças, sua constatação não é tão recente: grupos informais trocam informações e experiências na Internet já há alguns anos.No meio espírita, Ana Gaspar, fundadora e conselheira do Centro Espírita Nosso Lar e das Casas André Luiz, em São Paulo, referiu-se às crianças índigo em palestra proferida nessa instituição, durante a qual abordou, com ênfase, o aspecto orgânico, em especial o DNA, das crianças índigo.Na cidade de Porto Alegre (RS), o doutor Egídio Vecchio – autor dos livros “Índigos, as crianças da nova era” e “Índigos, fantasias e segredos” – desenvolve, há oito anos, um trabalho de estudo, pesquisa e orientação aos índigos, pais e professores, na Associação Pró-Índigo e no Portal do Índigo. Nesse momento, seu trabalho está especialmente voltado para a educação do índigo, que exige um tratamento diferenciado, ainda em vias de desenvolvimento.Não há como não vislumbrar no horizonte espiritual os contornos dessa nova era que está se delineando, o mundo de regeneração. As crianças dessa nova era – índigos, ou como queiram chamá-los – são parte importante desse mundo novo e para isso foram preparadas na espiritualidade. No livro “Momentos de Harmonia” (Bahia: Editora Leal), o Espírito Joanna de Angelis, psicografada por Divaldo Pereira Franco refere-se a elas: “(...) dá-se neste momento a renovação do planeta, graças à qualidade dos espíritos que começam a habitá-lo, enriquecidos de títulos de enobrecimento e de interesse fraternal”. A citação, a qual reproduzo, é do nosso companheiro de seara espírita, o escritor Alkindar de Oliveira, sempre atualizado e participante.A doutora Ercília Zilli, presidente da Associação Brasileira dos Psicólogos Espíritas (ABRAPE) declarou recentemente: “Como espírita, acredito que estejamos no limiar de uma nova era, a qual chamamos de regeneração. Para que haja regeneração, é necessário que a evolução dos espíritos que ainda aqui estagiam aconteça e que outros, mais preparados, reencarnem na Terra. Creio que é nessa premissa onde se encaixam os espíritos que estão reencarnando e sendo denominados de índigos. Para que haja renovação, é fundamental que as coisas sejam feitas de uma maneira nova”. O livro “Crianças índigo” (São Paulo: Butterfly Editora), dos norte-americanos Lee Carroll e Jan Tober é, naturalmente, um ponto de partida, não uma obra definitiva, embora apresente informações e depoimentos consistentes. Acredito que na esteira dessa publicação, outras obras aprofundem esses estudos, é só uma questão de tempo.Cabe à imprensa espírita abrir espaço para o debate dessa questão, que nos interessa de perto, movimentando opiniões e disponibilizando estudos e estatísticas – iniciativa pioneira da nossa Revista Espírita Além da Vida – e não contestá-lo de cátedra, a qual, aliás, não têm condições de ocupar. O papel da imprensa, acredito, é justamente esse, ampliar o alcance das informações, remetê-las ao leitor. A imprensa espírita que pretendemos atuante, deve aprofundar-se em suas investigações e não simplesmente proferir opiniões para as quais não dão respaldo. Essa colocação deve valer não só para a questão das crianças índigo, mas também para outros temas que merecem, igualmente, da nossa parte, considerações fundamentadas na consistência da praxis e do conhecimento, distante dos preconceitos e das paixões.
Como Educar os Índigos
com grande satisfação que vem a público, através da editora Butterfly o livro “Educando crianças índigo”, de autoria do eminente psicólogo e psicopedagogo Dr. Egídio Vecchio.Pouco material de pesquisa sobre esse tema tem chegado ao nosso conhecimento, além de fontes como a internet e o livro “Crianças Índigo” (São Paulo: Butterfly Editora), de Lee Carrol e Jan Tober; porém, agora, grande incentivo temos para desenvolver melhor o estudo de assunto tão importante, a partir da obra do Dr. Egídio, que vem trabalhando há alguns anos com índigos no Portal do Índigo (RS).Iniciei o prefácio do livro afirmando que "A natureza da criança tem mudado muito nas últimas décadas" e em conseqüência, todos os que estão envolvidos com elas, pais, professores e profissionais das mais diversas áreas, necessitam analisar suas próprias posturas para educarem/conviverem melhor com essas crianças cujo comportamento ainda não foi classificado pela psicologia.Trata-se de uma obra séria e de cunho científico.O autor aborda esta questão com muita seriedade e responsabilidade, desenvolvendo, a partir da sua prática, teorias e orientações que merecem respeito, crédito e estudo.Expõe de maneira bem didática sua metodologia:- inicia pela reflexão quanto aos papéis que competem à escola e à família;- desenvolve sua teoria sobre a questão fisiológica;- esclarece quem são as crianças índigo;- lista 134 características dos índigos (baseada em seu trabalho com eles)- avaliação do índigo;- os índigos em relação às inteligências múltiplas;- biotipologia;- analisa correntes pedagógicas como a Waldorf e Montessori;- apresenta-nos a pedagogia de valores baseada na paidosofia;- sugere técnicas para o desenvolvimento desta pedagogia;- inclui vários questionários que visam identificar potencialidades/ necessidades dos índigos; condutas parentais positivas/negativas, etc.A questão fisiológica, uma das fundamentais, elaborada pelo pesquisador, refere-se ao DNA:“O DNA capacitado do índigo é um dos maiores desafios para a ciência pesquisar”.“A expressão que adotamos DNA capacitado, significa simplesmente que esse DNA apresenta um potencial a ser desenvolvido. O índigo não é, portanto, um ser superior, mas uma criatura que dispõe de um grande potencial que pais e educadores devem ajudar a desenvolver”.“O índigo constitui, pois, um novo tipo de criança que vem ao mundo com um DNA diferente, com predisposições cromossômicas para manifestar comportamento diferente e superior a tudo o que conhecemos como próprio do ser humano”.“O índigo não é um doente inadaptado, psicológica ou socialmente. Essas crianças chegam com uma saúde psíquica jamais vista”.O autor parte do pressuposto de que “Mudar o código genético do qual depende a natureza dos humanos é possível”.Sobre essas crianças ele ainda afirma:“Suas células são diferentes, o código genético é diferente; e a psique é diferente porque sua biologia também é diferente. Sua condição antropológica é diferente, a energia é diferente, a freqüência vibracional é diferente”.Outra questão tão importante quanto a anterior refere-se à pedagogia de valores que é baseada na paidosofia.Você provavelmente nunca ouviu falar em paidosofia, ou já?Pois bem, o emérito doutor explica-nos de maneira muito simples e de fácil compreensão o significado dessa abordagem, sobre a qual mencionaremos só o mais importante:“A paidosofia ensina que o objeto da educação é a conduta humana em sua inter-relação".“Na educação paidosófica o índigo aprende a utilizar sua Inteligência emocional para lidar com os próprios valores, conhecimentos e acontecimentos, com também aprende a lidar com os conhecimentos, valores e fatos referentes a condutas dos outros. Isto, para os paidosóficos, é educar”.A partir daí, desenvolve-se a pedagogia de valores que tem como principal valor a justiça, derivando dele outros vinte e sete valores complementares, como por ex: honestidade, verdade, liberdade, amor, poder, etc.Além de explicar o que é cada valor, o autor sugere formas para se trabalhar com eles, porém existe flexibilidade para que se possa criar outras maneiras que melhor se adeqüem às necessidades.Estes itens que aqui citei são apenas alguns pontos desse maravilhoso trabalho que não está fechado, segundo o próprio autor deixa evidente. É uma pesquisa genuinamente brasileira, elaborada a partir da prática do Dr. Egídio.É importante que estejamos atentos para sabermos tratar com bom senso e respeito essa questão, sem valorização excessiva ou então banalização. Em relação a isso, o autor faz questão de desmistificar “fantasias divulgadas sobre a natureza e o comportamento dos índigos, para as quais não existe nenhum fundamento”.Ler, estudar, avaliar as teorias desenvolvidas neste livro, é apenas o começo do conhecimento que ainda será adquirido sobre a natureza destes seres. Estamos todos de certa maneira envolvidos; então vamos aproveitar esta oportunidade e aprendermos a partir deles, contribuindo com a nossa parte de amor, assim como o próprio autor disse tê-lo escrito.
A Ritalina Não Resolve !!
Aumenta em São Paulo a demanda de Ritalina (nome comercial do metilfenidato), medicamento utilizado para controlar as crianças: um milhão de caixas foram consumidas no Brasil em 2005. “A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas. Tudo, pois, se processará exteriormente, como sói acontecer, com a única, mas capital diferença de que uma parte dos Espíritos que encarnavam na Terra aí não mais tornarão a encarnar. Em cada criança que nascer, em vez de um espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um espírito mais adiantado e propenso ao bem.”, capítulo 18 de "A Gênese" (Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira", de Allan Kardec. A marcha do progresso tem sido acelerada. Como falta ao homem o equilíbrio necessário para incorporar tantas transformações ao seu modo de viver, observamos, em paralelo a esse crescimento da tecnologia, o desrespeito à natureza e ao próximo. No Ocidente, onde o conhecimento da vida espiritual ainda não é disseminado, isso aconteceu de forma mais acentuada, provocando tantos desequilíbrios sociais. Neste início de século, estamos diante de grandes transformações que se fazem sentir e que abalam convicções solidamente arraigadas. Não obstante a largueza de recursos tecnológicos, a farta disponibilidade de dados e informações, a vasta bibliografia científica e o preconceito muitas vezes ainda fala mais alto. Cada vez que ocorre um determinado fenômeno que desafia os padrões estabelecidos, exigindo pesquisa e análise criteriosa, na maioria das vezes, a questão se não descamba para o terreno do maravilhoso, do sobrenatural, ao sabor de multidões de místicos que se alimentam de fantasias, é rechaçada por quem se apresta a tirar conclusões apressadas, desconsiderando a necessidade de aprofundar sua apreciação. Existem aqueles que, de outra forma, recusam-se mesmo a considerar a realidade que está a um palmo dos seus olhos. Fazem vista grossa àquilo que não se enquadra nos seus conhecimentos acadêmicos ou está fora do alcance de sua cultura. Esse é, justamente, o caso das crianças índigo. As notícias que a mídia estampa, além de confirmar essas colocações, causam-nos grande preocupação e estão, aos poucos, mobilizando pais, professores e profissionais da área da saúde conscientes da importância de entendemos o que está, de fato, acontecendo. O jornal O Estado de S.Paulo em sua edição de 2 de outubro último lançou uma denúncia: “Desafio: controlar a droga antiagitação” (veja o box). Segundo a reportagem, que ouviu o depoimento da psicanalista e professora da Universidade de São Paulo (USP) Kátia Forli Bautheney, 70% dessas crianças não precisariam tomar o remédio. A mãe (M. T. F.) de um garoto acusa as autoridades médicas: “Estão usando esse medicamento como se fosse água”. Seu filho, depois de um mês de “tratamento” com Ritalina parou de tomar a medicação, vítima de fortes dores de cabeça e náusea. Muitas dessas crianças, diagnosticadas como portadoras do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) são na verdade crianças índigo, ou seja, seres diferentes, cujo comportamento não se enquadra nos padrões conhecidos. À parte considerações religiosas e místicas, o chamado índigo não é um ser “iluminado”. Possui inteligência e sensibilidade aguçada. São espíritos em evolução, ainda em débito com a contabilidade divina, mas apresentam características próprias de seres que avançaram mais do que nós. Como qualquer um de nós, estão à mercê do meio-ambiente onde reencarnam. Sendo assim, não prescindem do amor de seus pais, do aconchego do lar, do equilíbrio familiar. Sua adaptação entre nós, seu aprimoramento moral depende desse ponto de partida: um lar equilibrado. É claro que todas as crianças necessitam viver bem em família para se desenvolver e progredir. No caso dos índigos essa necessidade é ainda mais acentuada: para desenvolverem suas qualidades, os recursos psíquicos de que dispõem, necessitam de aceitação, apoio e disciplina. Em nosso trabalho clínico observamos o comportamento, as características e necessidades dessas criaturas que pudemos identificar como índigos. O livro “Crianças índigo”, de Lee Carroll e Jan Tober, e “Educando crianças índigo”, de Egidio Vecchio, ambos editados pela Butterfly Editora, são de grande utilidade prática em nosso trabalho. Se Lee Carroll e Jan Tober fazem uma grande reportagem sobre os índigos, Egídio Vecchio se presta a identificá-los, compreendê-los, amá-los e educá-los. Seu livro também apresenta questionários e pré-avaliações que facilitam a assistência aos índigos, o que não podemos deixar de destacar. Se a incidência de nascimento de índigos é maior hoje do que em outros tempos, por contingência das necessidades planetárias de transformação, sua presença foi notada há décadas. Um desses casos, que passou por nosso consultório, foi o de M. V., 34 anos. Em busca de uma terapia que o ajudasse a superar problemas de ordem afetiva, procurou-nos por indicação. Em seus relatos, afirmou que sempre foi capaz de perceber o que as pessoas verdadeiramente sentiam, mas não recebeu nenhum estímulo a desenvolver essa percepção. Seu pai, já desencarnado, não enxergou o valor do filho, seu empenho em sentir-se amado. Em virtude dessa rejeição e de outros problemas paralelos, derrapou para o mundo das drogas. Passou por muitas dificuldades, mas despertou, em si mesmo, a vontade de recuperar-se. Internou-se numa clínica e venceu a dependência química. Descreveu esse período com extremo bom humor e humildade. Lá conheceu muitas pessoas que o ajudaram e tornaram-se seus bons amigos. Desempenhou muitas tarefas e, em razão de sua facilidade para se expressar, foi convidado a falar de suas experiências, sua luta contra o vício. Hoje, distante dessa época, trabalha por conta própria, fala inglês fluentemente. Faz suas próprias regras e horários, não suporta a rotina. Sua maior dificuldade é justamente trabalhar, mentalmente, com as informações de que dispõe sobre os sentimentos de outras pessoas. Involuntariamente, sente o que está por trás das aparências e das atitudes daqueles que o cercam. Essa é uma das características marcantes dos índigos. No caso de M. V., nota-se que não foi preparado para viver suas potencialidades, que nem sequer foram explicadas ou mesmo reconhecidas por aqueles que o educaram. Esse descompasso, do qual esse exemplo é uma amostra, se amplia sobremaneira em outros casos, os quais tivemos a oportunidade de registrar. Generalizando, muitas pessoas rebatem: “Isso pode acontecer com qualquer um” ou “É mais um caso de mediunidade que não foi desenvolvida”. Dependendo delas, se forem profissionais da área da saúde, tratarão desses pacientes com medicamentos paliativos do tipo da Ritalina. Esse é o erro que muitos estão cometendo. E quanto aos efeitos colaterais? O diferencial observável no índigo é que muito cedo se percebe sua dinâmica de personalidade: seu senso de bondade, igualdade, fraternidade, cooperativismo, caridade, e, acima de tudo, a consciência de que é ele mesmo quem deve corrigir seus erros. É muito comum notar que adolescentes índigos, solicitados a escrever histórias, revelam no conteúdo de seus relatos a preocupação com esses valores – intrínsecos à sua personalidade – alheios à maioria dos jovens nessa faixa etária. Estamos apenas no começo. Muito há ainda por fazer. Poderíamos relatar inúmeros outros exemplos se tivéssemos espaço para tanto. O que é mais importante nesse momento, no entanto, é entendermos que estamos vivendo uma nova era, um novo momento da nossa consciência planetária. Precisamos dar suporte a esses espíritos que estão reencarnando porque faz parte do nosso aprendizado comum. Aqueles que afirmam que os índigos são fruto da nossa imaginação não sabem o que dizem. No crescer dessa realidade, no avançar dos tempos, mudarão de opinião diante das constatações que estamos à beira de alcançar. Preocupam-nos apenas essas crianças que se apagam, melancólicas, entorpecidas por medicamentos, para se incorporar à triste sociedade de consumo que têm nos shopping centers o altar de sua adoração. Os tempos são chegados. Façamos o nosso papel de pais, de educadores. Vamos nos dedicar, de corpo e alma a esses pequeninos, lembrando-nos das palavras de Jesus: “Todo aquele que não receber o reino de Deus como uma criança, nele não entrará”. Educar com amor é entender a diversidade e conviver com ela, talvez o maior desafio do nosso século.
Estão usando a Ritalina como se fosse águaMais de 1 milhão de caixas de Ritalina foram consumidas no Brasil em 2005. Um aumento de 25% em relação ao ano anterior. A quantidade assusta a psicanalista e professora da Universidade de São Paulo (USP) Kátia Forli Bautheney. Para ela, em muitos casos as crianças são apenas reflexo da família. ‘Temos de nos preocupar se a criança tem os sintomas ou é uma criança sintoma’, diz.Ela conta que 70% das crianças com diagnóstico de TDAH que atende não precisariam tomar o remédio. Com M.F., de 14 anos, não foi diferente. Após ter o problema identificado na escola e com um mês de tratamento, parou de tomar o remédio por conta dos efeitos colaterais que causou. Nesse período, o garoto teve dores de cabeça diárias e seguidos casos de náusea.A solução veio com uma consulta a uma psicopedagoga e com a mudança de escola. ‘Estão usando esse medicamento como se fosse água’, diz a mãe do garoto, M.T.F.”(Trecho transcrito da reportagem “Desafio: controlar a droga antiagitação”, publicada na edição de 2 de outubro de 2006 no jornal O Estado de S.Paulo).
Diferenças entre criança índigo e criança hiperativa
Primeira parte de uma conferência de Nina Linares Centro Universitário de Estudos Nucleares – México, D.F. 18-Set-2003
Há já três anos que participei num congresso internacional na Argentina com este tema, o tema das Crianças Índigo ou Crianças das Estrelas. O que é que se passou durante todo este tempo, especialmente de há três anos para cá? Aconteceu que a informação disparou e multi-plicou-se. A oferta que temos agora sobre as crianças índigo pode dizer-se que triplicou, em comparação com o que existia há três anos. E onde se notam estas alterações a nível informativo, o que é que temos feito, como é que se está a gerir este tema? Viu-se que a informação tanto dos pais como de terapeutas, das escolas e dos meios de comunicação, mostrou um grande interesse, de modo que possamos ter cada vez mais clareza e compreensão a respeito destas crianças.
Antes de mais, a experiência que eu tenho, a minha experiência pessoal – e é nela que vou basear a minha conferência – assenta em três anos de docência em escolas especializadas no tratamento, educação e cuidados a crianças psicóticas, crianças com deficiência mental, atraso de desenvolvimento e sindroma de Down, e por outro lado, a minha experiência como terapeuta de diferentes técnicas alternativas, através das quais desde o ano de 95, comecei a dar-me conta de que assistiam aos cursos que eu organizava (como por exemplo, cursos de Reiki para crianças), uma qualidade especial de crianças que eu apelidava como “os meus pequenos mestres”... Os que leram o meu livro sobre crianças índigo sabem como explico esta circunstância... Nas minhas actividades, cada vez chegam mais pais, professores, professoras, psicólogos e psicólogas que fazem confusão entre, por exemplo: Todas as crianças hiperactivas são índigos?... Na verdade, não. Todas as crianças que temos à nossa volta são índigos? Não. Também aparece o tema dos pais: os pais estão desorientados. A grande sorte que temos é que a maioria dos pais se informa. Mas, apesar da informação, pais, avós, educadores, etc., todo o mundo relacionado com o tema infantil se informa, mas por muita informação que se tenha, há muito pouca informação esclarecedora, e muita confusão a respeito do tema das crianças índigo.
A expectativa dos pais será sempre a de que, qualquer profissional, qualquer pessoa credível para eles, lhes diga: “O seu filho é especial”... Isto é o que todos nós gostaríamos de ouvir dizer dos nossos filhos, mas, infelizmente, não é assim.
Na minha experiência profissional, chegam muitos pais que têm um filho esquisito, um filho psicótico ou com um filho com necessidade de ser tratado a nível psicológico, um terapeuta vibracional, um terapeuta holístico ou inclusive, um endocrinologista, por ter funções hormonais lentas, e inclusive psicomotores, e empenham-se em aplicar-lhes a etiqueta índigo... Não é assim. Nem todas as crianças esquisitas são índigos, e nem todos os índigos são esquisitos... Há evidentemente um maior nível de informação, tanto nas escolas como em certos pais e profissionais das técnicas holísticas, mas ainda assim a confusão continua presente, e para além disso eu não quero ser pessimista de modo nenhum: eu estou apenas a traçar um percurso nesta exposição, para que saibamos em que ponto estamos no que se refere às crianças índigo, onde nos situamos neste momento.
Como todos os temas infantis, este tema sempre suscitará oportunismos. Vou-me encontrando em diferentes países, tal como em Espanha, aqui no México, claro, na Venezuela, na Argentina, com profissionais da saúde e do ensino que vêem no tema índigo, uma oportunidade de dividendos, uma oportunidade de prestígio. Agora acontece que toda a gente é um entendido em crianças índigo, toda a gente sabe de índigos, toda a gente tem filhos índigo, toda a gente tem em casa um ou dois ou doze crianças índigo, e não é assim... Não se está a tratar deste tema, com a seriedade que merece.
O que é ser uma criança índigo? Acredito que todos vós estejais informados, mas pode ser que não, e não tenho que dar isso como facto adquirido. Uma criança índigo, é uma criança que tem e que expressa a frequência índigo. E o que é a frequência índigo?É a vibração do chacra frontal. E o que é um chacra? Segundo a medicina tradicional chinesa, que é a medicina milenar, mais séria, mais verdadeira e com mais resultados de mudanças que existe – a medicina oriental – segundo a medicina oriental, o nosso corpo é formado por energia eléctrica e energia magnética. Temos e vivemos constantemente dentro de um campo electromagnético formado por 72.000 possibilidades de conexão, de possibilidades, de canais que interactuam, formando a nossa rede energética. O lugar onde coincide todo este entrançado energético ou aura, é sobre a linha média imaginária do nosso corpo, configurando aquilo que se chama os vórtices energéticos ou chacras.O sistema de chacras é o sistema de vórtices energéticos no qual se baseia a acupuntura, a digitopuntura, a cinesiologia, etc. Temos sete vórtices energéticos. Se cada um se traduzisse em comprimento de onda em relação a uma cor, daria uma cor determinada dentro do espectro, da mesma gama que o nosso arco-íris. Porque é que não se vêem? Porque não vemos as nossas auras e os nossos chacras? Não vemos porque são formados pela partícula mais pequenina que existe: o electrão... que não é visível para o olhar comum. Ou seja: não tem a massa física suficiente para ser visto. Portanto, não podemos ver os chacras, a menos que tenhamos visão áurica ou sejamos videntes. Se traduzíssemos em cor
o chacra frontal, que unifica as qualidades do hemisfério cerebral direito e do hemisfério cerebral esquerdo, veríamos que tem a cor índigo, azul-cobalto... As chamadas crianças índigo nascem já com este chacra, com este vórtice energético, acrescido das qualidades de ambos os hemisférios cerebrais mais desenvolvidas que o normal.
Todos nós, seres humanos temos a possibilidade de desenvolver o nosso chacra índigo, o nosso chacra frontal. O que é ter desenvolvido o chacra frontal,o chacra índigo? É viver de uma maneira diferente da maneira material, da maneira mental, da maneira intelectual, da maneira materialista de ser, sentir e relacionar-se com os outros e com a vida. E porquê? Porque a nossa capacidade cerebral abarca não só o nosso hemisfério esquerdo racional, intelectual, mas também abarca o nosso hemisfério direito, com todo o seu potencial e qualidades atemporais, intuitivas, psicomágicas,conscientes da realidade que há para além do que os nossos olhos vêem ou as nossas mãos tocam, ou os nossos sentidos podem perceber. Estas capacidades preferentemente unificadas, estão potencialmente ao alcance de todo o ser humano, de forma latente, mas para se desenvolverem, segundo se tenha ou não inquietação espiritual. E quando defino “espiritual”, não tenho nenhuma intenção de que seja entendido com conotações religiosas ou místicas. Refiro-me a ser consciente Consciente de que aqui podem haver presenças angélicas, guias, etc. Questões que a mente racional repudia, mas que são verdade ainda que não acreditemos nelas, e que a criança índigo, o adolescente índigo ou o adulto índigo têem tão integradas, como nós temos integrado em nós que o solo existe, o vemos e tocamos. Para eles é completamente normal e natural saber da existência de outros planos, de outros planetas, saber-se em contacto com seres da natureza como as fadas... Ver e sentir os anjos, saber que a morte é apenas uma maneira de nascer para outra realidade, etc. etc. E este tipo de informação, para eles tão natural, mete medo a alguns pais e tratam de a abafar. Noutros casos, como quando nós éramos pequenos e falávamos de anjos, de fadas e de outras vidas ( a maioria de nós, e de que já não nos lembramos), isto é, quando permitíamos que as nossas potencialidades do hemisfério direito se expressassem, motivadas também e principalmente pelos contos, as lendas... - o mundo infantil como é chamado, não é verdade? – os nossos pais não tinham o nível de informação nem o nível de consciência que têm agora as pessoas que têm filhos, pelo que, em vez de se informarem, o que faziam era “normalizarem-nos” com muitas normas. De qualquer modo, não ficamos todos muito normais, posto que os nossos filhos são índigos: os nossos filhos escolheram-nos... (risos).
Quer dizer, nós não nos assustamos nem tentamos normalizá-los, impondo-lhes normas. Tentamos informar-nos, tentamos averiguar o que há mais para além dum diagnóstico médico que diz : “o seu filho é hipercinético, o seu filho tem um sindroma de Déficit de Atenção, o seu filho não encaixa, o seu filho é um filho-problema”... Conformamo-nos com isso e damos Ritalina ao miúdo e razão à professora? Que fazer? Continuamos a informar-nos e por isso estais aqui hoje, por isso tomais como algo prioritário ver programas de T.V. ou comprar livros que falem deste assunto, prestais atenção quando há uma conferência ou quando há alguém que fale disto. E dentro deste tema, quem mais deve sentir a sua seriedade é cada um de nós, cada pai, cada educadora, cada educador, cada psicólogo, cada médico, porque dando medicação chamada “droga legal” aos nossos filhos, se são índigo, só conseguiremos atrofiar-lhes as suas capacidades glandulares de secreção hormonal,tanto do hipotálamo como da hipófise e da
pituitária. Quer dizer, as glândulas que estão no cérebro, a glândulas que servem para tudo aquilo que está relacionado não só como intelecto, mas também com a criatividade, a intuição e a sabedoria do coração.
Entre a confusão que mencionei e o oportunismo de especialistas que tiram da manga o saberem tudo acerca de crianças índigo, e que ainda nos confundem mais, o que podemos fazer? Em primeiro lugar não nos sentirmos em nenhum momento tão desamparados nem tão desorientados. Se és pai, sabes. Se és educador, sabes. Se és professor, sabes. Não é casualidade teres crianças índigo na tua sala de aula. Não é casualidade que ao teu consultório cheguem crianças índigo. Não é casualidade que um, dois ou três índigos te tenham escolhido como mãe ou pai. Tu sabes. Embora não acredites, há coisas que são verdade e esta é uma delas. Se tens perto de ti crianças índigo, é porque no teu coração, no teu hemisfério direito e no teu chacra índigo frontal sabes donde tirar essa sabedoria. , porque é evidente que estamos demasiado acostumados aos métodos, às normas, aos manuais, às receitas milagrosas, e nesta questão índigo há que trabalhar. Há que trabalhar primeiro para saber escolher... para saber escolher a escola, o profissional de saúde, para saber decidir se medicas ou não medicas o teu filho. Para saber o que devemos fazer. O nível de oferta nas escolas, de momento, é precário. As escolas estão normalmente massificadas. Uma criança índigo necessita de atenção. É preciso saber avaliar e valorizar uma criança índigo hiperactiva, para saber como distinguir a hiperactividade e a frequência índigo.
A criança índigo é um dos precursores, um dos mestres, uma das pessoas, um dos curadores que vêem alterar esta realidade. Esta realidade, não pode de maneira nenhuma continuar pelo caminho materialista, normalizado e saturado de tecnologia que leva. É precisa a criatividadeÉ preciso saber aproveitar cada vez mais do tempo livre que a tecnologia nos deixa. Quem é que nos vai ensinar? Os índigo, porque a frequência índigo, a frequência do chacra frontal é a que unifica o prático com o criativo. Porque esta sociedade e esta realidade, se não começarem a ser criativas com o seu tempo livre, e com os meios de que dispõem, se não começarem a relacionar-se com o próximo a partir do coração, vão explodir! Tanta tecnologia e tanto tempo livre em sociedades altamente culturizadas, altamente tecnológicas, como por exemplo a Suiça e a Suécia, resultaram num grande número de suicídios de crianças, de adolescentes e de adultos. Porquê? Porque há muito tempo, muito dinheiro, muita tecnologia, e não se sabe o que se há de fazer deles, porque não há educação criativa! Que casualidade, não é verdade?
Às crianças índigo, a única motivação com que as podemos ajudar, a única via para que despertem e desenvolvam toda a potencialidade que têm em si mesmos, é através da criatividade. Eles não se sentem motivados, nem lhes interessa em absoluto que na sua escola haja um programa de aprendizagem que vá do primeiro ao último mês do ano escolar, nem com a aprendizagem dos adjetivos, das proposições e da tabuada do um ao nove, para dar um exemplo, e têm que se adaptar a cumprir esse programa, que é ditado por quem? Pelo sistema educativo existente para o nosso melhor bem, e evidentemente dos nossos filhos também. Mas a criança índigo não se adapta ao método: necessita de um método que se adapte a ela. E a não ser que tenhamos a sorte de metê-lo numa escola Montessori, ou numa escola Waldorf, ou numa escola especial que não esteja massificada, na qual as pessoas que formam parte dessa escola tenham necessidade de expressar a sua vocação, amorosa e apaixonadamente, e não usem a sua profissão apenas como um meio de gerar dividendos no fim do mês... Porque quer na docência, quer na medicina oficial, há muita gente que podemos definir como “funcionários”, pois não é a mesma coisa um professor que ame as crianças e ame a sua vocação, e um funcionário que estudou uma carreira fácil, curta, agradável, com aliciantes, com bastante períodos de férias, paga pelos pais, e é tudo. Esse é um funcionário, esse não suporta as crianças, e se tem crianças índigo na sua aula,não está hoje aqui. Está a fazer uma massagem, ou um curso de inglês ou de dança, ou num bar a tomar café, porque sabe que o seu período de trabalho é remunerado, e quando acaba, “ótimo, pois estão a chegar os papais e as mamães para levarem os monstriinhos”... Em troca, as pessoas que estão aqui e que têm como vocação o amor às crianças e o amor ao ensino, sabem que têm índigos nas suas salas...Que fazemos com eles, que fazemos? Temos que recorrer ao engenho para continuar dentro do sistema, porque o sistema é um colosso tremendo e não podemos lutar contra ele, mas aumentando a criatividade e fazendo o possívei por implicar os pais no processo. Os pais devem ficar conscientes de que o seu filho é um ser especial como toda a criança, mas se além disso é um índigo, é uma responsabilidade ter um filho destes.
Um filho índigo é o futuro profissional em que estaremos todos nós, porque todos os âmbitos da sociedade de amanhã, serão formados pelas crianças de agora. Que em cada um dos profissionais do nosso futuro, haja um índigo que tenha podido expressar as suas qualidades ou potencialidades, que tenha podido expressar-se a partir da criatividade, e que tenha podido descobrir o que mais o apaixona na vida, para que seja um profissional totalmente curador. Porque a criança índigo é um terapeuta: veio para curar esta sociedade, como se disse anteriormente. Se uma criança índigo se apaixona por fazer pães, bolos, biscoitos, qualquer profissão que eleja, seja mecânico, seja médico, seja advogado, seja arquiteto, seja terapeuta holístico, seja cineasta, seja escritor, se fizer aquilo que o apaixona ( e só pode descobrir se se lhe permitir ser criativo com a sua aprendizagem), se descobrir o que o apaixona, dedique-se ao que se dedicar na vida, teremos e receberemos um amor, um nível de consciência que neste momento não temos, como devíamos e merecemos ter. A maioria dos profissionais da nossa sociedade, de qualquer sector, trabalha por dinheiro. A maioria, não todos. Quando podemos unir remuneração, profissão e vocação, é um presente do céu. E quem ama a sua profissão sabe isso. É isso que se pretende com as crianças índigo. Que a todos os níveis, quando forem adultos, em qualquer sector da sociedade em que trabalhem, onde se realizem profissionalmente, o façam através daquilo que os apaixona, e que não lhes tenha sido imposto. Mas para isso, precisam desde o início de se sentir amados, apoiados, compreendidos, e com um sistema de ensino e de aprendizagem que se adapte a eles, e não ao contrário.
Nós somos a ponte. De momento, vamos a ver que soluções temos, porque as utopias quase nunca dão resultados. O que é que podemos fazer aqui e agora, nós, os pais das crianças índigo? Primeiro, podemos pôr a mão no coração, ser sinceros conosco mesmos e saber se temos uma criança índigo ou hiperactiva, que não é a mesma coisa. Saber a partir do nosso coração e não da nossa expectativa de “ter um filho especial” (todos os filhos são especiais, absolutamente todos, sejam índigo ou não, mas temos que ser muito consequentes com nós mesmos). É preciso definir com a mão sobre o coração, até que ponto queremos comprometer-nos com o apoio e a ajuda ao nosso filho índigo, ou ao nosso possível filho índigo, porque todas as crianças hiperactivas são potencialmente índigo, embora haja diferenças, como veremos adiante. É preciso tratar normalmente o tema índigo, não exorbitar, não exagerar. Eu estou cada vez mais farta de ouvir papás e mamãs que dizem: ”porque o meu filho é índigo...” como se estivessem a falar de um Messias, dum avatar, dum iluminado... Pobre criança! Por necessidade de protagonismo dos seus pais, pela necessidade de justificar qualquer comportamento irregular, atribuem-no a ser índigo. Não, não é assim. Vamos agora ver com a mão posta sobre
o coração quais são as características e comportamentos duma criança índigo e duma hiperactiva.
Agora, na suposição de que vocês já estejam informados, já sabem, já o verificaram a partir do coração, e não a partir da razão, já sabem que têm em casa um filho índigo, ou na escola ou na consulta, o que podemos fazer? Se, como já disse a criança não se motiva, não se concentra, não se interessa, não é competitivo, não responde a chantagem, o que podemos fazer para que encaixe nesta sociedade? Antes de mais, eles não vieram para se encaixar nesta sociedade, mas sim para mudar esta sociedade. O que é que nós podemos fazer? Podemos, como dizia antes, levá-lo para uma escola Waldorf ou Montessori, ou escolher uma escola que não esteja massificada, na qual sejam quando muito 8 meninos e meninas por classe, e onde sejam tratados de maneira pessoal e humana e com atenção, nada de massificações. Podemos fazer isto? Óptimo. Não podemos fazê-lo porque a nossa economia no-lo impede ou porque vivemos num lugar onde não há estas alternativas? Procuremos outra opção. Conhecemos psicólogos ou psicólogas, conhecemos professores que sabem da existência de terapias alternativas, que sabem o que é a frequência índigo e acreditam na eficácia 100% comprovada das terapias vibracionais? Então juntemo-nos várias mães, vários pais de crianças índigo, e teremos o poder e a força para criar a nossa própria escolinha com os nossos próprios filhos, com oito, dez, doze por classe, tendo um psicólogo, um educador ou educadora, um professor ou professora, e já podemos.
A união faz a força. Temos aqui uma alternativa ao que nos oferecem as escolas massificadas, ou as escolas oficiais. Não é que porque as nossas crianças sejam especiais: elas são especializadas.São especializadas em aprender e em mostrar todo um potencial maravilhoso, sempre e quando são tratadas como elas requerem, o mesmo é dizer, duma maneira não massificada, mas criativa, incentivada com amor e, é claro – tal como direi até à exaustão – com criatividade, porque senão, não terão interesse por coisa nenhuma. Podemos fazer isto? Óptimo. Outra solução: vivemos isolados, não conhecemos outros pais, não sabemos o que fazer, não sabemos como juntar-nos, não conhecemos psicólogos - e os que conhecemos são muito materialistas, muito estritos, não sabem o que é um chacra nem isso lhes interessa, não sabem
o que é a frequência índigo, só entendem que há crianças hiperactivas com Déficit de Atenção que é preciso medicar, etc.? Não, não é viável esta proposta... Então, outra proposta: Criatividade. Se não tens outro remédio senão levar o teu filho ou a tua filha índigo para uma escola oficial ou para uma escola massificada, o que é que tu lhe podes oferecer? Vais permitir que um professor, ou um psicólogo ou um médico que não entendem nada de outras realidades, e que estão convencidos de que o ser humano só vive com 3% das suas capacidades cerebrais, vais permitir que o teu filho ou filha continue sujeito a uma avaliação da sua auto-estima e do seu rendimento escolar completamente nefasta, ou vais tomar as rédeas do assunto? O que é que lhe podes oferecer? Quais são as tuas capacidades económicas? Qual é o teu tempo livre? Sente. Pensa. Consegues participar com o teu filho, em casa, depois das aulas, em algo criativo, espontâneo, tal como moldar argila, modelar, desenhar, fazer sobremesas? Os índigo adoram participar contigo, com o pai ou com a mãe. Saber que quando chegam a casa os espera algo criativo com aqueles que mais os amam e os apoiam, serve-lhes de aliciante para se interessarem mais nas suas escolas, quer massificados, quer oficiais. Isto é um facto. Não estou a falar de utopias: já levo três anos de observação, indo e vindo... Indo, levando informação, e quando volto, colhendo resultados maravilhosos. Portanto, falo com conhecimento de causa.
Outras alternativas. Que mais lhes podes oferecer? Podes pagar para a criança frequentar aulas de pintura, de dança, de ballet, de cerâmica e coisas assim? Podes? É um incentivo. Eles são totalmente criativos, e têm muitíssima energia. Drenar essa energia com Ritalina ou outras drogas, fará com que convertamos a nossa criança índigo num vegetal, e só vai funcionar, como veremos, se ele for um hiperactivo. Se for índigo, já há estatísticas de suicídio em crianças e adolescentes, porque se lhes atrofia a sua missão de vida e o seu potencial energético, a criatividade, a paixão. Não é que sejam hiperactivos, é que são tão apaixonados, e têem tanta energia, que precisam de a escoar. Se os drogamos, podemos fazer-lhes um dano enorme, muito grande. Portanto, toma as rédeas do assunto, não esperes que venha alguém dizer-te o que deves fazer e como deves tratá-lo. Se ele te escolheu como pai, mãe, professor, professora ou terapeuta, é porque tu, em maior ou menor grau, és índigo. Não te deixes fascinar por nada nem por ninguém. Sente. Sente. Ressoa cá dentro? Não ressoa? Não te deixes fascinar nem ponhas o teu poder nas mãos de alguém que tenha escrito um livro, ou mesmo dez livros, que tenha um título de medicina, e que até há uns meses não sabia nada de chacras e agora já dá conferências sobre o tema dos índigos, ou começa a escrever livros. Sejamos criativamente sensatos. Sintamos. Não permitas que ninguém te faça crer que tens um inimigo em casa, ou um boicotador, ou um psicótico que necessita de medicação para ser controlado. Não é verdade. NÃO É VERDADE!
Se tens um índigo próximo de ti, repito: tu és índigo em maior ou menor grau. Em maior ou menor grau, tu tens seguramente, a partir do nível da alma e do nível do coração, um compromisso pactuado noutro patamar de realidade, noutro patamar de consciência. Os índigos vieram alterar esta realidade a partir da consciência, a partir do amor. Portanto, aceitemos o nosso compromisso de estar aqui e agora. Que interessa se és professora, se os tens já na tua classe, se és director de escola, se és médico convencional, e estás aqui? Tens um compromisso índigo com toda a certeza.
Como podes permitir que essas crianças índigo que tens perto de ti, se expressem? Torno a repetir: fazendo todo o possível para que os seus pais se comprometam e se responsabilizem pelo potencial dessa criança, pelas suas qualidades, que é a única coisa que podes fazer de momento. Ter reuniões, avaliar constantemente (periodicamente, claro) a sua evolução, de que forma estas crianças índigo, à margem do estabelecido e do método, podem desenvolver o seu interesse pelo mesmo método, com as alternativas que temos de momento: Apoio, amor, auto-estima, criatividade, actividades participativas, saber escutar,saber comunicar com ele ou ela, acompanhá-lo, explicar, etc. E não há mais, pouco mais. Não há receitas, não há milagres: há trabalho. Mas esse trabalho é muito gratificante...
Se tens uma criança índigo perto de ti, já sabes que desde o berço ela te olhava com uma maturidade emocional que não era normal. Já sabes que o castigo, a chantagem, a violência física ou psicológica não serve para elas. Já sabes que os castigos ou o “porque eu digo” não serve para elas, já sabes tudo isso. E sabes que ela é especial. Não permitas que ninguém saiba mais sobre ela do que tu. Não permitas. Não ponhas o teu poder nas mãos das pessoas que te aconselham a dar-lhes Ritalina ou outras drogas. Não permitas. Faz o que estiver ao teu alcance: Se te podes permitir isso, leva-o para uma escola Waldorf ou Montessori, porque geralmente o sistema deste tipo de escolas (a perfeição não existe, evidentemente) trata as crianças uma por uma, trata com integração total no que é aprendizagem, respeito na convivência com os outros reinos animal, vegetal, mineral, e inclui na aprendizagem a sensibilidade artística, as artes plásticas, tudo isto com tempo, sem expectativas e segundo o ritmo de cada criança, sem pressões nem fricções nem competições. Fala-se a partir do respeito e da ética. Não há conotações religiosas que emaranhem as suas cabecitas. Ninguém morreu em cruzes, ninguém tem que fugir de ninguém... Não se incrementam nem se fomentam as lutas sociais, mas todo o contrário. Verás crianças nestas escolas de todas as raças, cores, e idades, que aprendem a conviver e a fazer pão. Aprendem a cuidar das plantas e dos animais... Assim são as escolas Waldorf e Montessori em geral. Claro que há excepções, mas as que eu conheço são geralmente assim.
Primeira solução. Sim, é verdade que estas escolas são caras. Não nos podemos permitir esta solução? Pomo-la de lado. Segunda solução: trata de seres tu mesmo quem encontra a solução dentro das possibilidades realizáveis, viáveis, coerentes e mágicas (porque não?) que se dêem através da sincronicidade. Há uma lei que se chama “Sincronicidade”, baseada no pedi e ser-vos-á dado. Começa já, faz o teu pedido ao Universo. Porque quando alguém deseja algo pelo bem de muitos, a vida apoia-o sempre. Há excepções, quando existe uma contra-ordem: quando pedes alguma coisa e não te crês merecedor ou merecedora de o receber, tu anulas o pedido. Mas se tu pedes mesmo, tu recebes. Pede já para que se dêem as eventualidades através das quais tu conheças outros pais nas mesmas circunstâncias que tu. E que além disso possas conhecer professoras e professores, psicólogos, educadores, educadoras, que conheçam este tema tal como tu, e que tenham o nível de consciência e de compromisso que tu tens, e também que vejam como perfeitamente viável fazer uma escolita que comece por 8 ou 10 crianças, que esteja é claro, guiada pelo actual método de ensino educativo, mas adaptado às características e necessidades de cada grupo de crianças índigo. A partir do coração, não do elitismo. Não comecemos agora a ser “racistas espirituais”, tipo “aqui é uma escola índigo e não entra ninguém que não seja índigo” ... Repito: o potencial índigo é latente. Uma criança, um adulto, um adolescente, pode aumentar, desenvolver e potenciar as qualidades dos hemisférios esquerdo e direito ao longo de toda a sua vida. Não coloquemos etiquetas, porque os índigos só têm uma etiqueta: nada de etiquetas! Não há dois índigos iguais, não há etiquetas para os índigos. Mesmo que se escrevam vinte novos livros sobre índigos por mês, repito: não há etiquetas, não há classificações, porque potencialmente cada criança índigo é criativa, mística, interdimensional, clarividente e tecnológica. Ora bem: uma criança de África ou uma criança dum bairro marginal do México, não poderá demonstrar que a tecnologia é um dos seus fortes, porque nunca viu um computador na sua vida. Não poderá mostrar o seu grande potencial artístico, porque também não tem uma tela nem tintas à mão para pintar, nem nunca as viu na sua vida. Não poderá demonstrar as suas atitudes místicas ou talvez sim, quando a sua avozinha é devota da Virgem de Guadalupe e a criança fala com Ela, por exemplo... Quero dizer: não podemos pôr etiquetas às nossas crianças índigo, porque potencialmente, e se se derem as condições adequadas, elas desenvolverão todas as capacidades do hemisfério direito, que são um grande potencial para o artístico, para o tecnológico, para o intuitivo, para o terapêutico, para o interdimensional, isto se tiverem um ambiente propício. Mas se não tiverem, não acontece. Há índigos exclusivamente focalizados na arte, ou na tecnologia, ou
índigos focalizados exclusivamente na mediunidade, ou ainda focalizados em ter um poder curador nas suas mãos.
Falo das suas mãos porquê? Porque estão sempre quentinhas, e todo o calor alivia. Quando te magoas, o que fazes? Pões a mão por cima. Quando alguém se magoa, o que fazes? Pôr-lhe a mão. E isto é mais que uma ordem, é uma sabedoria do hemisfério direito conectado com o teu coração, que te diz que podes curar. Portanto, nós todos, em maior ou menor grau, somos índigo.
E para terminar com as soluções: se não conhecemos pais índigo ou se não temos forma de encontrar uma professora, um professor, uma psicóloga ou alguém que acredite no nosso projecto de ter os nossos filhos numa escola para índigos, onde se lhes dê o método do Ministério da Educação e para além disso actividades lúdicas, criativas, participativas... se esta solução também não é viável, então procura ver que nível de qualidade de tempo livre é que dispões (porque é claro que a maior parte das mães e dos pais trabalha), porque com o índigo, não se trata da quantidade, mas da qualidade de tempo. Procura ver a qualidade do tempo que tens, acredita nele ou nela, sente o ser maravilhoso que ele é, e vai perguntando a ti mesma que tipo de actividades podes realizar em conjunto com ele ou ela. Se ele te escolheu, é porque tu estás consciente de que tens um mestre em casa, mas que é ainda um menino ou uma menina. Tens que o ajudar a despertar o seu potencial, e a saber que é um mestre no futuro. Aqui e agora é uma criança ainda, e há que impor-lhe limites, há que educá-la, há que valorizá-la, estimulá-la, etc.
Tradução para português de Placídia Espinha (Portugal)
Crianças Indigo:
Muito importante para quem tem criança pequena em casa:
As Crianças Índigo Este tema é fascinante será tratado em nosso site como de suma importância.É informação essencial para pais, educadores, psicólogos, pedagogos e todas as pessoas interessadas num futuro melhor para nossas crianças e para toda a humanidade.A seguir você poderá ter uma boa introdução ao assunto das Crianças Indigo seguida de resumo extremamente bem feito do livro "The Indigo Children" escrito por Lee Carroll e Jan Tober publicado pela primeira vez em Maio/1999 e já traduzido para o espanhol (mas ainda não foi traduzido para o português),
Como diz Drunvalo Melchizedek: "As crianças vão liderar o caminho."Boa pesquisa!
"As Crianças Índigo"
Texto traduzido e adaptado por Dailton Menezes, junho 2001, que gentilmente nos cedeu o direito de publicação aqui no nosso site da Flor da Vida/Brasil.A partir da década de 80, elas começaram a chegar, mais e mais. São crianças espetaculares. Elas estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e de classes sociais. São como catalisadores para desencadear as reações necessárias para as transformações. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente no tocante ao uso de potencialidades dos hemisférios esquerdo (menos) e direito (mais). Isso quer dizer que elas vão além do plano intelectual, sendo que no plano comportamental está o foco do seu brilho. Elas exigem do ambiente em volta delas certas características que não são comuns ou autênticas nas sociedades atuais. Elas nos ajudarão a destituir dois paradigmas da humanidade:
1. Elas nos ajudarão a diminuir o distanciamento entre o PENSAR e o AGIR. Hoje na nossa sociedade todos sabem o que é certo ou errado. No entanto, nós freqüentemente agimos diferentemente do que pensamos. Dessa maneira, estas crianças vão nos induzir a diminuir este distanciamento gerando assim uma sociedade mais autêntica, transparente, verdadeira, com maior confiança nos inter-relacionamentos.
2. Elas também nos ajudarão a mudar o foco do EU para o PRÓXIMO, inicialmente a partir do restabelecimento da autenticidade e confiança da humanidade, que são pré-requisitos para que possamos respeitar e considerar mais o PRÓXIMO do que a nós mesmos. Como conseqüência, teremos a diminuição do Egoísmo, da Inveja, das Exclusões, resultando em maior solidariedade e partilha.Você pode estar se perguntando: Como estas crianças vão fazer tal transformação? Através do questionamento e transformação de todas as entidades rígidas que as circundam. Começando pela Família, que hoje baseia-se na imposição de regras, sem tempo de dedicação, sem autenticidade, sem explicações, sem informação, sem escolha e sem negociação. Estas crianças simplesmente não respondem a estas estruturas rígidas porque para elas é imprescindível haver opções, relações verdadeiras e muita negociação. Elas não aceitam serem enganadas porque elas têm uma "intuição" para perceber as verdadeiras intenções e não têm medo. Portanto, intimidá-las não traz resultado, porque elas sempre encontrarão uma maneira de obter a verdade. Elas percebem as verdadeiras intenções e as fraquezas dos adultos.A segunda entidade vulnerável à ação dos Índigos é a Escola. Hoje o modelo de ensino é sempre imposto sem muita interação, sem escutar e sem a participação dos estudantes. Simplesmente este modelo é incompatível com os Índigos, sendo portanto o pior conflito, muitas vezes superior ao existente com a Família, principalmente pela falta de vínculos afetivos ou amor. Como elas possuem um estrutura mental diferente, elas resolvem problemas conhecidos de uma maneira diferente, além de encontrar formas diferentes de raciocínio que abalam o modelo atual de ensino. Assim, através do questionamento, elas influenciarão todas as demais entidades, tais como:, Mercado de Trabalho, Cidadania, Relações Interpessoais, Relações Amorosas e Instituições Espirituais, pois elas são essencialmente dirigidas pelo hemisfério direito. Infelizmente, a missão dos Índigos é muito difícil, pois sofrerá rejeição de algumas entidades da nossa sociedade. Antes dos anos 80, os Índigos morriam muito cedo porque a freqüência de energia do planeta não era favorável a eles. Depois da nova freqüência e com um montante maior de crianças, eles começaram a causar transformações maravilhosas no nosso planeta e em breve, após uma geração, nós perceberemos claramente as modificações.O assunto sobre Crianças Índigo é fascinante e relativamente novo no campo da pesquisa. Existem poucas obras sobre o assunto. Apresentaremos aqui um resumo do Livro "The Indigo Children" escrito por Lee Carroll e Jan Tober que teve sua primeira publicação em Maio/1999 e já foi traduzido para o espanhol (mas ainda não foi traduzido para o português), obedecendo a seguinte organização:------------------------------------------------------------------------Jan Tober e Lee Carroll já apresentaram milhares de seminários em todo o mundo sobre ativação e melhoramento da auto-estima humana. Lee já escreveu 7 livros de auto-ajuda e elevação da consciência espiritual nos últimos 10 anos, inclusive com tradução para diferentes línguas. Jan é autora de numerosos artigos, fitas e CD´s relacionados com auto-ajuda. Jan e Lee têm sido convidados a apresentarem sua mensagem de esperança e amor nas Nações Unidas.Depois de muito contato com diferentes sociedades ao longo do mundo, eles começaram a perceber que existiam padrões e dúvidas comuns por parte de pais no tratamento com essas crianças. Adicionalmente, não existia literatura especializada sobre o tema, sendo que eles observaram o seguinte:
• Este não é um fenômeno norte-americano. Eles o testemunharam em três continentes diferentes.
• Este fenômeno parece ir além das barreiras culturais envolvendo múltiplas línguas.
• Este assunto escapou à atenção da mídia devido ao fato de ser muito estranho para ser considerado no paradigma da psicologia humana, que considera a humanidade como um modelo estático e imutável . Como uma regra, a sociedade tende a acreditar na evolução mas somente na forma passada. O pensamento de que nós deveríamos estar vendo um novo nível de consciência humana vagarosamente chegando no nosso planeta agora, manifestado nas nossas crianças, vai além do pensamento conservativo estabelecido.
• Este fenômeno está aumentando. Mais relatórios continuam a vir à tona.
• Há muito tempo os profissionais começaram a observar este fenômeno.
• Existem algumas respostas emergentes para os desafios. Objetivo do LivroEste livro foi escrito para os pais. É uma relatório inicial, longe de ser um relatório conclusivo sobre o assunto. É apresentado para ajudar a você e a família, dando informações para aplicação prática nas questões diárias. Este livro foi montado principalmente através do encorajamento e até pedidos insistentes de centenas de pais e professores que os autores encontraram ao longo do mundo.Forma de Apresentação do AssuntoO livro faz uma compilação de trabalhos de vários outros autores PhD´s através de artigos que representam a experiência em pesquisa ou resultante de terapias de diversos profissionais.O que é uma Criança Índigo?Uma Criança Índigo é aquela que apresenta um novo e incomum conjunto de atributos psicológicos e mostra um padrão de comportamento geralmente não documentado ainda. Este padrão tem fatores comuns e únicos que sugerem que aqueles que interagem com elas (pais em particular) mudam seu tratamento e orientação com objetivo de obter o equilíbrio. Ignorar esses novos padrões é potencialmente criar desequilíbrio e frustração na mente desta preciosa nova vida.Existem vários tipos de Índigos, mas na lista a seguir nós podemos dar alguns dos padrões de comportamento mais comuns:
• Elas vêm ao mundo com um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma.
• Elas têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresas quando os outros não compartilham isso. • Auto-valorização não é uma grande característica. Elas freqüentemente contam aos pais quem elas são.
• Elas têm dificuldades com autoridade absoluta sem explicações e escolha.
• Elas simplesmente não farão certas coisas; por exemplo, esperarem quietas é difícil para elas.
• Elas se tornam frustradas com sistemas ritualmente orientados e que não necessitam de pensamento criativo.
• Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer como questionadores de sistema (inconformistas com qualquer sistema).
• Elas parecem anti-sociais a menos que estejam com outras do mesmo tipo. Se não existem outras crianças com o nível de consciência semelhante em volta, elas freqüentemente se tornam introvertidas, sentindo-se como se ninguém as entendesse. A escola é freqüentemente difícil para elas do ponto de vista social.
• Elas não responderão à pressão por culpa do tipo: "Espere até seu pai chegar e descobrir o que você fez".
• Elas não são tímidas em fazer você perceber o que elas precisam.O termo "Crianças Índigo" vem da cor da aura dessas crianças. Existe uma amiga dos autores, que conheceram em meados dos anos 70, cujo nome é Nancy Ann Tappe. Nancy foi a autora do livro chamado "Entendendo Sua Vida Através da Cor" (Understanding Your Life Through Color). Neste livro estão as primeiras informações sobre o que ela titulou de Crianças Índigo.Como ela vê as cores? Quão preciso é isso? Nancy tem sido diagnosticada com uma situação em que dois dos seus sistemas neurológicos cruzam e isso cria uma situação em que ela, literalmente, pode ver a aura humana. Ela é como uma câmera de Kirlian, ou seja, ela vê campos eletromagnéticos, as cores e as freqüências. Ela é uma pessoa fabulosa, uma maravilhosa conselheira, metafísica e professora.Ela percebeu muito cedo que existia uma cor da aura associada com alguns recém-nascidos. Ela estava trabalhando no seu PhD. Nancy tem dito desde 1980 que cerca de 80% das crianças nascidas são índigo. E, a partir de 1995, nós temos um índice maior ainda, tanto que requer uma análise para saber o que está acontecendo. Nós estamos vendo uma nova geração de Mestres vindo para nosso planeta e elas são também chamadas de "Crianças Estrela", "Crianças Azuis" e através do trabalho de Nancy, elas são chamadas, a partir de nossa perspectiva, de "Crianças Índigo". Elas são nossa esperança para o futuro. Elas são nossa esperança para o presente. E isso, esotericamente falando, é o que está realmente acontecendo.Tipos de Crianças ÍndigoExistem quatro tipos diferentes de Índigos e cada um tem uma proposta:
1. Humanista: Primeiro, existe o Índigo Humanista que vai trabalhar com as massas. Eles serão os futuros doutores, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos. Vão servir as massas e são hiperativos. São extremamente sociais. Conversam com todo mundo e fazem amizade facilmente. São desastrados do ponto de vista motor e hiperativo, como dito anteriormente, e de vez em quando, eles vão dar com a cara nos muros, pois esquecem de pisar no freio. Eles não sabem brincar com apenas um brinquedo. Ao invés disso, trazem todos para fora e os espalham. Às vezes, não tocam na maioria destes. São do tipo que têm que ser permanentemente lembrados pois freqüentemente se esquecem das ordens simples e se distraem. Por exemplo, você pede para eles arrumarem o quarto. Eles começam a arrumar e de repente encontram um livro e começam a ler porque são leitores ferozes. Certa vez, eu estava em um vôo onde estava uma criança de cerca de 3 anos que estava aprontando. Sua mãe deu-lhe o panfleto de segurança do avião e ele o abriu todo com todas as figuras. Ele permaneceu sentado, muito sério como se estivesse lendo, muito sério e intenso na concentração. Ele estudou o folheto por uns cinco minutos e eu sabia que ele não poderia ler mas ele pensava que ele estava. Este é o típico Índigo Humanista.
2. Conceitual: Os Índigos Conceituais estão mais para projetos do que para pessoas. Serão os futuros engenheiros, arquitetos, projetistas, astronautas, pilotos e oficiais militares. Eles não são desajeitados, ao contrário, são bem atléticos como crianças. Eles têm um ar de controle e a pessoa que eles tentam controlar na maioria das vezes é a mãe se são meninos. As meninas tentam controlar os pais. Se eles são impedidos de fazer isso, existe um grande problema. Este tipo de Índigo tem tendência para outras inclinações, especialmente as drogas na puberdade. Os pais precisam observar bem o padrão de comportamento dessas crianças quando elas começarem a esconder ou a dizer coisas tais como, "Não chegue perto do meu quarto": é exatamente quando os pais precisam se aproximar mais.
3. Artista: Este tipo de Índigo é muito mais sensível e freqüentemente menor em tamanho, embora isso não seja uma regra geral. Eles são mais fortemente ligados às artes. Eles são criativos e serão os futuros professores e artistas. Em qualquer campo que eles se dediquem será sempre pelo lado criativo. Se eles entrarem na medicina, eles se tornarão cirurgiões ou pesquisadores. Quando eles entrarem nas artes, eles serão o ator dos atores. Entre 4 a 10 anos eles podem pegar até 15 diferentes artes criativas - fazer uma por cinco minutos e encostar. Portanto, se diz às mães de artistas e músicos, "Não compre instrumentos, mas alugue". O Índigo Artista pode trabalhar com até 5 instrumentos diferentes e então, quando eles entrarem na puberdade, escolherão um campo e se empenharão para se tornarem artistas nessa especialização.
4. Interdimensional: O Índigo Interdimensional é muito maior do que os demais Índigos, do ponto de vista de estatura. Entre 1 e 2 anos de idade você não pode dizer nada para eles. Eles dizem: "Eu já sei. Eu posso fazer isso. Deixe-me sozinho". Eles serão os que trarão novas filosofias e espiritualidade para o mundo. Podem ser mais valentões porque são muito maiores e também porque não se encaixam no padrão dos outros três tipos.
Dicas para reconhecer os Índigos
Os autores listam as seguintes características para ajudar a identificar se sua criança é um Índigo:
• Tem alta sensibilidade
• Tem excessivo montante de energia
• Distrai-se facilmente ou tem baixo poder de concentração
• Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela
• Resiste à autoridade se não for democraticamente orientada
• Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e matemática
• Podem se tornar frustrados facilmente porque têm grandes idéias, mas uma falta de recursos ou pessoas para assistirem pode comprometer o objetivo final
• Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou serem simplesmente ouvintes. • Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse
• São muito compassivas; têm muitos medos tais como a morte e a perda dos amados
• Se elas experimentarem muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente. Algumas Frases extraídas do Livro"Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.""Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos os que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo.""O termo Crianças Índigo refere-se aos emissários especiais enviado do Céu pelo Pai-Mãe-Criador, suportando um profundo intento.""Muitas pessoas têm dificuldades no relacionamento com esses emissários porque eles aproximam-se com crenças pré-concebidas e regras que as crianças não compartilham.""Crianças são tudo que elas precisam ser; elas são elas mesmas. Vamos deixá-las sozinhas para que elas possam ser exatamente o que elas são."Problemas que os Índigos podem experimentarExistem atributos positivos com as Crianças Índigo, mas existem também três complicações que o autor já testemunhou tanto profissionalmente como na vida particular:
• Elas demandam mais atenção e sentem que a vida é muito preciosa para deixar escapar. Elas querem que as coisas aconteçam e freqüentemente forçam situações para realizarem o desejado. Os pais facilmente caem em armadilhas de fazer para a criança ao invés de desempenhar um papel na modelagem ou no compartilhamento. Uma vez que aconteça os pais serão apenas fantoches. • Estes emissários podem tornar-se emocionalmente irritados por pessoas que não entendam o fenômeno Índigo. Eles não podem compreender porque as pessoas operam em modalidades não baseadas no amor. Porém, elas são extremamente resistentes e hábeis para ajudar crianças carentes, embora esta ajuda seja freqüentemente rejeitada. Quando jovens, eles podem ter problemas de ajustamento com outras crianças.
• As Crianças Índigo são freqüentemente tituladas como tendo ADD (Attention Deficit Disorder) ou alguma forma de hiperatividade. Em muitos casos são tratados com química quando deveriam ser tratados de forma diferente. O que podemos fazer?Estas crianças estão aqui para nos ajudar na transformação do mundo. Portanto, nós precisamos aprender com elas, principalmente escutando-as e observando-as. Não obstante, estamos relacionando algumas regras básicas que precisamos observar para não tolhermos o brilho dessas crianças:
• Trate os Índigos com respeito. Honre sua existência na família.
• Ajude-os a criar suas próprias soluções disciplinadas.
• Dê a eles escolha em tudo.
• Nunca os diminua, nunca.
• Sempre explique o por quê de você dar instruções. Escute essas explicações por você mesmo. Não parece estúpida a expressão "porque eu disse que deve ser assim"? Se você concorda com a estupidez de expressões assim, então reconsidere suas instruções e as mude. Eles o respeitarão por isso e esperarão. Mas se você der a eles ordens autoritárias e ditatoriais sem bondade e razões sólidas, essas crianças o derrotarão. Elas simplesmente não vão obedecer e o que é pior, elas vão dar uma lista de motivos que desclassificam suas intenções. Algumas vezes suas razões podem ser simples, como por exemplo, "porque isso vai me ajudar hoje pois estou realmente cansado". A honestidade vencerá como nunca antes. Eles vão pensar sobre isso e acatarão.
• Faça deles um parceiro no relacionamento. Pense bastante sobre este aspecto.
• Quando crianças, explique tudo que você estiver fazendo para eles. Eles podem não entender, no entanto, eles perceberão sua consciência e honra por eles. Esta é uma tremenda dica antes deles aprenderem a falar.
• Se problemas sérios desenvolverem, teste-os antes de iniciar tratamento baseado em drogas.
• Provenha segurança no seu suporte a eles. Evite crítica negativa. Sempre deixe-os saber que você os apoiará em todos os momentos. Eles crescerão de encontro com suas verbalizações e irão surpreendê-lo durante o processo. Então, celebrem juntos. Não os faça simplesmente realizar, mas permita que eles façam com encorajamento.
• Não os diga quem eles são, ou o que eles vão ser no futuro. Eles sabem melhor que você. Deixe que eles decidam suas áreas de interesse. Não os force a entrar em algum ofício familiar ou em algum tipo de negócio porque isso é que a família vem desempenhando por gerações. Estas crianças absolutamente não serão seguidores. Dicas no relacionamento com Índigos
• Os Índigos são abertos e honestos, isso não é uma vulnerabilidade mas a maior força. Se você não for aberto e honesto com eles, mesmo assim eles serão com você, no entanto, eles não o respeitarão.
• Marasmo pode trazer arrogância para os Índigos, portanto não os deixe cair no marasmo. Se eles agem de forma arrogante, isso significa que eles precisam de novos desafios e novos limites. Alimente seus cérebros mantendo-os ocupados da melhor forma possível.
• Pais, professores e orientadores devem estar aptos para definir e manter limites claros, ainda que suficientemente flexíveis para mudar e ajustar esses limites quando necessário, baseados no crescimento emocional e mental, pois os Índigos crescem rápido. Ser firme mas justo é necessário para a segurança deles e para nossa.
• A mensagem dada e transmitida pelos adultos deve ser mais prazerosa do que dolorosa, e mais baseada no amor do que no medo.
• Mantenha a criança informada e envolvida.
• Evite mal-entendidos simplesmente dando explicações.
• Não perca a paciência com sua criança.
• Evite dar ordem (verbos no imperativo). Ao invés de ordens verbais, utilize o toque para chamar a atenção deles. Eles são muito sensíveis ao tato (toque no ombro, aperto de mão, abraço, etc).
• Mantenha sua palavra.
• Negocie com cada situação.
• Não esconda nada e não use linguagem abusiva.
• Deixe sua emoção mostrar amor e não ódio.
• Se uma repreensão é dada, crie situações de dar um tempo ou folga.
• Discuta a situação geradora da repreensão após seu término.
• Depois de tudo, sempre reúna com a criança e reveja se houve um aprendizado e crescimento após a repreensão.
• Importante, lembre-se que punição não funcionará com essas crianças. Punição é diferente de repreensão. Punição é baseada na culpa enquanto que repreensão é baseada num crescimento ou melhoramento.Cuidados com os métodos educacionais nas escolas.Na educação ou na escolha de escola devemos ter em mente que nós temos que ensinar as crianças como pensar e não o que pensar. Nossa regra não é passar o conhecimento, mas, ao invés, a sabedoria. Sabedoria é o conhecimento aplicado. Quando nós somente damos conhecimento para as crianças, nós estamos dizendo a elas o que pensar, o que elas supostamente devem saber e o que nós queremos que elas acreditem que seja verdade.Quando nós damos às crianças sabedoria, no entanto, nós não dizemos a elas o que pensar ou o que é verdade. Ao invés disso, nós dizemos a elas como obter sua própria verdade. Naturalmente, nós não podemos ignorar o conhecimento quando ensinamos sabedoria, porque sem conhecimento não existe sabedoria. Um certo montante de conhecimento deve ser passado de uma geração para a próxima, mas nós devemos deixar as crianças descobrirem por elas mesmas. O conhecimento é freqüentemente perdido, mas a sabedoria nunca é esquecida.Os velhos padrões de energia são baseados na crença fundamental que as crianças são vasos vazios que devem ser preenchidos com conhecimento pelos experts, os professores. Os professores usam técnicas de envergonhar e comparar os estudantes com a idéia que isso trará motivação. Nesta atmosfera, qualquer criança que não se encaixa neste modelo será considerada como tendo problema.O problema com este sistema é que as crianças aprendem a encontrar suas necessidades por atenção e reconhecimento de uma forma negativa.Aspectos Espirituais dos ÍndigosOs novos meninos índigos, eu me refiro a eles como os Pequeninos, chegaram aqui para nos dar um novo entendimento da humanidade. Eles são presentes para os pais, para o planeta e para o universo. Quando honramos os Pequeninos como presentes, nós vemos a sabedoria divina que eles trazem para ajudar a crescer a vibração do Planeta Terra.O passo mais importante para entender e comunicar com essas novas crianças é mudar nossa forma de pensar a respeito delas. Derrubando nossos paradigmas para honrar os Pequeninos como presentes ao invés de problemas, você abrirá as portas para entender a sabedoria deles e a sua própria. Os Pequeninos honrarão seu intento e um caminho para o entendimento aparecerá.O crescente uso de medicações psicotrópicas reflete nosso desconforto mundial com a mudança. Nós estamos no limiar de deixar o velho mundo, baseado em competição, ciúme e inveja, e entrar numa nova era fundamentada em cooperação, amor e conhecimento de nossa unicidade. A velha energia está deixando caminho para a nova energia. As crianças que recentemente estão encarnando são diferentes das gerações anteriores. Elas são chamadas de "Crianças da Luz", "Crianças do Milênio" e "Crianças Índigo" por uma boa razão. Estas crianças são altamente conscientes, sensíveis e com psíquico perfeito. Elas também têm tolerância zero para desonestidade e falta de autenticidade. Elas sabem quando alguém está mentindo instantaneamente. Imagine quão difícil é para estas crianças estarem em um sistema educacional que tem muita falta de autenticidade, tais como: "Vamos fingir que nós gostamos de estar aqui. Não vamos discutir quão infelizes nós todos somos para sermos forçados a vir a este lugar para aprender/ensinar coisas que não temos certeza da aplicação prática em nossa vida real". Em casa, os adultos freqüentemente tratam suas crianças com desonestidade. Por exemplo, os pais escondem coisas dos seus filhos. Essas intuitivas crianças sabem quando alguma coisa está errada. Elas perguntam ao Pai ou a Mãe para confirmação destes sentimentos. Se os pais negam a verdade, isso pode conduzir essas crianças à frustração. Elas não sabem como conciliar a disparidade entre o que elas sentem por dentro (verdade) com o que os adultos dizem (inverdade).As Crianças Índigo encarnaram neste tempo por uma razão muito sagrada: para introduzir uma nova sociedade baseada em honestidade, cooperação e amor. Quando elas atingirem a fase adulta, nosso mundo será vastamente diferente do que é hoje. Nós não mais teremos violência e competição. Nós recordaremos da nossa habilidade para manifestar nossas necessidades, portanto não haverá necessidade de competir com os outros. Desde que nossas habilidades telepáticas naturais serão restabelecidas, mentir será impossível. E porque todo mundo perceberá a unicidade que existe entre todos os seres viventes, a solicitude será a base da sociedade. Nós incorremos em um grande débito de karma se interferimos na missão divina dessas crianças. Será extremamente importante que ajudemos a conduzir essas crianças para o sucesso espiritual. Para fazer isso, precisamos ser muito honestos com elas. Quando uma criança perguntar-lhe alguma coisa, mesmo que isso o faça sentir desconfortável, diga a eles a verdade. Eu freqüentemente rezo pedindo sabedoria para falar com minhas próprias crianças, para que possa falar a verdade de uma maneira amável. Se você se sente desconfortável ao falar a verdade para sua criança, deixe que ela saiba disso. Você não precisa virar confidente, mas é importante honestamente compartilhar seus sentimentos com ela. Dessa maneira, você se tornará uma modelador positivo que mostra às crianças como honrar suas emoções.Nós estamos aprendendo da metafísica e suas fontes que estas novas crianças vindas para o planeta são de longe mais conscientes espiritualmente. Isto não significa que todos os Índigos vão crescer no ministério e como gigantes espirituais. Isso realmente significa que eles chegaram com um diferente nível de consciência, maior do que o nosso. De acordo com a maioria das fontes espirituais, estas crianças não somente estavam sendo esperadas mas elas são prova de uma evolução da consciência humana, além da velha energia das gerações anteriores. Elas são pacificadoras, almas velhas e sábias e uma suprema esperança de coisas melhores neste planeta. Elas estão interessadas em fazer as coisas cheias de paz em casa entre os pais. Elas importam de longe além das normas esperadas para as crianças e estão transbordando sabedoria que nos faz ficar sem fala. Seus instintos humanitários vêm já prontos e mostram as características delas desde o início. Elas são portanto um novo passo evolucionário na humanidade.Questões relacionadas à SaúdeExistem duas disfunções claramente associadas aos Índigos: ADD (Attention Deficit Disorder) Desordem de Déficit de Atenção e ADHD (Attention Deficit Hyperactive Disorder) Desordem Hiperativa de Déficit de Atenção. Os Índigos são freqüente e erroneamente diagnosticados como ADHD ou ADD porque se recusam a obedecer. Quando assistimos ao filme de Clint Eastwood, nós aplaudimos a rebeldia dele. No entanto, quando o mesmo espírito está evidente nas crianças, nós damos drogas a elas (Ritalin é a droga mundialmente usada).
Diante disso, é importante enfatizar os seguintes pontos:
1. Nem todos os Índigos são ADD ou ADHD.
2. Nem todas as crianças com ADD ou ADHD são Índigos.Algumas pesquisas, como a encontrada em [mediconsult.com], estimam que existem de 3 a 5 milhões de crianças ADHD. Se adicionarmos aquelas com deficiência de aprendizado, o quadro pode chegar a 10 milhões de crianças ou mais. Sendo assim, a entidade NIMH (National Institute of Mental Health) - Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, passou a considerar ADHD como uma prioridade nacional com liberação de muita verba para pesquisa. Entre várias pesquisas, destacaremos a chamada CRP:Polaridade Reversa Crônica (CRP)Keith R. Smith descobriu a polaridade reversa crônica (CRP) como um remédio para a síndrome da fadiga crônica há anos atrás por acidente. Desde então, ele tem percebido que muitos dos sintomas de ADHD em crianças são idênticos ao CRP em adultos. Quando ele começou a testar crianças com ADHD suas suspeitas foram confirmadas. Quase todas as crianças com ADHD que estiveram em seu consultório apresentaram polaridade reversa crônica. Uma vez que ele adicionou remédio herbáceo para esta condição como pré-requisito para um plano nutricional, coisas maravilhosas começaram a acontecer para as crianças. Elas começaram a responder ao tratamento e melhoraram. A maioria delas se tornaram "boas".Todo sistema e processo no corpo físico é baseado em eletricidade. Em nossos processos mentais, o sistema imunológico e o coração são todos parte de um vasto sistema que utiliza eletricidade. O corpo humano é um sistema elétrico que se auto-contém e se auto-gera. A qualquer momento em que a eletricidade está em operação, campos magnéticos são criados, sendo que campos magnéticos possuem polaridade: isto é, possuem pólo norte e pólo sul. Se você submeter um ímã ao stress, ele reverterá a polaridade, ou seja, em essência, os pólos norte e sul serão trocados.Desde que o corpo humano é baseado em eletricidade e tem um campo magnético sutil, certas condições tais como stress poderão reverter os pólos como num ímã. Isso pode ser temporário e é tratado como tal por vários profissionais de medicina alternativa/holística. Na prática, ele descobriu que a polaridade reversa pode durar muito e pode ser difícil de curar sem um entendimento perfeito de uma variedade de condições.Ele foi levado a descobrir que a polaridade reversa freqüentemente se torna crônica e parece ser o maior fator na causa de: síndrome da fadiga crônica, depressão, ansiedade, doenças do sistema imunológico, câncer, ADHD e muitas outras disfunções que não parecem se curar com tratamentos padrões. Sintomas variados criam confusão de como tratar o problema, que geralmente passa desapercebido, até o aparecimento de um sintoma mais pronunciado.
O Sistema Elétrico do CorpoA condição de polaridade reversa enfraquece a força elétrica do corpo. Stress prolongado é a maior causa disso. Como a carga elétrica do corpo enfraquece, sintomas ocorrem como sinais de aviso. Se a carga do corpo cair abaixo de 42 hertz, o sistema imunológico não pode resistir a doenças. Nos estágios iniciais de CRP, os sinais de aviso do corpo podem incluir dor nas costas, músculos rígidos, ou dor de cabeça; se nós não dermos atenção a estes sintomas e não pararmos para recarregar nossa força elétrica, os sintomas podem piorar para fadiga extrema, depressão, ansiedade, enxaqueca, dormência e dor crônica em áreas fracas.Com a polaridade revertida, o sistema de auto-preservação torna-se inativo. Os sinais elétricos usuais para o sistema imunológico parecem destruir ao invés de proteger. Alguns principais sintomas de CRP tem um paralelo exato com os sintomas de ADHD; por exemplo, memória recente fraca e problema de concentração.De acordo com diagnóstico da Associação de Psiquiatria Americana, o diagnóstico de ADD e ADHD requer 9 sintomas de falta de atenção e 9 de hiperatividade/impulsividade, que podem desenvolver antes dos 7 anos e persistir por no mínimo 6 meses e que sejam suficientemente severos para interferir nas atividades sociais e escolares normais:Falta de Atenção
1. Prestam pouca atenção aos detalhes e cometem erros sem se importarem
2. Têm dificuldades de prestar atenção
3. Não escutam as pessoas
4. Não possuem continuidade nas tarefas sem terminá-las
5. Têm dificuldades de organização
6. Evitam atividades com um substancial esforço mental ou concentração
7. Freqüentemente perdem coisas necessárias na escola e em outras atividades diárias
8. Ficam distraídos facilmente
9. Freqüentemente se esquecem de atividades rotineiras. Hiperatividade/Impulsividade
1. Freqüentemente irrequietos e retorcendo
2. Freqüentemente abandonam o assento quando deveriam permanecer assentados
3. Sempre correndo e subindo em lugares impróprios
4. Têm dificuldades em se encaixar em jogos mais moderados ou em outras atividades
5. Estão sempre em movimento como se tivessem um motor
6. Falam demais
7. Soltam respostas prematuramente
8. Têm dificuldades em aguardar a vez
9. Freqüentemente interrompem e atrapalham os outros.Segundo Keith R. Smith, a polaridade reversa crônica é contagiosa, não causada por germes mas pela proximidade. Se você colocar uma bateria carregada próxima a uma descarregada, a bateria carregada perderá carga. Da mesma forma, crianças circundadas por pais estressados (CRP), ou no útero de tais mães, podem ter sua polaridade revertida inconscientemente pelos pais. Isso freqüentemente ocorre antes do nascimento e continuam à medida que a criança desenvolve sem intervenção para quebrar o ciclo. Ele prevê que pesquisadores vão provar que isso cria desequilíbrio químico no cérebro e desordem nervosa desencadeando os sintomas já mencionados.ResumoNa pesquisa sobre as Crianças Índigo, alguma coisa se tornou quase aparente para nós: mesmo embora estas crianças formem um grupo relativamente novo, sua sabedoria sem idade está nos mostrando um nova e mais amável maneira de estar, não só com elas mas com cada um de nós.(Traduzido, adaptado e gentilmente cedido por Dailton Menezes, junho 2001.)Alguns Links para o Assuntohttp://www.kryon.com/http://www.indigochild.com/"Through the Eyes of a Child" - conjunto de 2 fitas de video de Drunvalo Melchizedek (somente em inglês). Ou, se você for aluno da FOL/Brasil e morar em São Paulo, consulte-nos para se associar e poder acessar o arquivo de vídeos de nossa videoteca.
O Contrato entre Pais e FilhosAntes de uma alma encarnar na Terra ela seleciona um local e a família que preencherá as suas necessidades espirituais de crescimento e evolução. Vocês podem estar certos que as vossas crianças os selecionaram por uma razão que as conduzirá ao crescimento delas assim como também ao vosso, pois estes contratos de alma são sempre de natureza mútua.Os pais se responsabilizam por criar a alma que chega a seu corpo jovem assim como protegê-la e dar-lhe tudo o que necessita para sobreviver no plano material. Os pais também se responsabilizam por ajudar no desenvolvimento de quaisquer habilidades e talentos que possam fazer parte da missão espiritual da criança neste planeta. A criança, por sua vez, responsabiliza-se em ajudar os pais a elevarem a sua consciência através da convivência com uma alma de vibração superior e de mais profunda sabedoria. Este é o caminho natural da evolução, onde a alma da criança está sempre numa espiral superior de evolução e podendo, portanto, auxiliar os pais a também evoluírem. Mas os pais necessitam estar conscientes desta dádiva. Tantos pais adormecidos vêem suas crianças como seres vulneráveis, que necessitam ser controladas e moldadas, que são incapazes de ver a sabedoria e a dádiva que vem com cada criança. Na futura Nova Terra, cada criança que nascer será reconhecida por sua sabedoria como alma. E os pais estarão conscientes de seu contrato com a criança, e buscarão cumpri-lo juntamente com suas obrigações materiais para o bem estar físico da criança. Criança ÍndigoOs pais que aceitam apoiar e criar uma criança da vibração Índigo concordaram em ser os zeladores de uma alma que traz uma nova forma de energia para o Planeta. Crianças Índigo são almas pioneiras e seus pais acordaram em juntarem-se a eles para serem os pioneiros de novas formas de vida familiar e comunitária. A missão da alma da criança é questionar e desafiar velhas formas e criar o caminho para a manifestação de novas formas. Uma criança Índigo é também sensível, amorosa, talentosa e intuitiva. Os pais responsabilizam-se em encontrar formas de estimular esta sensível e bela energia e ajudar no desenvolvimento dos dons e talentos da criança até ao ponto que puderem. A criança, por sua vez, se compromete a ser a instrutora de novos caminhos. Mas para fazer isto precisa desafiar e questionar os velhos caminhos. A criança Índigo faz isto de duas maneiras. Primeiramente, ele ou ela questiona ou desafia todos os sistemas de crenças e “regras” que vocês ou qualquer outra pessoa tente impor a elas. Desta forma elas lhes mostrarão o que funciona para elas e o que não, e dependerá de vocês, como pais, ouvirem e aprenderem, e não tentarem impor a vossa vontade a elas. O segundo método de ensinamento é a criança prover um “espelho” para os pais. A criança aceita os padrões disfuncionais que os pais estão a fazer prevalecer nas suas vidas. Estes padrões têm geralmente a ver com a baixa auto-estima e a não aceitação do eu. É por isto que tantos Índigos entram em padrões auto-destrutivos de abuso de drogas e promiscuidade sexual. Eles estão refletindo de volta à suas famílias e comunidades os padrões auto-destrutivos que eles aprenderam. É também por isto que muitos pais de Indigos lutam com os padrões de comportamento aparentemente destrutivos dos adolescentes Índigos. Os pais precisam compreender que necessitam examinar os seus próprios padrões destrutivos e começar a vivenciar padrões mais amorosos e revigorantes que auxiliem a si e à suas crianças. Quantos pais preenchem suas mentes e corpos com pensamentos e substâncias tóxicas e gastam seu tempo com trabalhos que não gostam, anulando os seus verdadeiros sentimentos? A vossa criança Índigo o alertará disto e será o vosso guia para libertá-los destas formas de ser aprendidas e herdadas. Elas vos ajudarão a despertarem para quem e o que vocês são e para o que vocês são capazes quando são verdadeiros consigo mesmo.
Crianças Cristal
A criança da vibração Cristal traz um tipo diferente de contrato com os pais. Pode-se dizer que onde as Índigo são a equipe de demolição, as Cristal são os construtores. É por isto que Índigos e Cristais encarnam com tanta freqüência na mesma família. Isto permite que sejam removidas as velhas estruturas e as novas sejam construídas. Mas uma criança Cristal é um ser de vibração muito alta e a missão de sua alma inclui trabalhar na Rede Planetária Cristal e manter a energia para facilitar a mudança global. Assim sendo, o contrato com a criança Cristal é ainda mais desafiador para os pais que precisam compreender que esta pequena criança é também uma alma sábia e poderosa cujo trabalho se estende além dos estreitos perímetros da família. É por isto que as crianças Cristal estão frequentemente estressadas e super-energizadas. Elas estão trabalhando com as energias daqueles à sua volta, não apenas ao nível familiar, mas também ao amplo nível comunitário. O desafio é dos pais em compreenderem a natureza do trabalho do ser e alma da criança Cristal e tentarem apoiá-los de acordo. Em retorno, a criança Cristal auxiliará no crescimento espiritual dos pais. A criança Cristal é capaz de “atrair” para a vida dos pais as pessoas e eventos que os pais necessitam para seu desenvolvimento. Isto é porque a consciência da criança Cristal frequentemente se estende de forma muito ampla e pode localizar e atrair aqueles seres que poderão ser mais benéficos naquele momento para a família. Portanto, pais de crianças Cristal frequentemente se encontram numa trilha de acelerado crescimento e desenvolvimento que é a dádiva de sua criança. O crescimento espiritual irá auxiliar mais frequentemente a criar um nível superior de consciência dentro da família e também a criar novas formas de interação familiar e respeito. O ensinamento mais poderoso aqui é o da “Igualdade do ser”. A criança Cristal presenteia a família com energias poderosas, amorosas e criativas. É o “equivalente” dos pais e precisa ser tratada com exatamente o mesmo amor, respeito e honra. No futuro, as crianças serão consideradas como iguais e com “direitos” iguais na família e não apenas como dependentes. As crianças serão consultadas nos assuntos familiares que as afete e lhes serão dadas opções e escolhas. Este é o ensinamento delas e seu contrato com vocês, como pais – honra, respeito, apoio e amor, que é mutuo e mutuamente benéfico. Arcanjo Miguel através de Célia Fenn http://www.starchild.co.za/portuguese/channel14por.html#two
As Crianças índigoUm novo conceito, um passo para nossa evolução. Um fenômeno cada vez mais crescente está ocorrendo em todas as partes do mundo. Crianças índigo é uma tendência que aumenta a cada dia. Não se sabe quando começaram a chegar, mas foram constatados alguns casos nos anos 70, mas o planeta não tinha estrutura e condições para agregar os índigos que foram massacrados pela sociedade bem solidificada nos seus limites Porém cerca de 90% das crianças que nasceram nos anos 80 foi constatado como índigos, e eles vêm nos ensinar muitas lições. Crianças com características jamais catalogadas estão aparecendo, com capacidades além da compreensão que marcam um momento de profundas mudanças na humanidade, sejam elas sociais, educacionais, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e de classes sociais. O termo Criança índigo vem da cor de suas auras, de um tom azul, inédito em nosso mundo até então. Essas crianças são diferentes. Seus cérebros atuam de maneira diferente nos hemisférios direito (mais) e esquerdo (menos) fazendo com que elas vão além do plano intelectual e criem verdadeiras revoluções nos planos comportamentais, além de serem pessoas que “pensam com o coração”. Essas crianças sabem quem elas são, e uma de suas características mais marcantes é o modo com o qual atuam: onde pensamento, emoção e ação atuam juntos sem maiores interferências da dualidade da terceira dimensão. Elas já nascem verdadeiros mestres e esperam que as pessoas ao redor sejam mestres de suas vidas também, e irão pressionar até que isso seja uma verdade. Um dos maiores desafios que essas crianças têm como missão é resgatar e corrigir a nossa incapacidade de “fazer acontecer” aquilo que temos como ideal. A grande maioria das pessoas tem idéia do que é preciso ser feito, onde estão as faltas e os erros, e ao mesmo tempo, ou não se movem ou evitam se chocarem contra esses desafios. Os índigos não, eles observam, e no instante que se sentem chamados para corrigir estes erros, tomam aquilo como uma cruzada, e com suas mentes e corações unidos, eles tendem a corrigir as falhas. Eles nos ajudarão nesse aspecto, onde até então não conseguimos agir de maneira coerente com o que almejamos e temos com ideal. Além disso, todas as regras burocráticas tendem a cair com eles, pois as regras limitadoras do passado não se aditam ao perfil dessas crianças, que não gostam de filas, não gostam de seguir regras apenas por seguir, e de ordens absolutas sem maiores razões do tipo” ele ta mandando então vamos fazer não é?” Não. Nada disso tende a se manter como vem se mantendo, e essas crianças serão as futuras e no futuro veremos mudanças, e revoluções comportamentais por conta delas .Eles também têm um forte foco de partilha e solidariedade naturais, e onde era o foco do “eu” passa ser o de “nós”; onde o respeito mútuo será evidenciado e uma sociedade mais próxima de uma unidade estará surgindo a partir daí. Isso criará mudanças comportamentais importantes e se chocará com todo tipo de egoísmo e exclusão As ações dos índigos causam polêmica e repercussão. Sua atuação é sentida na escola, no lar e todas as instituições que exerçam controle e regras que servem para um outro padrão mais dominável. Mas como estas crianças conseguirão fazer todas essas mudanças, e como podemos ter a pretensão de esperar um mundo melhor com crianças diferentes? O primeiro alvo será a família, que entrará em ebulição conforme o comportamento não se adapte aos padrões sinceros e autênticos dessas crianças. Há uma geração atrás era comum vermos famílias onde as crianças eram obrigadas a acatar as regras de seus pais, e o respeito era confundido com medo e culpa, fazendo o indivíduo se dobrar para estes padrões. Aqui entra um dos principais problemas: quem acaba se dobrando são os pais, pela imunidade a culpa dessas crianças, e pelo fato de respeitarem a autenticidade e a razão. Tudo deve ser explicado, conversado, deve haver uma razão coerente para negar, ou limitar a criança de seus atos, que para elas é correto. Aqui fica um ponto importante: Repressões insólitas “justificadas” apenas pelo fato dos pais comandarem as regras, trarão problemas, e se por demais repreendidos. Essas crianças tendem, na medida em que não encontram mais forças de serem o que realmente são, tenderão a atrofiar suas capacidades mentais, extra-sensoriais e comportamentais, e o que era dinâmico e surpreendente, passará sim a ser um grande problema. Os índigos são imunes à culpa, e a menos que seja muito bem explicado o motivo da interferência dos pais ou educadores, eles não darão ouvidos e não acatarão ordens castrantes ou limitadoras. Em exemplo disso veja só como muitos de nós fomos educados: Joãozinho pare!Desça daí!” “Mariazinha pare de mexer nas plantas, eu estou te avisando...” Ordens desse tipo não possuem bases de argumento algum para fazê-los compreender , respeitar e seguir. Por isso são repreendidos, pois desacatam autoridades banais! Escute: bem infantil a idéia de “faça isso, pois eu estou mandando!” não é? Pois bem... os índigos também acham e não admitem isso. Agora algo do tipo... “Maria, porque você está mexendo nas plantas? Olha querida... cuidado para você não fazer sujeira e cuidado para não ferir as plantas ta ok?”&;Escute; bem mais adulto, e bem mais fundamentado e isso poderá ser mais respeitado. Diálogo... Desde muito novos (afirma-se que mesmo aos 2 anos alguns casos já causam este tipo de problema) A escola estará sujeita a mudanças; pois como as crianças índigo são mais sensíveis a vínculos afetivos, o modelo antigo impessoal, quadrado e limitativo, estarão ameaçados; seus dirigentes deverão fazer alguma coisa no momento em que verem que não é um que não se adequou ao sistema, mas o sistema que não se adapta mais aos padrões das crianças de hoje. A comum falta de interatividade, passividade, e rotina mecânica e racional das salas de aula não condizem com as capacidades de adaptação e aprendizado dinâmico que essas crianças possuem, uma vez que não encontrando a saída de um problema, possuem a imaginação e criatividade de encontrarem outros caminhos inéditos e curiosos, fazendo seus professores aprenderem com eles. No momento em que começam a falar eles já começam a questionar, e os pais devem estar atentos às repostas, pois seus filhos índigos entenderão quando estão, e quando não estão sendo levados a sério. Uma característica importante é que estas crianças nutrem respeito pelas pessoas sinceras e verdadeiras. Noções de respeito sobre a idade, posição social e tudo o mais que estamos acostumados, tendem a se conflitar com a nova moçada que só respeita o respeitável. É muito triste quando uma dessas crianças perde a confiança em alguém. Pessoas falsas ou com personalidade ludibriosa costumam ser desmascaradas, na presença destas crianças que fazem interrogatórios como se pudessem ver o intimo de cada um (e verdadeiramente podem!) Olham as pessoas nos olhos e ali, munidas de percepção extra-sensorial, já sabem quem esta mentindo ou escondendo alguma coisa; isto ajudará em muito a humanidade a ser mais autêntica, e na hora de se cumprimentarem não será necessário dizer “olá esta tudo bem?”. Mesmo quando nenéns ainda, são surpreendentes. Por mais que possa parecer que não entendem uma só palavra, devemos levar em consideração que sua linguagem e percepção estão além da terceira dimensão, limitada, dual e racional, estão além, na quarta dimensão ou dimensões ainda maiores, e palavras ditas com o coração são compreendidas por elas, quando choram podemos conversar com elas.... “A mamãe esta trocando sua fralda para você ficar mais a vontade e cheirosa e não para ficar mais irritada e poderá dormir prazerosamente bem como merece!!!!!!! (isto dito com o coração repleto de sinceridade e intenção, com a certeza de que a criança está entendendo tudo, pois realmente está). Características comuns apresentadas por uma criança índigo:
-Elas nascem, sentem-se (e agem) como nobres;
-Acreditam merecer estar nesse mundo e se surpreendem quando as outras pessoas não pensam da mesma maneira;
-Tem dificuldades em lidar com autoridades absolutas (sem explicação ou possibilidade de questionamento);
-Recusam-se a desempenhar determinadas tarefas. Esperar em uma fila, por exemplo, é algo difícil para elas;
-Frustram-se com sistemas ou tarefas que seguem rotinas rituais repetitivos e que não possam usar criatividade;
-Costumam identificar maneiras mais eficazes de fazer as coisas, tanto em casa quanto na escola, o que as torna verdadeiras “destruidoras de sistemas” (não se adaptam a qualquer tipo de convenção);
-Parecem não se relacionar bem com pessoa alguma que não seja igual a elas. Se não encontrarem ninguém com quem possam compartilhar suas idéias e opiniões fecham-se e sentem-se incompreendidas. A escola normalmente é uma experiência difícil para elas em termos sociais; -Não respondem a técnicas de disciplina associadas à culpa (“espere só até a hora em que seu pai chegar e ver o que você fez”); -Não tem vergonha ou problemas em expressar suas necessidades.
• Tem alta sensibilidade;
• Tem excessivo montante de energia;
• Distrai-se facilmente ou tem baixo poder de concentração;
• Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela;
• Resiste à autoridade se não for democraticamente orientada;
• Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e matemática;
• Podem se tornar frustrados facilmente porque têm grandes idéias, mas uma falta de recursos ou pessoas para assistirem pode comprometer o objetivo final; • Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou serem simplesmente ouvintes;
• Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse;
• São muito compassivas; têm muitos medos tais como a morte e a perda dos amados;
• Se elas experimentarem muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente; Veremos agora uma pequena relação dos tipos índigo constatado: (O texto abaixo refere-se aos tipos de índigo e foi 100% extraído do livro “Crianças Índigo” de Lee Carrol e Jan Tober Ed. Butterfly)
1-HUMANISTAS: São do tipo que trabalham com as massas. Serão os médicos, advogados, vendedores, professores, executivos, e políticos, de amanhã. Hiperativos e extremamente sociáveis, conversam com todos com todos, são sempre muito simpáticos e tem opinião própria. Podem agir de maneira estranha, pois sendo hiperativos acabam às vezes batendo contra uma parede, por exemplo, por se esquecer de parar. Não conseguem brincar com um brinquedo apenas. Têm de tirar todos do armário, nem que seja só para ficar olhando para eles. São do tipo que precisam ser constantemente lembrados de seus deveres; como organizar seu quarto, por exemplo, pois são capazes de iniciar a limpeza, mas, ao verem um livro, sentam-se para ler, ficam completamente distraídos e se esquecem do que estavam fazendo. Aliás, os humanistas são leitores vorazes. Ontem eu estava em um avião e um índigo de três anos estava fazendo barulho ao meu lado até que sua mãe lhe deu um folheto de regras de segurança de vôo para ler. Ele parou, sentou-se, abriu o folheto e começou a olhar as figuras com ar muito sério como se estivesse lendo o texto com muita atenção. Ficou ali, quieto durante uns cinco minutos. Obviamente não conseguia ler, mas parecia mesmo estar. Este é o típico índigo humanista.
2- CONCEITUAIS: Interessam-se mais por projetos do que por pessoas. Serão os engenheiros, arquitetos, designers, astronautas, pilotos e oficiais militares do futuro. São normalmente crianças de porte grande e atlético. Tendem a controlar situações e pessoas, especialmente suas mães, se forem meninos e seus pais, se forem meninas. E quando conseguem podem ter grandes problemas. Esse tipo de índigo tem propensão ao vício, especialmente as drogas durante a adolescência. Os pais precisam monitorar de perto o comportamento desse tipo de criança, especialmente quando parecem estar tentando esconder alguma coisa. Quando dizem ”não quero que entrem no meu quarto” é porque há algo errado.
3-ARTÍSTICOS: Costumam ser mais sensíveis e mais acanhados em estatura do que os outros tipos. São muito criativos e serão provavelmente professores e artistas. Tudo o que fazem envolve criatividade. Se estudarem medicina, por exemplo, podem virar cirurgiões ou pesquisadores. Quando decidem estudar teatro, tendem a se tornar excelentes atores. Entre os quatro e dez anos de idade, costumam se interessar pelos mais diferentes tipos de arte, mas por apenas cinco ou dez minutos, deixando-os de lado e para procurar outros. Costumo aconselhar as mães desse tipo de índigo que gosta de musica a nunca comprar instrumentos para eles, mas sim alugar. Eles podem tocar cinco ou seis instrumentos diferentes, mas somente na adolescência irão se decidir a se especializarem em um deles. 4- INTERDIMENSIONAIS: são fisicamente mais desenvolvidos, que os outros índigos e já aos dois anos respondem a tudo dizendo: ”Eu sei e posso fazer sozinho. Deixe-me em paz”. Trarão novas filosofias e religiões ao mundo. Podem ser briguentos por causa do seu tamanho e por não se encaixarem na sociedade como os outros tipos. Por fim gostaria de acrescentar para os pais, educadores, pessoas que de alguma forma atuam com crianças e adolescentes: Temos muito a aprender com essas crianças, no máximo poderemos orientar como nosso mundo é... Pois o resto, elas próprias nos orientarão como deveremos agir e recriar um novo mundo!